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Os astronautas da NASA ficaram no espaço para voltar à Terra: tudo o que você precisa saber | Notícias espaciais

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Os astronautas da NASA ficaram no espaço para voltar à Terra: tudo o que você precisa saber | Notícias espaciais

Espera -se que dois astronautas da NASA voltem à Terra depois de passar nove meses presos no espaço.

Sunita Williams e Barry Wilmore estão programados para deixar a Estação Espacial Internacional (ISS) na terça -feira de manhã e deve jogar na costa da Flórida à noite. O Starliner da Boeing, sua espaçonave de retorno original, era considerado inseguro Para a viagem para casa, forçando os astronautas a permanecer no espaço por muito mais tempo do que o planejado.

Aqui está tudo o que você precisa saber sobre a estadia prolongada e o tão esperado retorno:

Quem são os dois astronautas que estão presos no espaço?

Os dois astronautas preso a bordo A Estação Espacial Internacional (ISS) é Sunita “Suni” Williams e Barry “Butch” Wilmore, 61, 61, ambos veteranos viajantes espaciais treinados pela NASA.

Williams, a atual comandante da ISS e uma oficial aposentada da Marinha dos EUA, ingressou na NASA em 1998. Ao longo de sua carreira, passou 322 dias no espaço e completou nove espaciais. Anteriormente, ela manteve o recorde de mais espacadas por uma astronauta, até 2017, quando o título foi para Peggy Whitson, que completou 10.

Wilmore voou pela primeira vez para o espaço em 2009 a bordo do ônibus espacial Atlantis. Antes da missão da Boeing Starliner, ele havia registrado 178 dias no espaço. Ele atuou como engenheiro de vôo e comandante em missões anteriores, realizando pesquisas sobre o crescimento das plantas no espaço, os efeitos da microgravidade no corpo humano e as mudanças ambientais na Terra.

Na missão da Boeing, Wilmore serviu como comandante e Williams era o piloto.

Quando e como eles estão voltando à Terra?

Espera -se que Wilmore e Williams deixem a ISS um pouco depois das 12h45 do ET na terça -feira (04:45 GMT na terça -feira) depois que suas substituições na estação espacial chegaram no domingo.

Eles retornarão a bordo de uma cápsula de dragão da tripulação SpaceX, que está ancorada na estação desde setembro de 2024. cápsula originalmente trazida O astronauta da NASA Nick Hague e o astronauta russo Aleksandr Gorbunov para a ISS, com dois assentos vazios restantes para o retorno de Wilmore e Williams.

Os quatro não conseguiram retornar na mesma cápsula até que uma tripulação adicional carregando quatro outros astronautas chegasse para substituí -los.

Isso já aconteceu. A tripulação-10, que atracou na ISS no domingo às 12h04 ET (04:04 GMT), consiste nos astronautas da NASA Anne McClain e Nichole Ayers, astronauta japonês Takuya Onishi e o astronauta russo Kirill Peskov. Eles foram lançados no Kennedy Space Center, na Flórida, EUA, na sexta -feira.

Na noite de segunda -feira, o processo de Williams e Wilmore retornaram. Os preparativos para o fechamento da escotilha começaram às 22:45 ET (02:45 GMT).

A NASA está transmitindo ao vivo a viagem de partida e retorno dos astronautas. A cápsula do dragão da tripulação que os trará de volta deve desviar da ISS um pouco depois das 12h45 ET (04:45 GMT), de acordo com a NASA. Espera -se que mergulhe no Oceano Atlântico pouco antes das 18h ET (22:00 GMT).

Por que eles ficaram presos?

Williams e Wilmore ficaram presos depois questões técnicas com a espaçonave destinada a trazê -los para casa.

Eles haviam viajado para a ISS a bordo do Starliner do CST-100 da Boeing como parte de seu primeiro voo de teste tripulado. A missão, sob o programa de tripulação comercial da NASA, teve como objetivo desenvolver uma espaçonave privada para o transporte de astronautas de e para a estação. Ao terceirizar missões de órbita de baixa terra, a NASA disse que pretende se concentrar na exploração do espaço profundo, incluindo as missões de Artemis para a lua e futuras missões humanas a Marte.

