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Paul George exits with left knee injury in Sixers’ preseason win – NBC Sports Philadelphia

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Paul George exited the Sixers’ preseason game Monday night in Atlanta with a left knee injury the team called a “hyperextension.”

In a much less significant development, the Sixers earned a 104-89 exhibition win over the Hawks.

Tyrese Maxey posted 14 points on 5-for-18 shooting and seven assists. George had eight points on 3-for-5 shooting, two rebounds and an assist in 13 minutes (more on his injury below).

Outside of Joel Embiid’s absence, the Sixers started at full strength. A Sixers official said Sunday that Embiid will not play this preseason, but that his left knee is “progressing well.” Sixers head coach Nick Nurse told The Philadelphia Inquirer’s Gina Mizell pregame that the team’s plan to manage Embiid’s health through the season is “right on course.”

Embiid provided more detail on that plan in a story by ESPN’s Tim Bontemps.

“If I had to guess, I would probably never play back-to-backs the rest of my career,” Embiid told ESPN.

The Sixers’ penultimate preseason contest will be Wednesday night vs. the Nets at Wells Fargo Center. The health of their stars is clearly a larger storyline than that game.

Below are observations on Sixers-Hawks:

Going with Gordon in starting lineup 

Instead of Caleb Martin, Nurse opted to start Eric Gordon alongside Maxey, Kelly Oubre Jr., George and Andre Drummond.

The Sixers fell behind 7-0. George opened the scoring for the team with a pull-up three-pointer, but the offense didn’t suddenly roll from there. Many of the Sixers’ half-court possessions were sloppy and out of sync. George committed turnovers on consecutive plays. 

From an individual standpoint, there’s no mystery about the 35-year-old Gordon. The 6-foot-3 veteran held up fine when 6-8 Jalen Johnson took him to the post early, contesting a missed jumper. Gordon drained his first shot, hitting a catch-and-shoot three from the left wing.

As a unit, the Sixers’ starters bounced back decently. George and Maxey totaled 13 points in the game’s first nine minutes and looked dangerous anytime Atlanta’s defense wasn’t fully organized. When Nurse subbed in Martin, Kyle Lowry and Guerschon Yabusele, the Sixers only trailed by a point. 

Promising work from George plus the second unit 

KJ Martin checked in to begin the second quarter. Every Sixers starter other than George watched from the sidelines.

Especially given how Nurse likes to play Maxey for the entire first quarter, similar lineups would make sense during Embiid-less nights in the regular season. And outside of the basic notion that George is capable of leading bench-heavy units, having Caleb Martin on the court early in the second quarter seemed right Monday. He’s a versatile, switchable player and it doesn’t hurt that he’s tight with Lowry from their time together on the Heat.

The Sixers had a sweet possession right away as drives by George and Caleb Martin eventually led to a wide-open Yabusele three. KJ Martin then scored an and-one layup in transition and the Sixers wound up tallying the first eight points of the second quarter. 

The team used a nine-man rotation in Monday’s first half and did not play Ricky Council IV until the fourth quarter.

George’s early exit

George subbed out about four minutes into the second quarter shortly after an awkward collision with Johnson. He did not return.  

The Sixers provided an update on George early in the fourth quarter, calling his injury a “left knee hyperextension,” per Mizell.

George told The Inquirer postgame that he’s “not too concerned” about the injury. 

At 34 years old, George is coming off a season in which he played 74 games and averaged nearly 34 minutes. Like with Embiid, the Sixers care much more about George’s health in the postseason than his pre-playoff statistics. And, as has long been the case with Embiid, anything pertaining to a preseason or regular-season game is far less important than the news that he has a knee injury.

Jared McCain (11 points on 4-for-10 shooting, four rebounds) was the one additional Sixer to play in the third quarter against Atlanta. The Sixers managed to build a double-digit lead and ultimately improved to 2-2 in preseason play.



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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