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Pelo menos 28 mortos em ataque israelense a refugiados escolares em Gaza | Notícias de Gaza

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O ataque em Deir el-Balah é o mais recente de uma série de ataques a escolas que abrigam famílias deslocadas em Gaza.

Um ataque aéreo israelense contra uma escola transformada em abrigo no centro da Faixa de Gaza matou pelo menos 28 pessoas e feriu dezenas de outras, segundo as autoridades palestinas.

“As equipes do Crescente Vermelho Palestino responderam a 28 mortes e 54 feridos após o ataque do exército de ocupação israelense à Escola Rafida”, disse o Crescente Vermelho Palestino na quinta-feira. O Ministério da Saúde de Gaza também confirmou o número de mortos.

“A ocupação israelense cometeu um novo massacre ao atingir os deslocados na escola (Rafida) na área de Deir el-Balah, na província central, esta tarde, onde 28 mártires e mais de 54 feridos chegaram aos hospitais”, disse o ministério.

Tareq Abu Azzoum da Al Jazeera, reportando de Deir el-Balah, disse que crianças e mulheres “foram despedaçadas pela intensidade do ataque”.

“Vi com os meus próprios olhos muitos corpos despedaçados, tornando muito difícil identificá-los, a menos que os familiares conseguissem descobrir quem eram a partir de alguns sinais nas suas roupas na morgue do hospital”, disse Abu Azzoum.

Ele disse que o exército israelense não emitiu um aviso antes de atacar o prédio.

Palestinos feridos em um ataque israelense a uma escola que abriga famílias deslocadas são levados ao Hospital dos Mártires de Al-Aqsa para tratamento em Deir el-Balah, Gaza (Ashraf Amra/Anadolu)

O exército israelita afirmou num comunicado que o ataque teve como alvo combatentes do Hamas que operavam a partir de um chamado centro de comando e controlo “incorporado num complexo que anteriormente serviu como Escola (Rafida)”.

Não forneceu provas, mas afirmou que o edifício foi usado “para planear e executar ataques terroristas contra as tropas (do exército israelita) e o Estado de Israel”.

O ataque de quinta-feira foi o mais recente de uma série de ataques israelenses a edifícios escolares que abrigam palestinos deslocados em Gaza, onde os combates duram há mais de um ano.

Os ataques mataram predominantemente crianças e mulheres. Muitas das escolas geridas pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinianos (UNRWA) também foram danificadas ou destruídas.

Em 26 de Setembro, pelo menos 15 pessoas foram mortas num outro ataque que transformou uma escola em abrigo no campo de refugiados de Jabalia, no norte de Gaza, de acordo com a defesa civil de Gaza.

Os militares israelitas lançaram um novo ataque terrestre em Jabalia, onde milhares de famílias ficaram presas dentro das suas casas, numa área devastada que já tinha sofrido múltiplos ataques terrestres e aéreos.

De acordo com Abu Azzoum, o exército israelense está “inspecionando casas” no campo e realizando prisões de homens com 14 anos ou mais.

Eles estão “levando-os para locais não revelados em toda a Faixa de Gaza”, disse ele.

Pelo menos 42.065 palestinos foram mortos na campanha militar de Israel em Gaza desde o início da guerra, em outubro de 2023.



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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