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“Podemos tratar situações conflitantes mais rapidamente, antes de degenerarem”

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"Podemos tratar situações conflitantes mais rapidamente, antes de degenerarem"

Discordâncias entre as equipes foram feitas para trabalhar juntas nos mesmos projetos após uma reorganização; Uma funcionária em delicadeza com seu gerente a quem ela critica por sua falta de apoio; Outro que critica seu n + 1 por falta de comunicação; Dois colegas frios após um mal -entendido durante uma reunião: tantas situações conflitantes que tornam a vida cotidiana da vida do escritório, mas que, na ausência de uma solução, degradam a atmosfera e a motivação. E, finalmente, essas disputas interpessoais ou coletivas afetam a produtividade e a qualidade do trabalho fornecido.

Consciente desse risco, um número crescente de grandes administrações e empresas (Thales, Orange, La Poste, SNCF, Crédit Agricole, Renault, AXA, a Diretoria Geral de Finanças Públicas, o Fundo Nacional de Seguros da Maladie, etc.) estabelecer células internas lideradas por mediadores treinados na mediação social. O princípio? As partes interessadas da disputa usam voluntariamente e confidencialmente esses intermediários.

Razões econômicas

“A missão deles não é decidir a disputa, ao contrário do que está acontecendo nos procedimentos de arbitragem, mas apoiá -los para uma solução”especifica Sophie Henry, delegada geral do Centro de Mediação e Arbitragem de Paris (CMAP), que aconselha as empresas sobre esse assunto e formam mediadores internos. No final do processo, os funcionários em questão assumem compromissos mútuos para evitar o ressurgimento do conflito.

Mas por que montar um dispositivo interno, sabendo que é possível usar a mediação social externa?

Entre os grandes empregadores, o volume de casos processados ​​pode justificar a internalização da função por razões econômicas: um consultor externo fatura cerca de 6.000 euros em sua intervenção, indica o CMAP.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Entre as empresas, um aumento lento no uso da mediação

Outra justificativa: os mediadores internos conhecem bem a cultura corporativa e os desafios enfrentados pelos funcionários. Além disso, “Com um dispositivo interno, ganhamos capacidade de resposta e podemos tratar situações conflitantes mais rapidamente, antes de degenerarem”Pointe Pierre-Henri Haran, vice-presidente de recursos humanos em Thales (18.000 funcionários na França). O grupo de defesa, que havia encontrado um aumento no atrito após o CoVVI-19, lançou em 2024 sua própria estrutura de sessenta mediadores, incluindo dez responsáveis ​​por intervir nos casos mais complicados.

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Leia Mais: Le Monde

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critérios e avaliação em 2025

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critérios e avaliação em 2025

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As melhores seguradoras do Brasil se destacam pela capacidade de cumprir obrigações, atender aos clientes e oferecer soluções adequadas aos riscos das empresas. No entanto, não existe uma única resposta universal. A escolha depende de critérios técnicos, regulatórios e operacionais que variam conforme a necessidade do contratante.

Como identificar as melhores seguradoras do Brasil

As melhores seguradoras devem atender a requisitos objetivos. Primeiro, precisam estar autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Em seguida, devem demonstrar capacidade financeira para cumprir as indenizações.

Além disso, indicadores como o volume de prêmios, o índice de sinistralidade e o nível de reclamações ajudam a avaliar o desempenho.

Critérios técnicos de avaliação

Para selecionar uma seguradora, a empresa deve considerar critérios específicos:

  • Solidez financeira: capacidade de pagamento de sinistros;
  • Especialização: atuação em ramos como garantia ou engenharia;
  • Estrutura operacional: atendimento e gestão de sinistros;
  • Conformidade regulatória: adequação às normas da SUSEP.

Além disso, a aderência ao tipo de risco é determinante. Por exemplo, empresas que contratam seguro empresarial precisam avaliar se a seguradora compreende o setor em que atuam.

Segmentos relevantes no mercado brasileiro

O mercado de seguros no Brasil se divide em diferentes segmentos. Cada um atende necessidades específicas:

  • Seguros patrimoniais e operacionais;
  • Seguros de responsabilidade civil;
  • Seguros de garantia;
  • Seguros de engenharia.

Nesse contexto, o seguro-garantia se destaca em contratos públicos e privados. Ele assegura o cumprimento de obrigações contratuais.

Por outro lado, o seguro de risco de engenharia cobre danos ocorridos durante a execução das obras. Assim, ele atende empresas que atuam em construção e infraestrutura.

Ranking e indicadores do setor

Os rankings variam conforme o critério utilizado. Alguns consideram o volume de prêmios, enquanto outros analisam a satisfação do cliente ou a solvência.

Por isso, a empresa deve evitar decisões baseadas apenas no posicionamento no ranking. Em vez disso, deve analisar dados consistentes e compatíveis com sua necessidade.

Além disso, relatórios da SUSEP e de entidades do setor oferecem informações confiáveis sobre desempenho e participação de mercado.

Como escolher a seguradora adequada

Para escolher entre as melhores seguradoras do Brasil, a empresa deve seguir um processo estruturado.

Primeiro, identificar os riscos que se deseja cobrir. Em seguida, comparar coberturas disponíveis. Depois, avaliar as condições contratuais, os limites e as exclusões.

Além disso, a análise deve incluir suporte técnico e capacidade de atendimento. Isso garante que a seguradora responda adequadamente em caso de sinistro.

Portanto, a escolha não depende apenas do custo, mas da capacidade de resposta e da aderência ao risco.

Papel das seguradoras na gestão de riscos empresariais

As melhores seguradoras do Brasil atuam como parte da estratégia de gestão de riscos das empresas. Elas oferecem cobertura e transferem os impactos financeiros decorrentes de eventos inesperados.

Além disso, ao contratar seguros adequados, a empresa reduz a exposição a perdas que podem afetar sua operação. Por isso, a escolha da seguradora influencia diretamente a continuidade do negócio.

Consequentemente, avaliar a capacidade técnica e financeira da seguradora torna-se um passo necessário para garantir proteção efetiva e previsibilidade operacional.

Como escolher entre as melhores seguradoras com foco em risco e cobertura

As melhores seguradoras do Brasil se definem pela capacidade de atender às necessidades específicas de cada empresa. Ao considerar critérios técnicos e regulatórios, é possível estruturar uma proteção alinhada aos riscos e garantir maior estabilidade operacional.




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