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Phil Lesh, baixista fundador do Grateful Dead, lendário grupo de rock, morreu
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O baixista Phil Lesh, um dos fundadores do grupo americano de rock psicodélico Grateful Dead, morreu sexta-feira, 25 de outubro, aos 84 anos, de acordo com um comunicado de imprensa publicado em sua conta no Instagram. O músico “faleceu pacificamente”, “Rodeado de família e amor”observa o comunicado de imprensa.
The Grateful Dead foi um dos grupos emblemáticos da contracultura nascido na década de 1960. Nascido em São Francisco, o grupo formado por Jerry Garcia, Bob Weir, Bill Kreutzmann, Ron McKernan e Phil Lesh oferecia então uma combinação sutil de rock, bluegrass e. música folclórica. Mais do que os seus sucessos, são sobretudo os seus concertos, sempre originais, que estabelecerão a sua reputação.
Pelos Estados Unidos, as viagens do grupo são acompanhadas por uma verdadeira caravana de admiradores, mais conhecidos pelo nome «Deadheads»que não hesitam em percorrer milhares de quilómetros para não perder nenhuma das suas actuações.
Ao pé das pirâmides
Em 1978, o Grateful Dead se tornou a primeira banda de rock ocidental a se apresentar ao pé das pirâmides egípcias. No final da década de 1970, ao contrário de muitos grupos californianos jogados no esquecimento pela morte do movimento hippie, o Grateful Dead continuou seu caminho. Em 1987, o grupo fez um retorno notável às primeiras posições das paradas com Toque de cinza. Um sucesso como o treinamento nunca havia experimentado antes.
Phil Lesh, nascido em 1940 na Califórnia, destacou-se dentro do grupo pelos seus solos de baixo, trazendo para o primeiro plano o instrumento muitas vezes relegado a um papel de acompanhamento. Ele estava sendo tratado de tumores cancerígenos em 2015, após sua última turnê de despedida. Discreto – concedeu poucas entrevistas – o baixista foi, no entanto, reconhecido como um membro importante do grupo, num brilhante contraponto aos solos de guitarra de Jerry Garcia.
Músico multi-talentoso, Lesh foi primeiro violinista, depois trompetista aos 14 anos, chegando até a ingressar na Orquestra Sinfônica de Oakland. Em 1965, ele quase desistiu da música depois de terminar a faculdade, quando Jerry Garcia o convidou para tocar baixo em uma banda, The Warlocks. Ele objeta que não toca baixo. Garcia pergunta a ele: “Você não tocava violino?” » E quando Lesh responde positivamente, Garcia exclama: “Bem, aí está! » E Phil Lesh toca baixo. O grupo foi renomeado como Grateful Dead logo depois.
Jerry Garcia morreu em 1995.
O mundo com AFP
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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre
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7 de maio de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.
Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
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5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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