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Opinião: Um governo desajustado

Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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“Não olharei para cores partidárias.” Tal frase foi repetida mais de 13 vezes pelo governador Gladson Cameli em 2018 durante o pleito que culminou com sua eleição. Promessa cumprida.

Ney Amorim é a ponte entre o Palácio Rio Branco e a Assembleia Legislativa. Ocupa nos bastidores uma das mais importantes funções de um governo, a de articulador político.

Ao escolher o ex-petista para sentar ao seu lado, o chefe do Palácio admite, ainda que não não declare diante das câmeras, a incapacidade de seus aliados oposicionistas.

O primeiro escalão de Gladson Cameli segue o exemplo do chefe. Não se importa com “cores partidárias” e enche as secretarias de petistas e ex-integrantes da extinta Frente Popular que ocuparam cargos nas gestões vianistas dos últimos 20 anos.

Semana passada o governo que começou há um mês apresentou sua identidade visual com as cores verde, branca, amarela e azul.

O vermelho, que relembra o PT, os Viana e companhia, deve ser banido dos veículos (incluindo a enorme estrela do helicóptero do Estado), as repartições públicas, fardamentos e fachadas, mas o governo continua com um certo DNA petista carregado por algumas figuras nomeadas.

Afinal, como bem diz o slogan, é um “governo de todos”.

São só 30 e poucos dias de um governo com nomeações questionáveis, desarticulação política, desajustes, gestão desconexa e com responsabilidades terceirizadas.

E a insegurança? “Continua tudo sob controle”, digo, descontrole.

Por: Luciano Tavares/Notícias da Hora.

ARTIGOS

Com apenas 50 dias, Governo Gladson Camelli já se tornou antipatizado pela população

Bakunin Acriano, o Eremita, via Acrenoticias - Da Amazônia para o Mundo!

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Foto de capa: Gladson Cameli na tribuna do Senado Federal.

O Governador eleito do Acre, Gladson Cameli, está no início do seu mandato com apenas cinquenta dias, e já conseguiu criar uma grande antipatia da população.

Em rodas de conversas, os aliados veteranos de Camelli, já evidenciam grande nível de insatisfação com o jovem governador; a grande maioria afirma se as eleições fossem hoje o mesmo não teria apoio deles; nas redes sociais, as críticas são muitas, principalmente quando sai portaria de pessoas que eram petistas, e hastearam a bandeira do PT nas últimas eleições.

As reclamações são constantes. No quesito, órgãos públicos, o abandono de prédios e obras é corriqueiro, desde a gestão de Tião Viana (PT).

Nesses 50 dias, nos municípios do interior, a falta de comando é a principal das reclamações. Grande maioria dos setores encontra-se sem gerência ou sem chefia.

Não se sabe o que está acontecendo com o Jovem Governador que prometeu mudança, mais até agora não aconteceu; apenas uma gestão conturbada em tão pouco tempo; comentam os mais experientes da política, que o final desse Governo será trágico.

Perdeu muito aliados, como o Prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, considerado melhor prefeito do acre. Mazinho foi quem deu maior votação proporcionalmente ao candidato Camelli, tendo eleito sua esposa, Meire Serafim, a mulher mais votada para deputada estadual, em 2018.

O jovem deputado Roberto Duarte, do MDB, já sinaliza que não vai acompanhar os passos do Governo Progressista.

Gladson tem dado guarida e boas vindas à antiga turma que se regozijava com o PT. Agraciando com cargos e nomeando mulheres de deputados, filho de senador, ex-Prefeitos, e ex defensores da bandeira vermelha. Enquanto os militantes que o elegeu estão ‘bestializados’, mirando o navio que passa com novos tripulantes.

Talvez, o maior erro de Gladson Cameli, foi nomear Ney Amorim (sem partido) para seu governo. Não em razão de suas habilidades políticas ou técnicas, mas em razão do que ele representou no passado, e a incógnita que representa para o futuro. Durante muitos anos, Ney defendeu o PT, apesar de todos os escândalos, discretamente, mas defendeu. 

O resultado já se sente nas redes sociais: o Governo do Progressista já padece com a baixa popularidade em tão pouco tempo.

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ARTIGOS

Em e-book juvenil, professor aponta impacto da implantação das cotas na UFES em 2007

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Em Melanie, Maxwell dos Santos conta a história de Melanie, uma jovem sonhadora da periferia de Vitória que sonha em ser médica e mostra os bastidores da indústria dos cursinhos, no tocante à luta pela aprovação nas carreiras de maior prestígio, como Medicina, Direito e Engenharias.

