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Polêmica envolvendo vereadores de Tarauacá e pagamento de dívida de INSS repercute nas redes sociais
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7 anos atrásem
Presidente da Câmara, vereador Raquel de Sousa, pagou nesta segunda-feira, 17, dívida de R$14.969,80 do Legislativo Mirim, e evitou crise política entre Câmara e Prefeitura de Tarauacá. Secretários da Mesa Diretora teriam se recusado a pagar, segundo Cleudom Rocha.
Segundo o articulador político Cleudom Rocha, o vereador Nasso Kaxinawá (PCdoB) e a vereadora Neirimar Cornélio (PDT), tentaram prejudicar o município, para não receber recursos para o asfaltamento de seis ruas.
Nesta segunda-feira, 17, circularam informações nos corredores da política local, que os vereadores que compõem a Mesa Diretora na qualidade de 1º e 2º Secretários, e ordenam os pagamentos de despesas, teriam se recusado a autorizar a quitação de dívida do INSS referente ao mês de novembro de 2018, sob o argumento de que o Presidente estaria ausente da cidade.
Segundo informações, uma das consequências da recusa em pagar a dívida da Câmara Municipal no valor de R$ 14.969,80 seria tornar o Município inadimplente, uma vez que o CNPJ da Prefeitura é o mesmo da Câmara de Vereadores.
O Presidente em exercício, vereador Antônio Araújo, na sexta-feira, 17, teria demonstrado a intenção de pagar a dívida da Câmara, e de imediato convocou os Secretários Nasso e Veinha para realizar o pagamento, entretanto, os parlamentares teriam se recusado a assinar e autorizar o pagamento.
A recusa em quitar a dívida do ente municipal provocou repercussão na rede social, e estremeceu as relações entre a Mesa Diretora e Prefeitura, porque uma das consequências seria extrema: prejudicaria a Prefeitura, inviabilizando o recebimento de verbas oriundas de convênios.
Já nesta segunda-feira, 17, o Presidente da Câmara, vereador Raquel de Sousa, determinou o pagamento, mesmo a contragosto dos secretários da Mesa Diretora, para evitar prejuízo ao Município. Em seguida, o Presidente comunicou a Prefeitura enviando cópia do pagamento.
O assunto foi comentado nas redes sociais, e gerou polêmica no município. O radialista Raimundo Accioly defendeu os parlamentares dizendo “Dependesse de Veinha e Nasso. Tava tudo asfaltado”.
Contestando as polêmicas, a parlamentar Neirimar Cornélio afirmou “Se dependesse apenas da minha pessoa, Tarauacá estaria de outra forma, é sempre bom procurar saber das coisas pra depois pode falar, obrigada”.
O radialista José Gomes comentou “Onde há a difamação nisso, quando o fato exposto está correto? A dívida existe!”
A assessoria de comunicação da Prefeitura de Tarauacá informou à Reportagem do Acre.com.br que o Município fez todos os procedimentos determinados por lei, como licitação, projeto de engenharia e terraplenagem para pavimentação de seis ruas de Tarauacá, e está aguardando o recebimento dos recursos para iniciar as obras.
Nos bastidores da política local, a polêmica tornou-se uma “preocupação institucional” para a gestão da Prefeita, e só foi apaziguada após o Presidente da Câmara de Vereadores de Tarauacá, por ato de ofício, quitar a dívida de INSS no valor de R$ 14.969,80.
O não pagamento da dívida inviabilizaria a pavimentação de seis ruas do município.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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