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Os líderes do Pacífico causam alarme sobre o ‘impacto direto’ do retiro climático de Trump e o congelamento de ajuda | Samoa
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Lagipoiva Cherelle Jackson
Líderes e defensores ambientais no Pacífico expressaram alarme com a decisão de Donald Trump de se retirar do acordo climático de Paris e congelar a ajuda externa, alertando os movimentos acelerarão as ameaças existenciais que enfrentam como nações nas linhas de frente da crise climática.
O acordo de Paris é o principal esforço do mundo para abordar os impactos da crise climática. Trump chamou de “injusto” e um “rasgo”.
Em entrevista ao The Guardian, o primeiro -ministro da Samoa, Fiame Naomi Mataʻafa, descreveu a decisão de Trump para sair da Paris O acordo como “muito decepcionante”, dizendo que prejudicaria a ação climática global e colocaria a sobrevivência dos países do Pacífico em maior risco.
“Nós olhamos para os EUA como um líder global, mas eles parecem não reconhecer essa questão global, não apenas para Samoa Mas para o Pacífico ”, disse Fiame.
“Não é surpreendente … no entanto, é muito decepcionante”, disse o primeiro -ministro.
UM Congele na ajuda externa dos EUA aprofundou as preocupações de que a região do Pacífico sofra ainda mais como assistência crucial para a adaptação climática, gerenciamento de desastres, resiliência climática extrema é cortada ou ameaça. Além Organização Mundial da Saúde e outros corpos multilaterais.
“Estes são os fóruns em que os pequenos países dependem; Eles são críticos para nossas vozes sendo ouvidas e nossas causas sendo abordadas ”, disse ela.
Sob o governo Biden, Washington aumentou seu Engajamento com as nações das ilhas do Pacíficoenfatizando as mudanças climáticas como uma preocupação central. Em 2022, então-Vice -presidente Kamala Harris anunciou um impulso substancial de ajuda, comprometendo -nos a triplicar Assistência à região para US $ 600 milhões.
Apesar de sua contribuição mínima, As nações do Pacífico enfrentam impactos climáticos graves e desproporcionais incluindo o aumento do nível do mar, a erosão costeira, a perda de fontes de água doce e o potencial deslocamento. Além disso, eventos climáticos extremos, como ciclones tropicais, inundações e secas, continuam a devastar infraestrutura, casas e economias em toda a região.
O acordo de Paris é o primeiro tratado climático legalmente vinculativo a reconhecer explicitamente a perda e os danos como um pilar separado da ação climática, distinta da mitigação e adaptação. Isso marcou uma vitória significativa para os países da Ilha do Pacífico, que há muito tempo pressionaram seu reconhecimento nas negociações climáticas globais.
O primeiro -ministro da Papua Nova Guiné, James Marape, disse à PNG Media que a retirada dos EUA do acordo climático de Paris estava “moralmente errado”.
“Os Estados Unidos revitalizaram recentemente suas relações com o Pacífico e é muito desanimador vê -lo recuando das negociações climáticas, que têm um impacto direto na mitigação de mudanças climáticas para nós no Pacífico”, disse Marape.
“Continuamos sujeitos ao aumento do nível do mar e aos padrões climáticos imprevisíveis que afetam vidas e economias”.
Dos exercícios fiscais de 2017 a 2023, as agências dos EUA forneceram mais de US $ 420,3 milhões para lidar com os riscos climáticos em 14 países da ilha do Pacífico e três territórios dos EUA no Pacífico, de acordo com o Escritório de Responsabilidade do Governo dos EUA. Os projetos financiados pelos EUA incluem iniciativas de resiliência climática e proteção de subsistência nas comunidades rurais das terras altas da Papua Nova Guiné e o desenvolvimento de sistemas de alerta precoce para comunidades remotas em Fiji.
Sefanaia Nawadra, com sede em Samoa, é diretor-geral do Secretariado do Programa Regional do Meio Ambiente do Pacífico (SPREP), uma organização que trabalha com os governos do Pacífico em proteção ambiental. Ele descreveu as mudanças de política climática dos EUA como “desanimador” e disse que o Pacífico deve agora “trabalhar mais e mais inteligente, juntos e com todos os parceiros disponíveis para atender às necessidades de nosso povo”.
“A mudança climática representa a maior ameaça à nossa região”, disse ele.
No entanto, a SPREP observa que outros parceiros podem intervir para preencher lacunas de financiamento deixadas pelos EUA. As nações do Pacífico recebem financiamento climático e apoio de uma variedade de outros governos – incluindo Austrália, Reino Unido, China e Japão – e também acessarão o apoio financeiro de organizações multilaterais.
Nawadra disse que os países do Pacífico “continuarão buscando e recebem apoio de parcerias existentes” para atender às suas necessidades de adaptação e mitigação.
Campanha do clima do Pacífico Facation Juccy de 350.org disse que a crise climática foi “a maior ameaça à segurança do Pacífico”, enquanto enfatizava a resiliência da região.
“As nações insulares estão se comprometendo a aumentar seus próprios planos de energia renovável e fazer sua parte para garantir nosso futuro.
“O governo dos EUA e o restante do norte global têm muito a responder em termos de responsabilidade histórica pela crise climática, mas eles não são mais quem estamos procurando liderança”, disse ela.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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