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Paris FC em breve nas mãos da família Arnault
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A partida parece disputada. Antoine Arnault, filho mais velho de Bernard Arnault, fundador do grupo LVMH, anunciou que a Agache, holding de investimentos da família Arnault, está “entrada em negociações exclusivas com vista à aquisição de participação maioritária no Paris FC”, por comunicado à imprensa, quinta-feira, 17 de outubro.
A empresa não detalhou os termos financeiros da operação assinada com Pierre Ferracci, empresário corso, de 72 anos, dono do clube parisiense desde 2012. A família Arnault, porém, especificou que “A Red Bull também entrou em negociações para a aquisição de uma participação minoritária” na capital deste clube de futebol, líder da Ligue 2.
Nos termos do acordo, a Agache deteria 85% do capital em 2027, enquanto o fabricante austríaco de bebidas energéticas, dono dos clubes de Leipzig (Alemanha) e Salzburgo (Áustria), deteria 15%. Inicialmente, Pierre Ferracci venderia 55% do capital a Agache, ficando com 30%, que depois venderia em 2027 à família Arnault, segundo fontes consistentes.
Às vésperas da abertura das negociações, no verão de 2024, o Sr. Ferracci detinha 58% do capital. Desde então, graças aos recursos prometidos por Agache, o fundador do grupo Alpha, especialista em consultoria para CSEs, negociou a compra dos 42% do capital detidos por três acionistas minoritários. Duas aceitaram, a Infinity Sports Venture, veículo de investimento do Príncipe do Bahrein (15% do capital) e a franco-americana Sport Bridges Venture (cerca de 17%).
“Trazer o clube de volta à elite”
Até quarta-feira, 16 de outubro, o terceiro, BRI Sports Holding, veículo de investimento da anglo-cingalesa Allirajah Subaskaran (fundador da operadora de telefonia Lycamobile), estava relutante vender os 10% que detém desde 2021. No dia seguinte, Agache conseguiu, no entanto, anunciar que iria assumir o controlo do Paris FC e prometer aos adeptos do clube que iria “trazer de volta à elite do futebol masculino”. A empresa será assessorada pela Red Bull, dona de vários clubes de futebol, incluindo o RB Leipzig, atual número dois da Bundesliga na Alemanha. O jogador de futebol Rai, figura do PSG na década de 1990, manterá as funções de embaixador.
Arnault, que assumirá a presidência do Paris FC em 2027, não especificou nada sobre os planos de mudança do clube. Sr. Ferracci pretendia deixar o estádio Charléty, localizado no 13e bairro da capital, onde o clube joga atualmente, por considerá-lo mal conservado pela Prefeitura de Paris. Ele mirou no estádio Jean-Bouin, localizado a 50 metros do Parc des Princes, no século XVI.e arrondissement – do qual o acionista do PSG, Qatar Sports Investment, ameaça sair.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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