O ano é 2007. Melanie, 18 anos, jovem moradora do Bairro da Penha, tem o sonho de ser médica. Ela faz a prova de seleção para o Projeto Universidade para Todos(PUPT), à época, gerido pela Fundação Ceciliano Abel de Almeida.

Sua vida é radicalmente transformada quando é atropelada com seu irmão Juninho, sua prima Bárbara e o frentista Carlinhos num posto de gasolina por dois rapazes que estavam participando de um racha. A prima e o irmão morrem, assim como o frentista. Mesmo com esses problemas, ela dá a volta por cima e ainda ganha uma bolsa de estudos no cursinho mais caro da cidade: o Lamarck.

Naquele ano, a UFES institui cotas de 40% para alunos de escolas públicas. No texto, o autor mostra a repercussão da medida entre os alunos de escolas públicas, os alunos da rede privada e os donos de cursinhos, que veem nas cotas uma ameaça aos seus lucros, principalmente nas áreas de Medicina, Direito e Engenharias. Há confronto ideológico entre os alunos das duas redes na UFES e Melanie é vítima de discriminação pelas colegas de cursinho.

 Será que a jovem alcançará sua meta?

 A obra, que teve sua primeira edição em 2013, ganhou uma nova edição em 2018, revista e ampliada, com prefácio da doutora em Semiologia pela UFRJ, escritora, professora titular do IFES e pesquisadora Andréia Delmaschio, apresentada por Nelson Martinelli Filho, professor do IFES e doutor em Estudos Literários pela UFES, foi relançada no dia 12 de dezembro na biblioteca do Instituto Federal do Espírito Santo – Campus Vitória.

Melanie está disponível para download gratuito, em http://bit.ly/melanieedicao2018 (PDF), http://bit.ly/melanieedicao2018mobi (MOBI – para Kindle) e http://bit.ly/melanieedicao2018epub (EPUB  – Lev, Kobo, iPhone, iPad e Android).

Em breve, Melanie ganhará uma versão em áudio, focada nos deficientes visuais e para aqueles que não têm tempo ou paciência de ler um livro. O autor, no momento, está em prospecção de recursos para viabilizar a publicação de Melanie em meio impresso e quem tiver interesse em ajudar, basta ligar para (27) 99943-3585.

Sobre o autor

Maxwell dos Santos nasceu em Vitória/ES em 1986 e mora na referida cidade. É jornalista, designer gráfico e servidor público da Prefeitura de Cariacica desde 2017, além de professor de Literatura Brasileira em cursinhos populares. É técnico em Multimídia pelo CEET Vasco Coutinho, licenciando em Letras/Português pelo IFES e em História pela Uninter. É autor dos livros As 24 horas de Anna Beatriz, Ilha Noiada, Melanie, Amyltão Escancarado, Comensais do Caos, #cybervendetta e Empoderando-se.

 

Relações com a imprensa

Maxwell dos Santos – Jornalista MTE/ES 2605

[email protected]

+55 27 3100-8133 / +55 27 99943-3585

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Opinião

Com apoio de Marcio Bittar, Simone Tebet pode ser a primeira mulher a presidir o Senado

Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Enquanto Marcio e Petecão estão em lados opostos na disputa pelo comando da Casa, Mailza Gomes se mantém em cima do muro

Campos contrários

A corrida pela presidência do Senado da República colocou em lados opostos Marcio Bittar, eleito pelo MDB, e Sérgio Petecão (PSD), reeleito para o cargo em outubro do ano passado. O primeiro, de acordo com informações passadas à coluna, tem apostado na senadora Simone Tebet (MDB-MS) para presidir a Casa, enquanto o segundo aderiu à candidatura de Davi Alcolumbre (DEM-AP) – depois de bravatear que ele próprio concorreria ao cargo pelo PSD.

Indefinição

Já a novata Mailza Gomes (Progressistas), que assumiu o mandato deixado por Gladson Cameli, se mantém em cima do muro – à espera talvez de uma indicação do tabuleiro político sobre quem, afinal, tem maior chance de dar um xeque-mate nos adversários.

Tradição

Bittar faz defesa acirrada de que o MDB tenha a prerrogativa de comandar a Câmara Alta por ter lá a maior bancada, conforme manda a tradição política brasileira.

Em harmonia, mas com independência

Empenhado que seu partido eleja o presidente da Mesa Diretora, Bittar considera que o escolhido esteja em consonância com a nova agenda política do Palácio do Planalto, sem que se torne, porém, um ‘preposto’ do presidente.

Preferência  

Consultado pela coluna, Marcio admitiu sua preferência pela colega de bancada Simone Tebet, sem descartar, porém, a possibilidade de que o eleito venha a ser Renan Calheiros (MDB-AL) – que segundo o jornal O Globo acumula pelo menos 12 inquéritos, oito deles no âmbito da Operação Lava Jato.

