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Policial de DC condenado por avisar o líder dos Proud Boys antes do ataque ao Capitólio | Washington DC

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Edward Helmore

O ex-chefe da unidade de inteligência da Polícia Metropolitana em Washington DC foi considerado culpado de avisar Enrique Tarrio – o preso e ex-líder dos Proud Boys – que havia um mandado de prisão contra ele antes do dia 6 de janeiro. Ataque ao Capitólio em 2021.

Shane Lamond foi acusado de denunciar Tarrioque na época do ataque ao Capitólio era procurado pela queima de uma faixa do Black Lives Matter.

Tarrio está cumprindo pena de 22 anos depois de ser condenado por conspiração sediciosa em conexão com o motim do Capitólio. Tarrio foi preso quando chegou a Washington em um vôo vindo de Miami, dois dias antes do ataque.

Durante o depoimento de Tarrio no tribunal, ele disse que queria viajar para Washington antes do ataque de 6 de Janeiro para “acabar com isto” – e montar uma “tenda de circo” para usar a sua prisão como uma “jogada de marketing”.

Lamond foi considerado culpado na segunda-feira de quatro acusações, incluindo uma de obstrução à justiça e três de mentira aos investigadores.

O veredicto seguiu-se a um julgamento que contou com o depoimento de Tarrio, que afirmou ter mentido simultaneamente para seus colegas Proud Boys sobre o recebimento de informações de uma fonte no Washington DC departamento de polícia.

Um grande júri federal acusou Lamond em maio de 2023 de obstruir a investigação sobre a queima da faixa um mês antes do ataque ao Capitólio – quando os Proud Boys percorriam as ruas de Washington DC para uma campanha pró-Donald Trump evento.

Durante o julgamento de Lamond, os promotores disseram que o ex-policial agiu como um “agente duplo” dos Proud Boys. Tarrio e Lamond se comunicaram “pelo menos 500 vezes usando serviços de mensagens baseados em nuvem”, alegou a acusação, incluindo 101 mensagens no Telegram que deveriam desaparecer.

A defesa de Lamond disse que as comunicações do cliente com Tarrio faziam parte de seu trabalho. Mas os promotores mostraram que Lamond escreveu sobre sua afinidade com os Proud Boys. Nessas comunicações, Lamond disse que apoiava o grupo e não “queria ver o nome ou a reputação do seu grupo arrastados pela lama”, alegou uma acusação.

De acordo com a acusação, Lamond também informou Tarrio que tentou convencer outra unidade do departamento de polícia de Washington DC de que os Proud Boys não eram racistas.

“Eu disse a eles que vocês são formados por muitos latinos e negros, então não é uma coisa racista. Na verdade, eu disse algo que é político, mas depois chamei a atenção para as bandeiras de Trump e americanas que foram levadas pela Antifa e incendiadas”, escreveu Lamond em uma suposta mensagem contida na acusação. “Eu disse que tudo isso também teria que ser classificado como crime de ódio.”

pular a promoção do boletim informativo

Após o ataque de 6 de janeiro, que teve como objetivo manter Trump no cargo depois de perder as eleições de 2020 para Joe BidenLamond e Tarrio supostamente continuaram a se comunicar. Tarrio disse a Lamond que achava que “poderia ter impedido tudo”, ou seja, o ataque ao Capitólio, em outra suposta mensagem citada na acusação.

Um relatório de vigilância do gabinete do inspector-geral do Departamento de Justiça dos EUA no início de Dezembro descobriu que 26 informantes do FBI estavam em Washington DC para protestos relacionados com as eleições em 6 de Janeiro – e 17 tinham entrado no Capitólio ou numa área restrita ao redor do edifício durante o motim.

“Para aqueles que acompanham a pontuação em casa, isso foi rotulado como uma perigosa teoria da conspiração meses atrás”, escreveu JD Vance – que servirá como vice-presidente depois que Trump retornar à Casa Branca em janeiro – escreveu. em X.

Mas não está claro se Lamond ou Tarrio estarão entre os mais de 1.500 réus acusados ​​– e mais de 1.100 condenados – que Trump prometeu perdoar no “primeiro dia” do seu novo mandato.

“Vou agir muito rapidamente, no primeiro dia”, disse Trump no Meet the Press, da NBC News, no início de dezembro, quando questionado sobre quando planejava perdoar seus apoiadores acusados. Ele disse ao meio de comunicação que poderia haver “algumas exceções” aos seus perdões se os indivíduos tivessem agido de forma “radical” ou “louca”.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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