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Os mapas que mostram como os militares da China estão espremendo Taiwan | Taiwan
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Helen Davidson in Taipei
Cos militares de Hina lançaram um número recorde de incursões de aviões de guerra ao redor Taiwan em 2024, à medida que desenvolve a sua capacidade de lançar uma invasão em grande escala, algo que um antigo chefe das forças armadas de Taiwan disse que Pequim poderia ser capaz de fazer dentro de uma década.
Analistas disseram que o assédio implacável da China prejudicou os recursos de Taiwan, mas não conseguiu convencê-los a capitular, em grande parte porque a ameaça de invasão ainda era vazia, por enquanto.
A determinação de Xi Jinping de anexar Taiwan sob o que o presidente chama de “reunificação” não é segredo. Ele prometeu pública e estridentemente colocá-lo sob o controle do Partido Comunista (PCC), incluído na pátria chinesa, pela força, se necessário, em várias ocasiões, incluindo recentemente no seu discurso de Ano Novo de 2025 à nação.
Mas, num esforço para forçar Taiwan sem recorrer a um ataque militar directo, os militares – o Exército de Libertação Popular (ELP) – atacaram-no com ondas de assédio e intimidação, usando tudo, desde balões meteorológicos a porta-aviões.
Tudo isto se combinou com tácticas não militares contínuas, incluindo guerra legal e cibernética, campanhas de desinformação e a transformação das relações diplomáticas e comerciais em armas.
Mas até que a China seja capaz de uma invasão em grande escala, tais tácticas serão “sem sentido” enquanto Taiwan não se render, disse ao Guardian um antigo chefe das forças armadas de Taiwan, almirante Lee Hsi-min.
“A estratégia geral é fazer você capitular”, disse Lee.
As táticas do ELP focadas em Taiwan poderiam ser amplamente categorizadas em quatro tipos, disse ele. As táticas “intimidatórias” incluíam a guerra na zona cinzenta, como suas incursões quase diárias na zona de identificação de defesa aérea de Taiwan (ADIZ), as táticas “coercitivas” poderiam ser um bloqueio ou quarentena, os ataques “punitivos” incluíam bombardeios de mísseis e a “conquista” era um invasão em grande escala.
As tácticas coercivas incluem o que o almirante Tang Hua, comandante da marinha de Taiwan, disse ao Economist em Outubro ser uma “estratégia anaconda” do ELP para espremer Taiwan, tentando esgotar o seu sistema de resposta, forçar erros e talvez desencadear uma desculpa para lançar um bloqueio. .
Em vários incidentes – inclusive na semana passada – cabos de comunicações submarinos para Taiwan foram cortados ou danificados, alegadamente por navios chineses. A interrupção das comunicações é um elemento-chave que os especialistas esperam que faça parte de um bloqueio ou ataque.
Lee disse que a abordagem intimidatória foi concebida para dissuadir Taiwan de declarar independência e até agora teve sucesso. O objectivo de quaisquer medidas coercivas e punitivas seria forçar o governo ou o povo de Taiwan a capitular na unificação. Lee disse que o ELP era totalmente capaz desses três tipos de medidas, mas ainda não tinha lançado um bloqueio ou ataque porque ainda não foi capaz de decretar a quarta: a conquista.
“Se eles não tiverem capacidade para conduzir uma invasão em grande escala, então tomar qualquer um dos três primeiros não funcionará”, disse Lee. “Se Taiwan não capitular ao conduzir esta abordagem anaconda, o que a China poderá fazer?”
A inteligência dos EUA supostamente acredita que Xi deu ao ELP uma Prazo de 2027 para atingir a capacidade de uma invasão em grande escala. Lee disse que ninguém pode prever exatamente quando eles estarão prontos porque foi uma avaliação dinâmica que envolve também as próprias capacidades defensivas de Taiwan e os problemas contínuos de corrupção no ELP, mas ele acredita que isso ocorrerá dentro de uma década.
Na zona cinzenta
Entretanto, o treino – muitas vezes sob a forma de guerra em zonas cinzentas – continuou.
A maior parte assumiu a forma de voos da força aérea para a zona de identificação de defesa aérea de Taiwan (ADIZ). Os aviões de guerra voam com mais frequência, em maior número e cada vez mais perto de Taiwan. Cada incidente obriga os militares de Taiwan a responder, desgastando os seus recursos e moral, e minando os tempos de alerta, à medida que Taiwan é forçado a diminuir o espaço territorial que pode praticamente cobrir.
