NOSSAS REDES

ACRE

Os Horrores do Caddo Lake: Entenda a linha do tempo e o final do filme

PUBLICADO

em

Os Horrores do Caddo Lake, o mais novo filme de M. Night Shyamalan, chegou na Max e logo começou a chamar a atenção dos assinantes. O thriller traz toda a essência do cineasta, que sempre aposta em produções misteriosas e intrigantes.

O novo filme acompanha dois personagens principais, Paris e Ellie, interpretados por Dylan O’Brien e Eliza Scanlen, respectivamente. Mesmo vivendo histórias diferentes, suas vidas estão conectadas de uma forma não só sinistra, como muito confusa.

O filme Os Horrores do Caddo Lake traz uma história que envolve diferentes linhas do tempo, viagens entre o passado e futuro, e muitos outros elementos característicos das tramas de Shyamalan.

Se você assistiu ao longa mas ainda está um pouco confuso sobre tudo o que acabou de ver, estamos aqui para te ajudar. Confira um breve resumo sobre a linha do tempo do filme e o que aconteceu no final.

Os Horrores de Caddo Lake: sobre o que é o filme?

O novo filme de M. Night Syamalan acontece em uma pequena região do Texas, que divide a fronteira com o estado da Louisiana, nos Estados Unidos. Lá, existe um lago, o Caddo Lake, que separa as duas regiões. Neste cenário, duas histórias diferentes são contadas.

A primeira é de Paris, um homem que perdeu a mãe alguns anos atrás e nunca superou o acontecido. Desde o incidente, ele tenta entender o que aconteceu exatamente naquele dia. Em um trágico acidente, ela se afogou após ter uma convulsão.

A outra história é de Ellie, uma adolescente que tem uma relação complicada com a mãe e não se sente parte da família. Quando sua meia-irmã, Anna (Caroline Falk), desaparece, ela começa a investigar o caso. É quando, aos poucos, vamos descobrindo como essas duas histórias estão interligadas.

Viagem no tempo: como acontece?

Antes de entender a linha do tempo do filme, precisamos pontuar que as viagens no tempo acontecem em uma parte específica do lago. O transporte entre passado e futuro é feito durante a época da seca, com o portal se abrindo. Ele se fecha quando a água volta a encher o Caddo Lake.

O filme mostra os personagens viajando no tempoFonte:  Divulgação/Max 

Caddo Lake: linha do tempo

Vamos conferir, em ordem cronológica, os acontecimentos mostrados no filme:

1952

A linha do tempo mais antiga do filme Os Horrores do Caddo Lake acontece em 1952, que traz situações muito importantes para o restante da história. Ali, Anna foi perfurada por um galho e é encontrada por Paris, que a levou para um grupo de fazendeiros que salvou sua vida.

Nessa situação, Anna não sabia que a viagem no tempo estava conectada aos níveis de água no lago, e acabou ficando presa no passado depois que Paris saiu.

Depois de ter sido salva, a garota foi adotada e passou a maior parte da sua vida de forma comum. Já adulta, conheceu Ben Lang, o pai de Paris, e se casou com ele. Descobrimos que Paris nasceu em 1972, quando ela tinha 28 anos. Quando Anna morreu, ela tinha 55 anos, ou seja, passou 47 anos de sua vida no passado.

1999

Em 1999, apesar de não ser um ano que recebeu a visita dos protagonistas, coisas importantes aconteceram. Este foi o ano em que Anna teve uma convulsão enquanto dirigia, tendo batido o carro e caído dentro do Caddo Lake. Paris estava ao lado da mãe no momento, mas conseguiu se salvar.

O afogamento de Anna foi o que motivou Paris a buscar por respostas. Quando ele tenta voltar para 1999 para tentar salvar a vida da mãe, suas decisões acabam resultando na sua própria morte.

2003

Em 2003, Cee (Diana Hopper) retorna a Caddo Lake para tentar reatar com Paris, o que acabou resultando na sua gravidez de Ellie. Neste mesmo ano, Paris foi atrás de médicos para tentar descobrir mais sobre as convulsões de Anna.

