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Pelo menos dois mortos depois que o carro levou a multidões na cidade alemã de Mannheim | Alemanha

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Pelo menos dois mortos depois que o carro levou a multidões na cidade alemã de Mannheim | Alemanha

Kate Connolly in Berlin

Um carro entrou em multidões no centro da cidade alemã de Mannheim, matando pelo menos duas pessoas e ferindo várias outras depois que a polícia alertou sobre ameaças terroristas nas festividades regionais de carnaval.

O motorista de um SUV preto foi preso de acordo com um porta -voz da polícia, e as forças de toda a cidade estavam alertadas por preocupações de que outros suspeitos pudessem estar em geral. Os avisos foram emitidos ao público para ficar longe do centro da cidade.

Testemunhas descreveram pessoas deitadas no chão no local, perto da paradeplatz central de pedestres depois que o carro entrou na multidão, seguindo na direção de uma torre de água. Tentativas estavam sendo feitas para ressuscitar pelo menos duas pessoas no local. Várias fontes de notícias relataram dois mortos e 25 feridos, embora isso não tenha sido imediatamente confirmado pelos funcionários.

A polícia disse que ainda não está claro se o motorista havia levado seu veículo deliberadamente para a multidão comemorando o carnaval antes da temporada de jejum da Quaresma. No entanto, o incidente segue uma série de ataques violentos, incluindo dois outros bobagens de carro, em Munique no mês passado e em Magdeburgo em dezembro. Mannheim foi palco de uma facada em maio de 2024, na qual um policial foi morto e cinco pessoas feridas.

Todos esses ataques foram realizados por migrantes, alimentando um debate acalorado sobre a política de imigração do país antes das eleições gerais da Alemanha no mês passado. A votação foi conquistada pela aliança conservadora da CDU/CSU, que fez campanha em promessas de apertar os controles de fronteira, enquanto a alternativa anti-imigrante de extrema direita, Für Deutschland, ficou em segundo lugar com seu melhor resultado de sempre.

A temporada de carnaval da Alemanha culmina em Rose segunda -feira (Rose segunda -feira), com multidões em vestido extravagante e desfiles de carros alegóricos que normalmente apresentam exibições cômicas e satíricas de eventos que dominam os assuntos atuais. Mannheim realizou seu desfile principal no domingo.

As forças de segurança alertaram os organizadores do carnaval e o público há mais de uma semana sobre avisos publicados em contas de mídia social relacionadas ao grupo militante Islâmico, pedindo aos seguidores que realizem ataques nas fortalezas do carnaval da Renã, às quais Mannheim pertence e áreas do sul, ambos os católicos.

A ministra do Interior da Alemanha, Nancy Faeser, que deveria assistir a um desfile popular em Colônia na segunda -feira, cancelou sua participação para viajar para Mannheim, disse um porta -voz.

Kasim Timur, 57 anos, que dirige um café em Paradeplatz, disse ao Spiegel on -line por telefone: “Isso quebra o coração”. Um de seus colegas relatou ter visto alguns dos gravemente feridos, incluindo crianças, disse ele. Outro colega, a caminho de trabalhar no café, tinha visto uma Ford de cor Ford de cor escura correndo em direção a Paradeplatz, disse ele.

“Inicialmente, ela pensou que era alguém que havia causado um acidente e fugiu da cena”, disse ele. “Só mais tarde ela entendeu o que havia acontecido.” Timur disse que a cidade ainda não havia superado o ataque de facada há menos de um ano. “Agora o horror está de volta”, disse ele a Spiegel. “Isso é muito assustador.”

Segundo relatos da mídia, três pessoas estavam recebendo tratamento de emergência no Hospital Universitário de Mannheim, incluindo dois adultos e uma criança. Oito equipes de trauma médico estavam prontos para participar de adultos e crianças, de acordo com o hospital.

A polícia instou as pessoas a não publicar vídeos do ataque ou espalhar informações que não haviam sido oficialmente confirmadas, alertando de numerosos “relatórios falsos” relacionados ao ataque que circulavam nas mídias sociais.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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