Em 2022, 1.727 aviões militares chineses voaram para a ADIZ de facto de Taiwan, o dobro do total do ano anterior. Em 2023, era um número semelhante, fortemente concentrado durante os exercícios militares lançados em Abril e Setembro, numa suposta retaliação ao que chamou de guerra de Taiwan. “atividades separatistas” incluindo uma reunião entre o então presidente Tsai Ing-wen e altos funcionários dos EUA.
Este ano, foram quase 3.000.
Ben Lewis, um analista de defesa que mantém um registo de incursões da ADIZ em código aberto, diz que o aumento em 2024 é particularmente acentuado, dado que na verdade houve muito poucas na primeira parte do ano.
Os dados de Lewis, baseados em relatórios do Ministério da Defesa de Taiwan, mostram uma calmaria nas incursões da ADIZ nos meses que antecederam a eleição presidencial de Taiwan em janeiro, que muitos analistas na época disseram ser provavelmente uma decisão de Pequim de não arriscar entrar na narrativa de ameaça da China. em que o Partido Democrático Progressista, no poder, e o seu candidato presidencial, Lai Ching-te, fizeram campanha.
Pequim normalmente associará os seus exercícios e actividades na zona cinzenta a supostas provocações, incluindo o envolvimento de Taiwan em actos de soberania ou de diplomacia internacional, ou os EUA – que têm numerosas bases militares estacionadas na região – conduzindo actividades como exercícios de liberdade de navegação.
Depois que Lai foi inaugurado em maio, Lewis disse que houve um “aumento sem precedentes” nas incursões da força aérea e da marinha do PLA, aumentando continuamente até atingir o pico em julho com mais de 430 incursões, aproximando-se do recorde relatado em agosto de 2022 durante os exercícios do PLA após Nancy Pelosi visitou a ilha. Também houve picos durante os exercícios militares.
Devido a mudanças nos métodos de relatório do Ministério da Defesa de Taiwan no início deste ano, não é mais possível ver que tipo de aviões do ELP voaram, ou para onde. A transparência reduzida é uma “oportunidade perdida” por Taiwan de chamar a atenção internacional, disse Lewis. “Há um espectro e diversidade no curso de atividade do ELP contra Taiwan – balões, UAVs (como drones), aplicação da lei marítima, atividade ADIZ, quaisquer que sejam as patrulhas conjuntas – que podem chamar a atenção das pessoas e nos ajudar a aprender sobre o que o ELP está fazendo. Mas eles simplesmente não estão compartilhando o suficiente.”
Além das incursões da ADIZ, o ELP também demonstrou operações conjuntas mais sofisticadas, cercos à ilha com drones, testes de mísseis e integração de forças civis. No seu relatório anual sobre os desenvolvimentos militares da China, o departamento de defesa dos EUA disse que o ELP “enfatizou há muito tempo a importância dos ataques conjuntos de poder de fogo como um componente de operações em grande escala” e foi explicitamente ligado a uma invasão de Taiwan nos escritos do ELP.
Exercícios militares realizados em Maio e Outubro – denominados Joint Sword 2024 A e B – cercaram a ilha principal de Taiwan com exercícios conjuntos de todos os ramos do ELP e, pela primeira vez, da cada vez mais militarizada Guarda Costeira. Os exercícios “demonstraram realmente a capacidade do ELP de aumentar as forças, fazer com que as pessoas se levantassem e se movimentassem e de tomar a área operacional”, disse Lewis. “Isso não significa que eles possam segurá-lo, mas significa que podem enfrentá-lo em um bom ritmo.”
As autoridades de Taiwan esperam agora vários exercícios do PLA visando ostensivamente Taiwan todos os anos, mas Lewis disse que Taiwan conseguiu “manter um forte controlo” com as suas respostas de cada vez.
“É preciso muito profissionalismo e capacidade para responder a um grande exercício de milícia que cerca todos os lados da sua ilha, quando o objetivo do exercício é demonstrar quanta capacidade a China tem a mais do que Taiwan”, disse ele.
Os analistas esperam que as tácticas do ELP continuem e aumentem em 2025. O governo liderado pelo DPP em Taipei rejeita veementemente a perspectiva do domínio chinês, tal como o faz uma maioria crescente do povo de Taiwan. Parece improvável que capitulem. Mas Lee disse que, por enquanto, Pequim pelo menos alcançou o seu objetivo de dissuadir Taiwan de promover a sua soberania ou independência.
“E enquanto isso eles podem praticar, preparar ou estabelecer sua capacidade para o objetivo final.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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