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Os planos dos conservadores de imigração são legais? – DW – 29/01/2025

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Bloco central-direita da Alemanha liderado pelos democratas cristãos (CDU) está pedindo uma lei de imigração mais rigorosa seguindo Um ataque de faca na cidade de Aschaffenburg Isso deixou duas pessoas mortas.

Depois que chegou à luz que o agressor era um cidadão afegão que estava programado para deportação, líder da CDU Friedrich Merz apresentou um plano de cinco pontos para conter a migração irregular.

Merz disse que o bloco da CDU surgir vitorioso em Eleição federal da Alemanha Em 23 de fevereiro, ele trabalhará para implementar seu plano o mais rápido possível. No entanto, permanecem questões sobre se suas propostas são legais, de acordo com o direito alemão e da União Europeia.

‘Último recurso’

A Alemanha faz parte da área de livre circulação de Schengen e, portanto, as verificações de fronteira são permitidas apenas “no caso de uma ameaça séria à ordem pública ou à segurança interna”. As verificações de fronteira em Schengen foram implementadas antes, por exemplo, durante a pandemia Covid-19 e após ataques terroristas.

Por este último motivo, os controles de fronteira estão em vigor em Alemanha Desde um ataque de faca na cidade de Solingen em agosto. Lá também, o suspeito de perpetrador era um requerente de asilo rejeitado que havia sido agendado para deportação.

Controles de fronteira são considerados um “último recurso” na lei da UEe só são permitidos por um período limitado de tempo. Com as fronteiras abertas estarem no coração dos princípios da UE, patrulhas constantes dos 3.800 quilômetros da Alemanha (2.630 milhas) de borda de comprimento) simplesmente não são permitidas.

Os legisladores alemães debatem a repressão à migração

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‘Bail de entrada’ pode levar a conflitos com os vizinhos

Outra parte do plano de Merz é uma “proibição de entrada de fato de todas as pessoas que não têm documentos válidos”, mesmo para os requerentes de asilo que podem ter tido que fugir com pressa.

A lei da UE exige que os requerentes de asilo devem primeiro ter seus casos processados ​​no país primeiro membro em que chegam. Esta lei, o regulamento de Dublin III, significa assim que as pessoas que vêm como refugiadas que entram na Alemanha por outro país da UE devem ser enviadas por lei. de volta ao seu porto de entrada.

No entanto, “a lei européia estipula que as pessoas devem primeiro ter permissão para entrar no país”, disse o especialista em direito da migração Daniel Thym à emissora alemã ARD. Somente após a conclusão de uma ingestão inicial, pode -se determinar se um buscador de Aslyum precisar ser enviado de volta para outro país da UE.

Mesmo assim, há casos em que os refugiados podem permanecer na Alemanha. Se, por exemplo, um parente próximo já estiver em processo de solicitação de asilo lá, eles poderão permanecer.

Tentar contornar esses padrões não apenas desrespeitaria a lei da UE; Isso inevitavelmente levaria a conflitos com os países vizinhos. A Áustria já declarou que não “retomaria” nenhum requerente de asilo rejeitado pela Alemanha.

O líder da oposição alemão sugere controles de fronteira mais rigorosos

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O bar é alto para possível ‘emergência nacional’

Há um estatuto legal que a Alemanha poderia usar para declarar uma emergência nacional e, portanto, poder fechar suas fronteiras. O artigo 72 do Tratado da UE sobre o funcionamento da União Europeia (TFEU) já foi mencionado por Merz após o ataque de Solingen como motivos potenciais para verificações de fronteira de longa duração.

Isso também enfrentaria um grande obstáculo legal. O governo teria que primeiro provar que o país estava passando por uma emergência nacional, o que seria difícil, considerando que os controles de fronteira atuais já foram significativamente restringidos a migração irregular nos últimos anos.

O atual governo liderado pelo Social Democrata Center-esquerda (SPD) foi rápido em apontar esse outro, bem como o fato de que a maioria da migração irregular poderia ser encerrada ao continuar enviando refugiados de volta ao primeiro país da UE em que entraram.

O plano da CDU poderia acelerar a reforma

Merz deve se tornar chanceler – Seu bloco está liderando nas pesquisas – suas propostas encontrarão a maioria desses obstáculos. Seu governo teria que provar sua alegação de que a Alemanha está enfrentando um nível esmagador de aplicações de asilo ou onda de crime. Mesmo assim, permitir que exceções para abrir as regras fronteiriças sejam reguladas pelo Tribunal de Justiça Europeu (TJE). Até agora, todas as tentativas de um Estado -membro de receber uma exceção falharam.

Existe uma maneira de dar certo para Merz, Daniel Thym disse à ARD, que é que a Alemanha tentando avançar, apesar das regras da UE, poderia estimular outros países a fazer o mesmo. Isso pode acelerar uma revisão do sistema de asilo da UE, que muitos países membros criticaram como altamente ineficientes.

“E então teremos que nos sentar juntos em Bruxelas muito rapidamente e nos perguntar como podemos reorganizar fundamentalmente a lei européia de asilo”, disse ele.

Este artigo foi originalmente escrito em alemão.



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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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