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Pescadores salvam homem que caiu da ponte Rio-Niterói: 72 metros de altura; vídeo

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O homem, seu Divino, dá mamadeira na boca do Príncipe, o cachorro adulto resgatado das ruas de São Paulo. A cena é puro amor. - Foto: @vaniedivino/TikTok

Imagine cair de uma altura de 72 metros, o equivalente a um prédio de 24 andares, e ficar isolado no mar. Pescadores salvam um homem nessas circunstâncias sob a ponte Rio-Niterói, uma das mais famosas do país, que tem 13 quilômetros de extensão e fica na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro.

O vídeo do resgate viralizou nas redes. É que os pescadores fizeram de tudo para chegar perto do homem, que estava ilhado, e jogaram a boia, aproximando o barquinho até conseguir tirá-lo do perigo. O nome disso é empatia!

Não se sabe se o homem caiu ou se jogou lá de cima. Porém, independentemente do que ocorreu, os pescadores conseguiram salvá-lo. Nas redes, disseram que o nome dele é Murilo Lima.

Operação resgate

Os pescadores conseguiram fazer o resgate do homem que estava se segurando em uma das vigas da ponte.

De acordo com relatos, de cada dez pessoas que “caem” da ponte Rio-Niterói uma apenas consegue sobreviver. E Murilo venceu.

O homem, que foi salvo há quatro dias, pode se considerar um sujeito de sorte e que nasceu de novo.

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Ponte com restrições

O fluxo de veículos na ponte Rio-Niterói é bastante intenso. Em média, são 150 mil veículos por dia.

O local é considerado perigoso para pedestres e ciclistas. Por esta razão, é proibida a travessia a pé ou de bicicleta.

Apesar dos 13,2 quilômetros de extensão, a travessia é demorada. Em momentos de baixo fluxo, a média é de 20 minutos.

Porém, quando o trânsito é intenso o motorista pode levar cerca de uma hora para ir do Rio de Janeiro a Niterói e vice-versa.

Veja fotos e assista ao vídeo abaixo:

Os pescadores jogaram a boia, o homem conseguiu agarrar e ser retirado do perigo. Na ponte Rio-Niterói é proibida a passagem de pedestres. Não se sabe como ele caiu ali. Foto: @orlando.souza18 Os pescadores jogaram a boia, o homem conseguiu agarrar e ser retirado do perigo. Na ponte Rio-Niterói é proibida a passagem de pedestres. Não se sabe como ele caiu ali. Foto: @orlando.souza18

Assista ao incrível resgate do homem ilhado na ponte Rio-Niterói:



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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Curso combate a incêndio florestal-2026 (2).jpeg

O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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