Então, enquanto trabalhava no lago, encontrou o portal de viagem no tempo e o mesmo colar que sua mãe usou a vida toda, que contava com um pingente do signo de câncer.

Ao encontrar o colar, Paris percebeu que o portal só era aberto quando os níveis de água do lago estavam baixos. Ainda em 2003, ele contou à Cee a sua descoberta, mas ela acreditou que ele tinha a mesma doença que levava Anna a ter as convulsões.

No mesmo ano, Paris entrou no portal e foi declarado como desaparecido.

As vidas de todos os personagens estão relacionadasAs vidas de todos os personagens estão relacionadasFonte:  Divulgação/Max 

2005

Os acontecimentos de 2005 são curtos, mas os mais importantes de Os Horrores do Caddo Lake. Depois de viajar por diferentes linhas do tempo, Ellie para em 2005, quando vai a um mercado em busca de Anna.

No estacionamento, ela encontra em um carro estacionado o mesmo colar com o pingente do signo de câncer que Anna usava, que Paris encontrou em 2003. Lá, ela conhece Cee, que está com uma criança no colo, que seria a própria Ellie do passado.

Cee achou que Ellie fosse a nova namorada de Paris, e Ellie descobriu que ela era a versão mais jovem de sua mãe, Celeste (Lauren Ambrose). Ainda em 2005, Cee parou de procurar por Paris, achando que ele havia fugido com Ellie.

Ellie, ao encontrar a versão mais jovem de sua mãe, foi atrás de um computador com internet para descobrir tudo o que aconteceu com Anna. Então, aconteceu a revelação de que ela foi transportada para o passado, em 1952.

2022

O ano mais importante do filme é 2022, o mesmo em que Anna desapareceu com oito anos de idade. O primeiro acontecimento deste ano foi Ellie destruindo diversos pratos na casa de Daniel e Celeste, que aconteceu um mês antes das primeiras cenas vistas de Ellie.

Também em 2022, vemos Ellie levando Anna para casa com seu barco após a escola. Naquela mesma noite, Ellie arrancou o dente de leite de Anna e perguntou à Celeste sobre o atestado de óbito do pai, e Anna desapareceu.

Na manhã seguinte, depois de ter ido embora às pressas, Ellie foi levar o barco de volta à Celeste, mas quando percebeu ele havia sumido. Ao mesmo tempo, vemos uma versão de Ellie do futuro levando o barco de volta para o portal.

Depois que a Ellie do futuro pegou o barco da Ellie do passado, ela foi procurar por Anna e descobriu o portal. Paris roubou o barco de Ellie, mas acabou sendo pego pela polícia como suspeito do desaparecimento de Anna.

A linha do tempo de Caddo Lake é um pouco confusaA linha do tempo de Caddo Lake é um pouco confusaFonte:  Divulgação/Max 

Enquanto Paris estava no hospital, uma forte chuva começou a cair, o que resultaria no fechamento do portal. Então, ele escapa do local para correr até o lago, mas quando pulou na represa a barragem se rompeu e ele acabou se afogando.

Praticamente no mesmo momento, Ellie retornou de 2005 a tempo de ainda pegar o portal aberto. Quando encontrou Daniel, garantiu que eles eram uma família e que Anna estava segura.

Por fim, Ellie se reconectou com Celeste ao ver a notícia sobre Paris na televisão, e disse à mãe que nem Anna e nem Paris tinham a intenção de deixá-las.

Quem é quem em Os Horrores de Caddo Lake?

Agora que a história está alinhada, fica a confusa pergunta: afinal, como ficou a árvore genealógica de Os Horrores de Caddo Lake? Basicamente, Daniel teve Anna em 2014, e aos 8 anos ela desapareceu, pois entrou no portal e viajou para 1952.

Vivendo neste período, ela deu à luz a Paris, que teve um romance com Celeste. Juntos, eles tiveram Ellie, que nasceu em 2004. Sendo assim, Ellie é meia-irmã de Anna, mas também sua neta, enquanto Daniel é seu padrasto e também bisavô.

O filme Os Horrores de Caddo Lake pode ser assistido na Max.

Leia Mais

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS