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Peão morre eletrocutado em fazenda no interior do Acre

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O peão Josias Torres da Silva, de 33 anos, morreu após receber uma descarga elétrica enquanto trabalhava em uma fazenda no quilômetro 40 da BR-364, na zona rural de Sena Madureira, no interior do Acre.

De acordo com o irmão da vítima, o também peão Fábio Torres, Silva foi eletrocutado após encostar em um fio e morreu no local antes de receber atendimento médico.

O irmão relatou que foi um acidente. Segundo ele, um colega de trabalho de Silva contou que ele estava em um cavalo quando de repente caiu já enrolado em um fio. Além do peão, um cachorro também morreu devido à descarga elétrica.

“Ele vinha de cavalo e o menino me falou que não sabe como foi que aconteceu, porque o fio era alto e não dava para alcançar. Mas, quando ele viu, meu irmão já estava no chão, tinha caído do cavalo e estava agarrado com esse fio. Eles correram para desligar o padrão, mas ele já estava sem vida. Morreu ele e um cachorro”, disse Torres.

O corpo de Silva foi levado para a cidade, onde está sendo velado. Ele vai ser enterrado ainda nesta quarta-feira (6), em Sena Madureira. “Nós éramos muito unidos. Ele era junto com uma mulher e tinha dois filhos. Muito triste essa situação”, lamentou o irmão.

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PAPO DE ACADEMIA

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Mesmo considerando as academias como serviço essencial, “não é o momento de reabri-las” diz empresários de Feijó e Tarauacá. (mais…)

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Mantida condenação de consumidor por litigância de má-fé

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização.

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou provimento ao recurso de apelação, interposto por um consumidor, em desfavor da empresa de telefonia do qual ele tinha contrato de serviço e teve o nome no cadastro de inadimplentes por falta de pagamento.

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização e mantiveram a condenação por litigância de má-fé.

O autor do processo interpôs recurso de apelação contra sentença de primeiro grau por ter negado indenização por danos morais a ele em um ação declaratória de inexistência de débito.

Nos autos, o consumidor alegou não ter sido informado da mudança da conta pré-paga para a modalidade pós-pago. Mesmo com algumas faturas pagas, o consumidor esclareceu que jamais pagou fatura da conta e que desconhece quem tenha efetuado o pagamento. Ele relatou ainda que a inscrição do seu nome, por outras contas sem pagamento, em cadastro de inadimplentes, se mostra ilegal e indevida.

Por outro lado, a empresa apresentou que o contrato foi efetivamente celebrado em de março de 2016 e resultou da migração do usuário de um plano para outro, que houve pagamento de algumas faturas e que as contratações ocorrem por meio virtual, tendo o recorrente fornecido todos os seus dados.

Ao decidir pela manutenção da sentença de primeiro grau, a relatora do processo, desembargadora Regina Ferrari, entendeu que os conteúdos de telas de sistema interno da operadora servem como indicativo de que o contrato foi efetivamente celebrado entre as partes e que o relatório pormenorizado de chamadas originadas da linha telefônica é elemento de prova.

“A ausência de impugnação específica na réplica – sobre os fatos impeditivos apresentados e provados pela parte ré autoriza a conclusão de que o negócio realmente foi celebrado entre as partes, cuja falta de pagamento de algumas contas mensais justifica a existência da dívida e a inserção do nome do devedor no cadastro de inadimplentes”, diz trecho do voto.

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