NOSSAS REDES

ACRE

onde assistir, escalações e detalhes da partida

PUBLICADO

em

Nesta segunda-feira, 18 de novembro de 2024, às 21h30 (horário de Brasília), o Cerro Largo recebe o Montevideo Wanderers no Estadio Municipal Arquitecto Antonio Eleuterio Ubilla, em Melo, em partida válida pela 13ª rodada do Clausura do Campeonato Uruguaio. Ambas as equipes buscam consolidar suas posições na tabela e encerrar a temporada com resultados positivos.

Transmissão ao vivo

Os torcedores poderão acompanhar o confronto ao vivo através do canal Disney+

Situação das equipes

O Cerro Largo ocupa atualmente a 10ª posição na tabela do Clausura, com 13 pontos em 12 jogos, resultantes de 3 vitórias, 4 empates e 5 derrotas. A equipe marcou 6 gols e sofreu 10, apresentando um saldo negativo de 4 gols. Nos últimos cinco jogos, o Cerro Largo obteve uma vitória, dois empates e duas derrotas, demonstrando inconsistência nos resultados recentes.

Por sua vez, o Montevideo Wanderers está na 9ª colocação, também com 13 pontos em 12 partidas, com 3 vitórias, 4 empates e 5 derrotas. O time marcou 12 gols e sofreu 15, resultando em um saldo negativo de 3 gols. Nos últimos cinco confrontos, os Wanderers registraram dois empates e três derrotas, evidenciando a necessidade de recuperação na competição.

Confrontos diretos

Nos últimos encontros entre as equipes, o equilíbrio tem sido a tônica. Em 19 de maio de 2024, o Montevideo Wanderers venceu por 1 a 0. Anteriormente, em 14 de outubro de 2023, as equipes empataram em 1 a 1. Esses resultados indicam partidas disputadas e com poucos gols.

Escalações prováveis

Cerro Largo:

  • Goleiro: Juan González
  • Defensores: Martín Ferreira, Lucas Morales, Diego Rodríguez, Matías Pérez
  • Meio-campistas: Nicolás Díaz, Sebastián Sosa, Maximiliano Pérez
  • Atacantes: Juan Manuel Ortiz, Enzo Borges, Facundo Rodríguez

Montevideo Wanderers:

  • Goleiro: Ignacio De Arruabarrena
  • Defensores: Paulo Lima, Gastón Bueno, Maximiliano Araújo, Lucas Morales
  • Meio-campistas: Bruno Veglio, Santiago Martínez, Nicolás Quagliata
  • Atacantes: Hernán Rivero, Mauro Méndez, Jonathan Barboza

Expectativas para o jogo

Dada a posição semelhante das equipes na tabela e o histórico recente de confrontos equilibrados, espera-se uma partida disputada, com ambas as equipes buscando a vitória para melhorar suas colocações no campeonato. A solidez defensiva e a eficiência no ataque serão fatores determinantes para o resultado final.

Informações adicionais

  • Data: 18 de novembro de 2024
  • Horário: 21h30 (horário de Brasília)
  • Local: Estadio Municipal Arquitecto Antonio Eleuterio Ubilla, Melo, Uruguai

Os torcedores que não puderem comparecer ao estádio têm a opção de acompanhar a partida por meio das transmissões ao vivo disponíveis nas plataformas de streaming esportivo. É importante verificar a disponibilidade e possíveis restrições regionais para o acesso à transmissão.

Este confronto representa uma oportunidade para ambas as equipes demonstrarem seu potencial e buscarem uma posição mais confortável na tabela do Clausura do Campeonato Uruguaio. A expectativa é de um jogo equilibrado, onde detalhes podem definir o resultado final.

Momentos opostos, mas posições iguais na tabela

O Cerro Largo ocupa atualmente a 10ª colocação do Clausura, com 13 pontos conquistados em 12 partidas. Apesar de mostrar força defensiva em alguns momentos, o time sofre com um ataque pouco eficiente, tendo marcado apenas 6 gols em todo o torneio. A equipe chega ao duelo após uma sequência instável: nos últimos cinco jogos, foram uma vitória, dois empates e duas derrotas.

Já o Montevideo Wanderers também soma 13 pontos, mas figura na 9ª posição pelo saldo de gols superior. O ataque do time balançou as redes 12 vezes no Clausura, mas a defesa tem sido um problema, com 15 gols sofridos. Assim como o adversário, os Wanderers buscam reencontrar o caminho das vitórias, após dois empates e três derrotas nos últimos cinco jogos.

Histórico de confrontos equilibrados

Os encontros entre Cerro Largo e Montevideo Wanderers são marcados pelo equilíbrio. Nos dois últimos duelos, ambos os times mostraram força defensiva. Em maio deste ano, os Wanderers venceram por 1 a 0, em um confronto decidido nos detalhes. No encontro anterior, em outubro de 2023, o empate em 1 a 1 refletiu a dificuldade de ambas as equipes em se impor no placar.

Estes resultados evidenciam que, embora os ataques não sejam tão eficientes, os times possuem defesas organizadas. Esse fator torna o jogo desta segunda-feira ainda mais imprevisível.

//platform.twitter.com/widgets.js

Leia Mais

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Novo Projeto-interna.jpg

A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS