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Os dois relatórios direcionados a François Bayrou classificados sem seguir -up pelo Tribunal de Justiça da República
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Dois relatórios feitos ao Tribunal de Justiça da República (CJR) pelos deputados “rebeldes” e denunciando a inação de François Bayrou quando ele foi ministro da Educação no caso do caso Bétharam, foram classificados sem seguir, anunciaram o promotor geral no Tribunal da Cassação em segunda -feira, 3 de março.
Os deputados de La France Insoumise (LFI) Mathilde Panot e Jean-François Coulomme haviam enviado em 16 e 17 de fevereiro para o Sr. Heitz dois relatórios “Questionando o Sr. François Bayrou para fatos qualificados como não denúncia de maus-tratos a menores e abstenção voluntária de impedir um crime ou uma ofensa contra a integridade das pessoas” relata o procurador -geral, que lembra que esses relatórios “Como resultado de vários artigos de imprensa”.
“Após a análise, no estado dos elementos trazidos à atenção do escritório do promotor geral e o resultado das verificações realizadas, sem ofensas sob a jurisdição do Tribunal de Justiça da República parece ser caracterizada contra o Sr. François Bayrou, em sua capacidade como ministro da educação nacional em 30 de março de 1993 e 2 de junho de 1997”.disse em comunicado Rémy Heitz, exercendo as funções do promotor público na CJR.
Portanto, foi decidido classificar esses relatórios e “Para não apreender a Comissão de Solicitação para a abertura de uma informação judicial”. No entanto, se outros elementos mais apoiados, sugerindo um conhecimento dos fatos do Sr. Bayrou, foram relatados posteriormente ao CJR – a única jurisdição autorizada a continuar e julgar os membros do governo por ofensas cometidas no exercício de suas funções – um procedimento poderia ser aberto. Além disso, a decisão da CJR não afeta a queixa por “obstáculo à justiça” e “ocultação do crime” apresentada em meados de fevereiro Em Pau.
Questionado por vários testemunhos
Várias testemunhas acusam François Bayrou de estar ciente da época As acusações de violência sexual dentro deste estabelecimento escolar em Béarn, localizadas perto de Pau, da cidade da qual ele é prefeito, e frequentado por vários de seus filhos, que ele negou várias vezes.
As duas primeiras queixas foram apresentadas na primavera de 1996 pelo pai de um aluno, vítima de um tapa de um supervisor que perfurou o timpano, então um professor que denunciou um “Clima de violência”. Em 1997, uma queixa de estupro foi apresentada enquanto o Sr. Bayrou acaba de deixar a Rue de Grenelle. Mas o juiz investigador encarregado das investigações diz que este último teria “Faça o processo” para vê -lo para evocar o arquivo.
Originalmente da região, Bayrou sustenta que ele “Nunca foi informado de nada de violência ou violência um fortiori sexual” no passado. Ele denunciou em fevereiro “A mecânica do escândalo que estamos procurando” e os ataques destinados a ” família “ Após a transmissão, por MediaPartde um vídeo. Um ex -professor de Bétharram reafirmou ter alertado, em meados da década de 1990, o casal de Bayro, enquanto a esposa de François Bayrou ensinou catecismo na escola.
O presidente, Emmanuel Macron, no entanto, garantiu que o primeiro -ministro teve ” todos (s)Confiar “acreditando que François Bayrou teve “Responda a todas as perguntas sobre esse assunto com grande clareza”.
Mais de 150 denúncias
A acusação de Pau havia aberto, o 1é Fevereiro de 2024, uma investigação preliminar após a apresentação de cerca de vinte queixas de ex -estudantes deste estabelecimento católico. Nesse amplo arquivo, que foi objeto de abertura de informações judiciais em fevereiro passado, um ex-general-revenilário do estabelecimento de Betherram foi recentemente indiciado por estupro e colocado em detenção antes do julgamento.
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O coletivo das vítimas já identificou 152 denúncias, das quais quase 70 relacionadas a fatos sexuais, muitas vezes prescritas. Quarenta novas queixas foram apresentadas na semana passada, disse o porta-voz do coletivo de vítimas de violência física e sexual em Betharram (Pyrénées-Atlantiques), Alain Esquerre.
Três novos padres são notavelmente alvo de acusações de agressão sexual, enquanto um ex -supervisor, colocado sob custódia policial, mas libertado devido à prescrição, é novamente citado, segundo o porta -voz do coletivo.

Ouvir Caso de Betharram: mergulhe no coração de um “regime terrorista”
O mundo com AFP
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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