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poder em busca de uma grande maioria

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Os senegaleses elegem, no domingo, 17 de novembro, os seus deputados, os líderes do país visando a maior maioria possível para implementar a agenda de ruptura e justiça social com que foram levados ao poder há oito meses. As seções eleitorais abriram a partir das 8h (9h, horário de Paris) e devem fechar às 18h. Projeções confiáveis ​​da nova Assembleia poderão estar disponíveis já na manhã de segunda-feira.

Bassirou Diomaye Faye foi eleito presidente no primeiro turno, em março. Ele é desprovido de qualquer experiência executiva, mas foi puxado para o topo pelo entusiasmo e aspiração de mudança de uma população jovem testada por três anos de confronto político e crise económica.

O seu ardente mentor, Ousmane Sonko, que deveria estar no seu lugar se a sua candidatura não tivesse sido invalidada, tornou-se primeiro-ministro.

Durante meses, esses advogados de uma “pan-africanismo de esquerda” liderou uma coexistência conflituosa com uma Assembleia ainda dominada pela antiga maioria presidencial. Faye dissolveu-o assim que os prazos constitucionais permitiram, em setembro. Cerca de 7,3 milhões de eleitores são chamados a eleger 165 deputados que exercerão mandatos de cinco anos.

O primeiro-ministro votou pela manhã e aproveitou para apelar à calma: “A democracia se expressa na paz e na estabilidade. E penso que quando estamos numa democracia não há lugar para a violência”.

“As pessoas estão em processo de (…) escolher os seus representantes na Assembleia Nacional. Ele faz isso com calma, com serenidade, na pura tradição democrática senegalesa”.deu as boas-vindas ao Presidente Faye após a votação. “Sempre haverá vencedores no final desta eleição. Também haverá perdedores. Mas, em última análise, será o povo senegalês quem sairá vencedor”.ele insistiu.

Um tom virulento e violência esporádica

Os eleitores devem decidir se dão ou não à dupla Faye-Sonko os meios para cumprir as suas promessas: melhorar a vida de uma população, uma grande parte da qual luta diariamente para sobreviver, partilhar com eles os rendimentos provenientes recursos naturais como os hidrocarbonetos e a pesca que teriam sido vendidos no estrangeiro, combater a corrupção, etc. O custo de vida continua a ser uma grande preocupação, tal como o desemprego, superior a 20%.

Historicamente, os senegaleses alinham as suas escolhas nas eleições presidenciais e legislativas. O partido do Sr. Sonko dos Patriotas Africanos do Senegal pelo Trabalho, Ética e Fraternidade (Pastef) é o favorito.

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Sonko multiplicou-se durante três semanas de campanha por todo o país, prometendo projetos e investimentos nas regiões por onde passou, insultando os seus adversários desde dentro, exaltando o patriotismo e a soberania nacional face aos ocidentais hostis, segundo ele, ao seu governo. . Como quando ele era um oponente, ele soprou as brasas a ponto de pedir vingança contra seus ativistas atacadosantes de amolecer. Apesar do tom virulento, a violência foram esporádicos durante a campanha.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes No Senegal, fim de uma campanha tensa para as eleições legislativas

Do lado oposto, a oposição está dispersa, apesar dos acordos entre coligações. Ex-presidente Macky Sall fez campanha remotamente de Marrakech. No entanto, ele jurou se aposentar da política depois de deixar o poder em março. O seu suposto herdeiro, o antigo primeiro-ministro Amadou Ba, derrotado nas eleições presidenciais, apresenta a sua própria lista. O presidente da Câmara de Dakar, Barthélémy Dias, captou alguma da luz trocando diatribes com o Sr. Sonko.

Retomam a queixa formulada por um certo número de senegaleses segundo a qual o Sr. Sonko falava muito e agia pouco. A pessoa em questão nega isso enquanto defende o estado em que ele e o Sr. Faye encontraram o país.

O mundo com AFP



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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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