Durante o voo de 25 horas para a ISS, o Starliner experimentou vazamentos de hélio e um propulsor com defeito, o que ajuda a dirigir e controlar a reentrada. Quando chegou em 6 de junho, mais quatro dos 28 propulsores falharam, adiando o encaixe na estação.

Embora os engenheiros tenham restaurado quatro dos cinco propulsores falhados, a NASA considerou a espaçonave muito arriscada para viagens humanas e enviou de volta vaziodeixando Williams e Wilmore presos na ISS.

Em agosto de 2024, NASA decidiu trazer de volta em um veículo SpaceX. A tripulação Dragon-9, lançada em 29 de setembro de 2024, está ancorada na ISS desde então, mas trazê-los para casa mais cedo teria deixado apenas um astronauta dos EUA na estação espacial, limitando a pesquisa e a resposta a emergências.

Agora, com seus membros substituídos chegando ao Crew-10, Williams e Wilmore podem finalmente voltar para casa.

Há quanto tempo os dois astronautas estão presos no espaço?

Williams e Wilmore estão no espaço desde 5 de junho de 2024, o que significa que eles passaram mais de nove meses em órbita quando retornarem.

Depois de sair de Cape Canaveral, na Flórida, em junho, eles estavam originalmente programados para ficar no espaço por apenas oito dias.

A rotação padrão da ISS para astronautas é de aproximadamente seis meses.

Como eles sobreviveram no espaço por tanto tempo?

Apesar da inesperada extensão de sua estadia, Williams e Wilmore permaneceram de boa saúde e até conduziram uma caminhada espacial juntos em janeiro.

A vida a bordo da ISS segue uma rotina estruturada com exercício, trabalho e lazer. Isso inclui rotinas regulares na esteira e na máquina de resistência para manter o osso e a força muscular.

Ao longo do ano, várias agências espaciais e empresas privadas também agendavam missões para reabastecer a estação espacial com comida, água e oxigênio, reabastecidos regularmente por missões de carga.

No Natal, os dois até desfrutaram de um jantar festivo que incluía ostras defumadas, caranguejo, pato foie gras, molho de cranberry, lagosta do Atlântico e salmão defumado, de acordo com o jornal The Times em Londres.

Williams e Wilmore também conseguiram manter contato com suas famílias por e -mail e telefone.

Em uma entrevista a Lester Holt na NBC Nightly News em novembro, Williams disse que ela e Wilmore estavam “se sentindo bem, malhando -se, comendo direito”.

“Também nos divertimos muito aqui”, acrescentou. “Pessoas que estão preocupadas conosco, na verdade, não se preocupem conosco … somos uma equipe feliz aqui em cima.”

Os astronautas já estavam presos no espaço antes?

Williams e Wilmore não são os primeiros astronautas a enfrentar uma estadia prolongada no espaço devido a circunstâncias imprevistas. Houve casos anteriores em que os astronautas tiveram que permanecer em órbita por mais tempo do que o planejado devido a problemas técnicos ou eventos geopolíticos.

O mais longo voo espacial de um astronauta dos EUA foi a missão de 371 dias de Frank Rubio a bordo da ISS, de 2022 a 2023, estendida devido a problemas com a espaçonave Soyuz que o levou à órbita. Ele finalmente retornou em uma cápsula de soja diferente.

Em 1991, o astronauta soviético Sergei Krikalev ficou preso a bordo da estação espacial Mir, agora demitida por 311 dias, devido à dissolução da União Soviética.

A turbulência política e a escassez de financiamento atrasaram seu retorno, forçando -o a permanecer em órbita por muito mais tempo do que o planejado. Quando ele finalmente desembarcou em março de 1992, ele voltou não à União Soviética, mas a uma Rússia recém -independente.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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