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Peaches: ‘Quem deveria me interpretar na cinebiografia? Amy Taylor de Amyl e os Farejadores | Pêssegos
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1 ano atrásem
Sian Cain
Qual foi o seu encontro mais digno de nota com uma celebridade?
Oh meu Deus, tantos. Aqui está uma história que nunca contei. Kelis me pediu para ir ao estúdio dela e trabalhar em uma batida para ela – isso foi em sua era Bossy. Eu estava um pouco resfriado, mas não ia abrir mão dessa oportunidade. Mas eu tinha apenas uma batida para tocar. Ela chegou lá, ouviu e disse: “Isso é legal”. Ela gravou, fez alguns vocais. Então ela disse: “Você tem mais?”
Eu não tinha mais nada! Comecei a ficar nervoso. Estávamos em um estúdio muito sofisticado que tinha paredes de vidro, então eu disse: “Só vou ao banheiro”, saí e bati meu rosto direto no vidro do estúdio. Meu nariz começou a sangrar. E então ela foi tipo, “Eu não me sinto tão bem. Eu estou indo.”
Qual é a sua opinião mais controversa sobre cultura pop?
Blackout é o melhor álbum de Britney Spears.
Você morava com Feist, em cima de uma sex shop chamada Come as You Are, em Toronto. Como ela é como colega de quarto?
Isso foi há cerca de 25 anos, mas naquela época ela era um pouco traficante. Da melhor maneira possível! Ela estava tentando ganhar dinheiro, tentando fazer sua arte, tentando fazer as coisas andarem. E deixando um rastro de corações partidos atrás dela.
Qual foi o seu maior crime de moda até agora?
Transformei todos os meus maiores crimes de moda em estilos de moda. Tenho tainha desde 1999.
Com qual animal você mais se identifica?
Um esquilo. Ele está apenas juntando aquelas nozes, juntando tudo. Eu sou um tipo de pessoa muito esquisita. Estou sempre juntando essas nozes.
Qual foi a coisa mais estranha que você comeu?
Comi lulas vivas na Coreia do Sul. É como um lanche de cerveja lá. Ele acabou de ser morto, mas os tentáculos ainda estão vivos, então você tem que mastigá-lo muito bem porque as ventosas vão sugar suas gengivas. Realmente não foi legal.
Fuck the Pain Away tem um legado incrível – em quantas listas de melhores músicas está, quantos músicos disseram que isso os influenciou. Isso te surpreende?
Foi surpreendente que tenha se tornado uma música. A gravação que existe foi a primeira vez que toquei essa música e nunca mais gravei. Então, o fato de ter saído para o mundo me surpreende toda vez que ouço isso.
Quem você quer que interprete você na cinebiografia da sua vida?
Amy Taylor de Amyl e os Farejadores.
Se você tivesse um sanduíche com o seu nome, o que conteria?
Muita mostarda e tantos tipos de queijo. Queijo fedorento e duro, como um Gouda velho ou algum cheddar velho. Quanto ao pão – o pão é feito de queijo. Eu adoro queijo. Você sabe, na Bélgica, eles comem queijo mergulhado em mostarda como lanche? Eu sou totalmente a favor.
Se você tivesse que lutar contra uma pessoa famosa, quem seria, como você lutaria e quem venceria?
Eu lutaria com Charli xcx. Puxávamos os cabelos um do outro até ficarmos todos emaranhados e não pudéssemos mais puxar os cabelos um do outro. Seria um empate porque agora teríamos que andar de cabeça colada.
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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre
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6 de março de 2026A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).
A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.
Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.
Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável.
Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas. No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.
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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
4 de março de 2026A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.
A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.
O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.
Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.
Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.
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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
25 de fevereiro de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.
Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.
Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.
Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.
Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.
Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).
A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.
Laboratório de Paleontologia
Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.
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