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Policiais penais presos responderão por tráfico e envolvimento com organização criminosa

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Em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira, 11, o diretor-presidente do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Arlenilson Cunha e os delegados de Polícia Civil Karlesso Nespoli e Pedro Vinicius, falaram acerca da operação em conjunta entre as instituições que resultaram na prisão de dois agentes penitenciários conhecidos como Francisco Jeferson e Gabriel, quando chegavam ao local de trabalho, no presídio estadual Francisco D’ Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco.

A prisão dos policiais ocorreu devido os dois carregarem uma quantidade ainda não revelada de maconha, chips e cartas que seriam entregues aos apenados da FOC. A dupla estava sob monitoramento do Serviço Inteligência do Iapen e da Polícia Civil. Segundo informações, foram apreendidos R$ 15 mil em espécie, uma pistola calibre 380, além de três celulares e um veículo modelo Polo.

O delegado de Combate ao Narcotráfico (Denarc), Karlesso Nespoli, afirmou que as investigações continuam apesar da prisão de dois agentes. Segundo ele, a nova fase da investigação irá apurar se há mais servidores envolvidos ou não.

“As investigações vão se aprofundar para verificar se tem mais servidores envolvidos ou não. Os dois estavam indo para o plantão e assim que eles chegaram foram abordados e na revista foram encontrados os objetos”, afirmou.

O presidente do Iapen, Arlenilson Cunha, informou que tanto a Polícia Penal quanto a Polícia Civil já vinham realizando investigações e colhendo as devidas informações sobre os suspeitos. Segundo Arlenilson, os dois envolvidos irão responder na corregedoria pelos atos praticados devidamente amparados pelo direito de defesa e a presunção da inocência como manda a lei.

“Essa não é uma notícia muito agradável, mas vale destacar que os bons policiais, aqueles que zelam pela ordem pública e pela segurança estão com o sentimento de dever cumprido por retirar esses dois indivíduos do meio”, destacou.

De acordo com o delegado Pedro Vinicius, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas, o trabalho integrado entre Iapen e Polícia Civil possibilitou a prisão dos envolvidos e a apreensão dos materiais.

“A investigação específica neste caso vai continuar no sentido de identificar pessoas envolvidas na mesma prática. Todo o material apreendido nesta ação, como dinheiro, celulares, entorpecentes e arma, será submetido à perícia para colher elementos comprobatórios que subsidiarão o inquérito policial investigativo. Eles responderão por tráfico de drogas e organização criminosa. Cada crime tem a variação de pena e eventualmente eles podem pegar de 5 a 15 anos”, finalizou o delegado.

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publicado:
12/05/2026 05h40,


última modificação:
12/05/2026 05h49

TEMA: (IN)JUSTIÇA CLIMÁTICA: IMPACTOS NA AMAZONIA

 



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