Contra o voto secreto

Sobre a votação secreta, principal estratégia de Renan para vencer a disputa, o emedebista eleito pelo Acre se diz ‘absolutamente contra’. “Em 1995, quando exerci o mandato de deputado estadual na Aleac, apresentei projeto de lei que acabou com a votação secreta para a eleição da Mesa Diretora. Aqui não haveria de agir diferente”, assegurou.

Estatura moral

Sobre Simone Tebet, que oficializou sua candidatura à presidência do Senado nesta segunda-feira (21), Bittar diz ter estado com ela em seguida. A conversa entre eles girou sobre a necessidade de um representante da Casa que não obstrua as pautas do governo de Jair Bolsonaro (PSL), ao mesmo tempo que possua ‘estatura moral e grandeza política’ para não se tornar um mero representante do presidente no Congresso Nacional.   

Nome capaz de agregar

“Simone Tebet tem todas os predicados para conduzir o Senado”, assegura Bittar. Ele cita como exemplo a declaração dada pelo Major Olímpio, senador mais votado do Brasil pelo PSL de São Paulo, à revista Época, segundo a qual ele retiraria sua candidatura para apoiar a colega do Mato Grosso do Sul, caso ela vença a disputa interna no MDB.

Raias miúdas

Na corrida pelo comando da Casa estão ainda Álvaro Dias (Podemos-PR), Esperidião Amin (PP-SC) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) – além dos já citados anteriormente pela coluna.

Musculatura

O anúncio feito à Época pelo Major Olímpio fez crescer dentro do próprio MDB a tendência de que seja ela – e não Calheiros – a representante do partido na eleição da semana que vem. A possibilidade de que pela primeira na história uma mulher seja alçada à presidência do Senado fica a cada dia maior.

Confirmação do TRE

Em reposta a uma requisição da presidência da Câmara de Vereadores de Rio Branco, a presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargadora Regina Ferrari, confirmou nesta segunda-feira (21), quais os nomes que vão assumir os mandatos do emedebista Roberto Duarte Júnior – eleito deputado estadual –, e do pastor Manoel Marcus, que assumirá, no dia 1º de fevereiro, mandato na Câmara Federal.

Novos vereadores da Capital

No lugar de Duarte Júnior assumirá João Marcos Luz (MDB), e Manoel Marcos será substituído no parlamento municipal pela pastora Sandra Asfury (PSC).

Telefonema

Após a publicação da última coluna, a ex-deputada estadual Eliane Sinhasique, do MDB, que atualmente exerce o cargo de secretária de estado de Empreendedorismo e Turismo (Seet), me ligou para falar sobre as futuras nomeações que vêm causando revolta entre alguns correligionários.

Ninguém do PT

Segundo ela, um dos empresários que haverá de compor o seu quadro de assessores na Seet é filiado ao MDB há mais de cinco anos e trabalha com ela há pelo menos seis. O outro, Fred Lima, socio-proprietário da Thenny Vídeo Locadora, “nunca manteve qualquer vínculo com o PT”.

Finanças no buraco

Eliane disse compreender a insatisfação do grupo composto por seus ex-assessores na Assembleia Legislativa, que contavam com espaço na Seet, bem como de muitos outros que aguardam ansiosos por uma nomeação no novo governo. Mas conforme explicou, a saúde financeira do estado foi muito debilitada pela gestão anterior, o que tem obrigado Gladson Cameli e sua equipe a fazerem ajustes antes de pensar em aumentar as despesas com pessoal.

Pouco pirão

Sinhasique foi taxativa sobre a dimensão do estado: “Não tem como caber todo mundo. O tamanho da máquina pública diminuiu e a ordem do governador é evitar desperdícios e o inchaço da folha [de pagamento]”, disse. A nova secretária também descartou se deixar dobrar por ameaças ou provocações.

Ressalva

A propósito desse assunto, faço uma ressalva sobre nota da coluna passada, que acabou por dar margem à interpretação diversa do que tentei expressar. Quando me referi à falência da Thenny Vídeo, fiz referência ao comércio de DVDs piratas – não como prática da empresa, mas como negócio à margem da lei, que a Thenny Vídeo sempre respeitou. Na verdade, a pirataria (e a oferta de serviços de streaming, a exemplo da Netflix) foram as causas do fechamento da empresa administrada por Fred Lima – que por sinal é um ótimo sujeito.

