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Pete Hegseth diz que o bate -papo do Signal não tinha ‘planos de guerra’. Ele está errado, digamos especialistas | Donald Trump News
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2 anos atrásem
Em uma pista do Havaí, o secretário de defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, disse a um repórter em 24 de março: “Ninguém estava enviando mensagens de texto para planos de guerra, e isso é tudo o que tenho a dizer sobre isso”. No dia seguinte, ele repetiu a declaração.
O governo Trump Textos do grupo de sinal contou uma história diferente.
Em 24 de março, o editor-chefe da revista Atlantic Jeffrey Goldberg Detalhou como ele foi adicionado acidentalmente a um bate -papo em grupo no sinal do aplicativo de mensagens com os funcionários do governo Trump discutindo uma greve aérea iminente aos adversários dos EUA no Iêmen.
Na história inicial, Goldberg disse que os “planos de guerra” que ele recebeu no bate -papo mencionavam “informações precisas sobre pacotes de armas, metas e tempo”. Goldberg não incluiu mensagens detalhadas sobre as greves militares por causa de suas preocupações sobre a publicação de informações de segurança sensíveis.
O Conselho de Segurança Nacional confirmou a autenticidade do tópico e disse que analisaria como o número de Goldberg foi adicionado à cadeia.
Seguindo a Casa Branca e as negações de Hegseth de que “planos de guerra” foram discutidos, O Atlântico publicou o tópico de texto completo. As mensagens divulgadas em 26 de março mostram que a Hegseth enviou informações sobre quando as aeronaves e os drones lançariam, quando as bombas caíam e o movimento esperado dos alvos.
Quando entramos em contato com a Casa Branca para comentar, um porta -voz nos apontou para o post do secretário de imprensa Karoline Leavitt em X de que “não foram discutidos planos de guerra”.
Os EUA chocado Os combatentes houthis em 15 de março, como parte dos esforços para enfrentar o grupo que atacou repetidamente navios no Mar Vermelho desde o início de outubro de 2023 da guerra de Israel contra Gaza.
Após a segunda história do Atlântico, o consultor de segurança nacional Mike Waltz escreveu sobre X, “Sem locais. Sem fontes e métodos. Sem planos de guerra”. Hegseth fez um post semelhante no X, dizendo que as mensagens lançadas não incluíam nomes ou alvos, o que significava “esses são alguns planos de guerra realmente de merda”. O secretário de Estado Marco Rubio também disse: “Não havia planos de guerra lá”.
Os militares não usam oficialmente o termo “planos de guerra”, disseram especialistas militares. Os planos militares mais aprofundados são detalhados-centenas ou até mil páginas-e incluem informações sobre a implantação de força.
Ainda assim, a maioria dos especialistas com quem conversamos disse que os civis considerariam de maneira ampla e correta os tipos de detalhes incluídos nas mensagens de sinal como planos específicos.
Depois que o Atlântico publicou as mensagens em sua totalidade, Michael O’Hanlon, membro sênior de política externa da Brookings Institution, disse: “A falta de dar coordenadas -alvo, é o mais específico possível”.
O que Hegseth compartilhou e o que os especialistas fazem disso
No artigo inicial, Goldberg disse que as mensagens de Hegseth continham “detalhes operacionais dos próximos ataques no Iêmen, incluindo informações sobre metas, armas que os EUA estariam implantando e sequenciando”.
Em uma entrevista com o apresentador do MSNBC, Jen Psaki, o porta-voz da Casa Branca sob o ex-presidente Joe Biden, após a publicação da história, Goldberg disse que as mensagens continham “o tempo específico de um ataque futuro, alvos específicos, incluindo os alvos humanos que não foram mortos, mas os sistemas de armas, que não foram mortos.
O artigo de acompanhamento de 26 de março no Atlântico incluiu estas mensagens de Hegseth:
- “Hora agora (1144ET): o tempo é favorável. Acabei de confirmar com o CENTCOM que estamos indo para o lançamento da missão”.
