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Os Estados Unidos anunciam o envio de quase 3.000 soldados adicionais para a fronteira com o México para a luta contra a imigração ilegal

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Um soldado americano olha para a parede entre os Estados Unidos e o México, em Sunland Park (Novo México), segunda -feira, 3 de fevereiro de 2025.

O Exército Americano anunciou no sábado 1é Março, a próxima implantação de quase 3.000 soldados adicionais na fronteira com o México, levando para cerca de 9.000 o número de soldados mobilizados no local para a luta contra a imigração ilegal, erguida em absoluta prioridade pelo governo Trump.

Essas tropas devem ajudar a força de trabalho da polícia de fronteira em “Mantenha a segurança na fronteira sul”disse em comunicado à imprensa o Comando Militar Americano da América do Norte (Northcom). Soldados “Não lidere ou se envolva no bloqueio (migrantes) nem em operações de expulsão ”mas será responsável pelo monitoramento, suporte administrativo e missões de assistência logística, incluindo mais capacidade de transporte aéreo, observa o comunicado à imprensa.

“Essas implantações fornecerão agilidade e apoio adicional para combater o fluxo de migrantes e drogas ilegais na fronteira sul”disse o general Gregory Guillot, comandante da Northcom, citado no comunicado à imprensa.

No primeiro dia de seu retorno ao poder, Donald Trump assinou um decreto declarando o estado de emergência na fronteira com o México. O presidente republicano foi ordenado dois dias depois a implantação de 1.500 soldados adicionais. Ele acusa o México de não fazer isso o suficiente contra a imigração ilegal e a importação para os Estados Unidos de Fentanil, um poderoso opióide que causou estragos no país.

Durante a campanha eleitoral, o bilionário acusou os migrantes de ser “Criminosos” Quem “Sangue venenoso” dos Estados Unidos e prometeu liderar “A maior operação de expulsão na história do país”.

Pressão sobre países latino -americanos

Cerca de 11 milhões de migrantes não documentados residiam nos Estados Unidos em 2022, de acordo com a última estimativa do Ministério da Segurança Interna.

A polícia de fronteira americana diz que liderou, na fronteira com o México, cerca de 8,8 milhões de prisões de migrantes em uma situação irregular, algumas das quais várias vezes, durante os quatro anos do mandato de Joe Biden. Essas prisões experimentaram um pico no final de 2023 antes de diminuir claramente no final do mandato.

Donald Trump deu as boas -vindas neste outono no poder em um poder drasticamente acelerado, garantindo que o mês de fevereiro que termine tenha visto “A figura mais baixa” de prisões clandestinas na fronteira sul “História, de longe. “” A invasão do nosso país acabou “ele acrescentou sua rede social de verdade.

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Para acelerar as expulsões de migrantes sem documentos, seu governo pressiona os países da América Latina, para que este último aceite o retorno de seus nacionais. Nos Estados Unidos, o presidente republicano Começou a atacar os estados “santuários” tão chamados que se recusam a cooperar com a política de expulsão das autoridades federais. Seu governo também pretende manter até 30.000 migrantes ilegais na Base Militar dos EUA de Guantánamo em Cuba, que é adicionada a cerca de 40.000 lugares em campos de retenção já existentes nos Estados Unidos.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes O governo Trump incapaz de expulsar sem documentos tão massivamente quanto desejar

O mundo com AFP

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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