Especialista em ‘barrigadas’

O site Juruá em Tempo – que em nota enviada ao ContilNet me ameaça com uma ação judicial, além de tentar me depreciar como profissional de imprensa – voltou a cometer outra ‘barrigada’ (gíria que no nosso ofício define um erro grosseiro de informação). E também incorreu em mais uma omissão, a comprovar, em ambos os casos, o nível do produto final que oferece aos seus poucos leitores.

Jornalismo meia-boca

Em matéria sobre a condenação do ex-prefeito de Cruzeiro do Sul Vagner Sales (MDB), publicada na semana passada, o site juruaense revela outras de suas muitas imprecisões. Sob o altissonante título “Urgente: Mesmo condenado pela justiça e proibido de ter ligação com o poder público, Vagner poderá ser Secretário de Gladson”, o texto (que não é assinado, como de praxe por lá), comete pelo menos duas graves incorreções.

Parênteses necessários

Antes, porém, é preciso ressaltar o ineditismo que reside no fato de um jornal se submeter à humilhação de solicitar a outro a publicação de ‘direito de resposta’, como se não houvesse, no primeiro, espaço suficiente à veiculação dos faniquitos do dono.

Eis o porquê!

Apenas os malandros e os mais sagazes compreenderam a razão do despropósito: é que enquanto o Juruá em Tempo não consegue se destacar nem mesmo no município em que está sediado, este portal – graças a Deus e ao esforço e competência dos que aqui trabalham – chegou, no mês de dezembro de 2018, ao topo do ranking dos veículos mais acessados do Acre. Sim, o portal ContilNet superou, em número de acessos, todos os seus concorrentes.

Sabem de nada, inocentes!

De volta à mencionada reportagem sobre a condenação de Vagner Sales por improbidade administrativa, o Juruá em Tempo sustentou que ele estaria inabilitado para assumir cargo de livre nomeação no governo estadual. Confira o texto aqui.

Preguiça mental

Ocorre, porém, o seguinte: o ‘repórter’, a ignorar – como eu – a legislação, não se deu ao trabalho, como fiz, de consultar um advogado (isso depois de me dedicar a pesquisar o assunto na internet por conta própria).

Quem não sabe pergunta a quem conhece

Recorri aos conhecimentos do Dr. Marcos Vinicius Jardim Rodrigues, de reconhecida competência profissional. O ex-presidente da OAB-AC me afiançou que as penas impostas, no presente caso, só têm efeito após o trânsito em julgado do processo, o que deverá ocorrer apenas depois da decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ao qual os advogados de Sales certamente haverão de apelar.

 

Filigranas

Acresço ainda, com base no que me disse o Sr. Marcos Vinicius, que a tese segundo a qual o impedimento de se ‘contratar com o Poder Público’, conforme prevê a Lei de Improbidade Administrativa, é bastante controversa, não havendo, portanto, consenso sobre a proibição de uma eventual nomeação de Sales para o governo de Gladson Cameli – o que difere do que fora afirmado na citada matéria do site cruzeirense.

Questão de princípios

Com isso não estou a defender a participação do ex-prefeito do MDB na gestão do progressista. Ao contrário, tendo como base o discurso de Cameli contra a corrupção, sou o primeiro a repudiar uma eventual nomeação, para o staff oficial, de um condenado por improbidade.

Papel do STJ

Cabe acrescentar ainda que na hipótese de uma apelação ao STJ, não haveria qualquer possibilidade de reversão da condenação exarada pelos desembargadores da 2ª Câmara Cível contra o Sr. Vagner, conforme me assegurou Marcos Vinicius. No STJ, os ministros haveriam tão-somente de avaliar se a condenação imposta ao réu está em conformidade com a Lei de Improbidade Administrativa.

Como é que é?

A segunda barrigada do Juruá em Tempo é ainda pior que a primeira. O erro consiste na afirmação de que Gladson nomearia Vagner para a Secretaria Extraordinária de Articulação Política – órgão que nem sequer existe na atual estrutura administrativa do estado. E depois eu é que não passo de um pseudojornalista, ‘pedante e de estilo rebuscado’, conforme a nota assinada pelo dono do jornal de Cruzeiro do Sul.

Ataques e omissões

Vou além. O Juruá em Tempo reproduziu matéria com a informação de que “Bolsonaro e outros 141 ex-deputados já podem se aposentar com até R$ 33,7 mil”. Sim, é verdade. Bem como o é a notícia de que 26 senadores também podem solicitar o benefício. Mas isso o site não divulgou. E pelo simples fato de que um dos senadores vem a ser o Sr. Jorge Viana, do PT. Acho que o melhor a fazer, depois dessas, é perder meu tempo lendo o Brasil247 ou a Carta Capital…

Fonte: ARCHIBALDO ANTUNES, DO CONTILNET 

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