- “1215ET: lançamento do F-18S (1º pacote de ataque)”
- “1345: ‘Janela do 1º ataque baseado em gatilho’ Baseado no gatilho (Terterrorist é @ seu local conhecido, então deve chegar a tempo-também, o lançamento dos drones de greve (MQ-9S)”
- “1410: mais lançamento do F-18S (2º pacote de ataque)”
- “1415: greve dos drones no alvo (é quando as primeiras bombas definitivamente cairão, pendente de alvos anteriores de ‘baseados no gatilho’)” ”
- “1536 F-18 2nd Strike começa-Além disso, o primeiro Tomahawks baseado no mar foi lançado.”
- “Mais a seguir (por linha do tempo)”
- “‘Atualmente, estamos limpos no opsec’ – ou seja, segurança operacional.”
- “Amora de Deus para nossos guerreiros.”
Especialistas militares disseram que os textos não representam um plano completo, mas contêm detalhes assustadoramente específicos.
“A frase ‘Plano de Guerra’ geralmente (mas nem sempre) refere -se a um documento de planejamento mais abrangente, que pode executar centenas de páginas, com detalhes de como os militares dos EUA pretendem buscar um objetivo militar específico”, disse Nora Bensahel, professora de prática do site da JONS Hopkins School de estudos internacionais avançados e editor contribuinte para a guerra nos rocks, um site da Johns Hopkins.
Depois de ver as mensagens, Bensahel disse: “Esses são planos operacionais claros para o uso da força militar. Não vejo como o governo pode reivindicar esses planos de guerra, porque são planos claros para a guerra”.
Um guia do Departamento de Defesa de 2023 define um plano de operação, também conhecido como Oplan, como “um plano completo e detalhado que contém uma descrição completa” e uma “lista de força e implantação de força e cronometramento”.
“Temos oplans como contingência se tivermos que ir à guerra”, disse Ty Seidule, aposentado do Brigadeiro do Exército dos EUA, que serviu no Exército dos EUA por mais de três décadas e é professor visitante de história do Hamilton College. “Como tínhamos para o Iraque em 1990 e 2003. Eles correm para milhares de páginas e incluem detalhes incríveis”.
As mensagens de texto não chegaram a um Oplan, disse Seidule, mas a versão “Cliffsnotes”, com “todos os detalhes importantes de uma operação militar” e “claramente uma violação de segurança da primeira ordem”.
Os textos recém -revelados “equivalem a detalhes operacionais de um conceito de operação (CONOP) ou, neste caso, coloquialmente, um pacote de greve”, disse Heidi A Urben, professor de prática da Universidade de Georgetown e ex -oficial de inteligência militar.
Seidule disse que Hegseth tem um ponto de que a troca de texto não era um longo plano de guerra, mas “o que ele usou foram todos os detalhes importantes de uma operação conjunta contra uma força inimiga, o que é pior”.
Thane Clare, que serviu na Marinha por 25 anos e se aposentou como capitão, disse que como o Departamento de Defesa não usa o termo “plano de guerra”, que “tecnicamente dá a Hegseth et al uma saída completamente falsa”. Clare agora é membro sênior do Centro de Avaliações Estratégicas e Orçamentárias, uma fonte de análise de defesa independente.
No entanto, Clare disse: “O bate -papo do Iêmen é 100 % de informações operacionais sensíveis que revelam detalhes críticos das operações iminentes”.
Especialistas militares viram muitos problemas de segurança com funcionários do governo usando o Signal para comunicar os planos.
“Todos na comunidade Intel-Defence sabe que o Signal fornece PGP, uma boa proteção”, disse Robert L Deitz, professor de políticas públicas da Universidade George Mason que foi consultor geral da Agência de Segurança Nacional e consultor sênior do diretor da CIA. “É ótimo para crianças que planejam uma festa de bebidas adolescentes. Isso manterá seus pais fora do ciclo. Mas nenhuma organização intela séria no mundo está bloqueada pelo PGP”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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