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Oktoberfest celebra o bicentenário alemão em duas cidades do RS

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Ainda em clima de comemoração dos 200 da imigração alemã no Rio Grande do Sul, duas cidades gaúchas, que respiram a cultura germânica, entram em festa. Igrejinha, no Vale do Paranhana, e Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, dão início a uma das festas mais tradicionais do povo germânico: a Oktoberfest.

Chopes, bandinhas, danças coletivas e vestimentas típicas são apenas algumas das heranças da cultura germânica que poderão ser vistas nessas duas festas, as maiores do Rio Grande do Sul e com representatividade nacional. A Oktoberfest que ocorre em vários municípios da região Sul do Brasil é considerado a maior festa alemã do Estado.

Em Igrejinha, a programação inicia nesta sexta-feira (11) e vai até o dia 20 de outubro, no Parque de Eventos Almiro Grings. O espaço conta com 15 mil metros quadrados de área coberta Na cidade, além do clima festivo pelo bicentenário, há um outro motivo para comemorar: a reconstrução do parque, que foi bastante prejudicado pela enchente de maio. Os prejuízos chegaram a R$ 1,5 milhão, e várias estruturas e itens, como decorações, foram perdidas, mas retomadas a tempo da festividade.

O festejo pretende reunir mais de 200 mil visitantes. E, nesta edição, a estrela da festa, o chope, tem a expectativa de ultrapassar o ápice de consumo. O recorde de consumo foi de 276 mil litros na edição de 2022.

O primeiro dia de festa iniciará com a Alvorada Festiva às 6h. O Parque da Oktoberfest abrirá às 19h e, às 19h30 acontecerá a Solenidade de Abertura da 35ª edição. Das 22 às 23 horas, a festa oferecerá um momento de Chopp em Dobro em todo parque.

A dupla sertaneja Jorge & Mateus subirá ao palco principal à meia-noite. A programação cultural itinerante da noite ficará por conta dos Jogos Germânicos, apresentações de Polonaise e competição de Chopp em Metro. Além disso, nos diferentes espaços do parque acontecerão apresentações musicais de diversos estilos.

Além disso, o evento oferecerá 73 atrações, totalizando 124 apresentações nos seis palcos, que reunirão diferentes estilos musicais ao redor do parque. Estão confirmados nomes nacionais com: Ana Castela, Thiaguinho, Hugo & Guilherme, Papas da Língua e Tenente Cascavel. Entre as bandas de baile confirmadas estão nomes como Brilha Som, Os Atuais, Rainha Musical, San Marino, Porto do Som, Flor da Serra e Banda 10, que irão se apresentar ao longo dos dias no palco principal do parque.

A Oktoberfest de Igrejinha é reconhecida como uma grande festa comunitária, justamente por ser realizada por mais de 3 mil voluntários da comunidade, o equivalente a 10% da população local. Além disso, a cada edição, o resultado financeiro da festa é revertido para melhorias na Saúde, Educação, Segurança e Cultura de Igrejinha e cidades vizinhas. Ao longo dos anos, já foram repassados mais de R$ 28 milhões para centenas de entidades e causas. A programação completa e os ingressos podem ser adquiridos pelo site oficial do evento.

Em Santa Cruz do Sul, desfiles vão exaltar a cultura germânica


Ao todo, 12 carros alegóricos vão percorrer as ruas do município em três domingos do mês


RODRIGO ASSMANN/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Outro município que respira a Oktoberfest é Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. A cidade já vive o festejo alemão, que iniciou nesta quinta-feira (10) e segue até o dia 27, sempre de quinta a domingo, no Parque da Oktoberfest, localizado no Centro da cidade. A temática da imigração alemã no Estado e no município será um dos principais destaques.

Ao todo serão seis palcos para apresentações musicais, danças, bailes típicos e shows nacionais, além de dois restaurantes típicos, café colonial e uma diversificada praça de alimentação, com lanches doces e salgados, além de 180 chopeiras espalhadas pelo parque.

No ano da celebração do bicentenário da cultura alemã no Rio Grande do Sul, em três domingos de outubro, a cidade de Santa Cruz do Sul terá o desfile de 12 carros alegóricos e cinco mil figurantes, que darão vida à travessia dos primeiros imigrantes alemães ao Brasil. Dividida em três eixos em torno da temática “Esperança, Fé, Plantar e Colher”, as tradicionais apresentações prometem celebrar a tradição em viagem no tempo.

Em 2024, Santa Cruz do Sul celebra também os 175 anos de imigração germânica na cidade. Entre os carros alegóricos que celebram a trajetória da imigração alemã no município, estão o carro das soberanas e o trem do progresso. Os desfiles começarão sempre às 10h30, saindo do cruzamento da Marechal Floriano com a rua Ramiro Barcelos e sendo finalizado no interior do Parque da Oktoberfest.

 Além da Oktoberfest, os pavilhões do parque vão receber a Feirasul, que contam com mais de 150 expositores. Durante o período, a expectativa é de que 400 mil pessoas participarem do festejo. A programação completa pode ser conferida no site oficial. 

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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