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Ocidentais confirmam o envio de soldados norte-coreanos para a Rússia

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A NATO e os Estados Unidos confirmaram pela primeira vez, quarta-feira, 23 de outubro, que as tropas norte-coreanas foram de facto destacadas para a Rússia, levantando receios de uma escalada sem precedentes na guerra na Ucrânia com o envolvimento direto de um país terceiro.

“Temos provas de que as tropas norte-coreanas foram para a Rússia” O ministro da Defesa americano, Lloyd Austin, disse à imprensa no avião que o levava para Itália, onde participaria numa reunião do G7. “O que exatamente eles estão fazendo?” Isso ainda está para ser vistoacrescentou. Se são cobeligerantes, se pretendem participar nesta guerra em nome da Rússia, esta é uma questão muito, muito séria. » Um porta-voz da OTAN em Bruxelas também “Evidências confirmadas do envio de tropas norte-coreanas para a Rússia. Se estas tropas se destinassem a combater na Ucrânia, isso marcaria uma escalada significativa do apoio da Coreia do Norte à guerra ilegal da Rússia. ele acrescentou.

Esta implantação foi anunciada alguns dias antes pelos serviços de inteligência da Coreia do Sul e da Ucrânia. Cerca de 10 mil soldados norte-coreanos serão enviados à Rússia até dezembro para ajudar as tropas de Moscou a combater os ucranianos, disse Park Sun-won, membro do comitê parlamentar de inteligência, após uma reunião com o Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul (NIS). A Coreia do Norte já enviou 3.000 soldados para a Rússia, espalhados por várias bases militares no Extremo Oriente, onde estão a receber formação em drones e outros equipamentos, informou quarta-feira o NIS.

Um “rumor infundado”, segundo Moscovo e Pyongyang

Os estrangeiros já lutam pela Rússia como mercenários. Mas o envio de tropas regulares para a guerra na Ucrânia por um governo estrangeiro é uma novidade. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse na terça-feira que oficiais e pessoal técnico norte-coreanos já foram vistos em territórios ucranianos ocupados pela Rússia, provavelmente para se prepararem para a chegada de um contingente maior e importante. “Como eles os gerenciam, como os ordenam? perguntou o chefe de estado. Quero dizer, a barreira do idioma. Acho que é um desafio sério. » A presença de tropas norte-coreanas na Ucrânia não foi confirmada por fontes ocidentais.

Segundo o chefe da inteligência ucraniana, Kyrylo Boudanov, as primeiras unidades enviadas por Pyongyang deveriam ser enviadas na quarta-feira, 23 de outubro. na região russa de Kursk, onde as tropas ucranianas ocuparam várias centenas de quilómetros quadrados desde a sua ofensiva em 6 de Agosto. Isto é mais cedo do que inicialmente planejado. Na semana passada, Boudanov disse que os soldados norte-coreanos “estará pronto para operações de combate a partir de 1é Novembro », com o envio de um primeiro grupo de 2.600 homens para a região de Kursk.

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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