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Pelo menos 42 palestinos mortos enquanto Israel aumenta os bombardeios no centro de Gaza | Notícias do conflito Israel-Palestina

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O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, diz que as condições para se chegar a um cessar-fogo em Gaza melhoraram.

Pelo menos 42 pessoas foram mortas em ataques israelenses na Faixa de Gaza, disseram fontes médicas à Al Jazeera Árabe, enquanto as forças israelenses intensificavam o bombardeio de áreas centrais e os tanques avançavam mais profundamente no norte e no sul do enclave.

Seis pessoas foram mortas em dois ataques aéreos contra uma casa e perto do Hospital Kamal Adwan em Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza, enquanto outras quatro foram mortas quando um ataque israelense atingiu uma motocicleta em Khan Younis, no sul, informou a agência de notícias Reuters na quinta-feira. , citando médicos.

Mais tarde, um ataque aéreo israelita perto de um acampamento que albergava famílias deslocadas no leste de Khan Younis matou pelo menos cinco pessoas e feriu outras.

No campo de refugiados de Nuseirat, aviões de guerra israelitas realizaram vários ataques aéreos, destruindo um edifício de vários andares e atingindo estradas perto das mesquitas. Pelo menos 11 pessoas morreram nos ataques, segundo autoridades de saúde do Hospital al-Awda, no campo.

Eles disseram em um comunicado que dezenas de famílias ficaram presas em suas casas depois que os tanques avançaram da área norte do campo e as ambulâncias não conseguiram alcançá-las devido ao contínuo fogo dos tanques.

À medida que Israel intensificava o bombardeamento do território sitiado, as Nações Unidas alertavam que mais de dois milhões de pessoas estavam presas na Faixa de Gaza, com pouco acesso a alimentos e sem acesso a água potável.

“A comida é escassa e a fome é iminente. A maior parte do abastecimento de água de Gaza não é potável. Sem ter para onde ir, as famílias vivem em casas abandonadas ou ao ar livre”, afirmou a ONU.

Reportando do centro de Gaza, Tareq Abu Azzoum, da Al Jazeera, disse que as famílias passaram dias vivendo apenas com água potável e tâmaras.

“Além disso, civis têm relatado que membros de suas famílias foram enterrados sob os escombros de suas casas depois de serem alvo de artilharia e caças israelenses, sem poderem ser resgatados”, disse ele.

de Israel a guerra em Gaza continuou a aumentar um dia depois de Israel e o grupo armado libanês Hezbollah terem iniciado um cessar-fogo, interrompendo mais de um ano de combates e aumentando a esperança entre muitos palestinos em Gaza de um acordo semelhante entre Israel e o Hamas, que governa o enclave.

Meses de esforços para negociar um cessar-fogo produziram poucos progressos.

Ao anunciar o acordo com o Líbano na terça-feira, o presidente dos EUA, Joe Biden, disse que iria agora renovar o seu esforço para um cessar-fogo em Gaza, enquanto instava Israel e o Hamas a aproveitarem o momento.

Na noite de quinta-feira, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que as condições para se chegar a um acordo para garantir a libertação dos prisioneiros israelenses na Faixa de Gaza melhoraram consideravelmente.

Questionado sobre um possível acordo numa entrevista ao Canal 14 local, Netanyahu disse: “Acho que as condições mudaram muito para melhor”.

O ataque de Israel a Gaza matou pelo menos 44.330 palestinianos e feriu 104.933 desde Outubro de 2023. Israel lançou a guerra depois de pelo menos 1.139 pessoas terem sido mortas em ataques liderados pelo Hamas contra Israel em 7 de Outubro de 2023, e cerca de 250 outras terem sido feitas prisioneiras.



Leia Mais: Aljazeera

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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