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Por que a política no Reino Unido ou nos EUA não consegue lidar com Taylor Swift? Porque ela é uma força por direito próprio | Gaby Hinsliff
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Gaby Hinsliff
Quando as pessoas dizem que a música pode mudar o mundo, geralmente não se referem a músicas que capturam com uma intimidade brilhante e nítida o que as meninas sentem.
Significam canções de protesto, canções políticas, hinos contra a guerra do Vietname; não as trilhas sonoras dos verões dolorosos da adolescência ou das danças de crianças de oito anos no parquinho. Em resumo, elas não se referem às músicas da Taylor Swift. Mas foi isso que Malala Yousafzai, a Vencedor do prêmio Nobel da paz ativista pelo direito das mulheres à educação, costumava cantar com suas amigas que cresciam no Paquistão. Música, ela postou no Instagram, depois de assistir a um dos shows de Swift Shows em Londres neste verão“fez com que eu e meus amigos nos sentíssemos confiantes e livres”. É por isso que, no Afeganistão, o Talibã proíbe.
Neste fim de semana, Swift esteve em Miami, iniciando a etapa final de uma Eras Tour que coincide perfeitamente com a etapa final da eleição mais importante dos EUA em décadas. Já é um rolo compressor económico, desencadeando despesas de fãs suficientes para ter um impacto mensurável no PIB local onde quer que chegue à cidade, a turnê também é cada vez mais um veículo político.
Na noite de sexta-feira, Swift postou um rolo do Instagramcom a legenda “de volta ao escritório”, de si mesma explorando o estádio antes do show, vestida de jeans e carregando seu amado gato – uma escolha acertada, dada a demissão de Kamala Harris pelo escolhido republicano para vice-presidente JD Vance como uma gata sem filhos.
Os democratas estão pegando carona furiosamente no endosso de Swift à chapa Harris/Walz fazer um empurrão para os eleitores mais jovens de que necessitam desesperadamente, com cartazes espalhados pelo estádio com anúncios proclamando “Estou na minha era de votar” e activistas distribuindo pulseiras de amizade com o tema Kamala (trocar pulseiras é um ritual Swiftie).
Nenhum eleitor indeciso se deixa convencer por gritar junto com Cruel Summer, mas esse não é o ponto: este é um exercício de conseguir votos. Sua base de fãs é jovem, em sua maioria mulheres, com um contingente considerável de homens gays e, portanto, de tendência liberal. Quanto mais deles ela conseguir motivar a votar numa eleição altamente marcada pelo género, pior para Donald Trump. Por mais surreal que pareça, Swift tornou-se um poderoso ponto de encontro para a resistência liberal à misoginia da “direita alternativa” numa eleição que fez o mundo livre prender a respiração.
Taylor Swift não é apenas uma estrela pop agora. Ela é a convergência da celebridade com o tipo de soft power – quem mais poderia ficar com Yousafzai, dois futuros reis e como é metade do gabinete britânico para seus shows em Londres? – que adquiriu arestas mais duras neste verão.
Pois um poder como este tem consequências. Ela enfureceu o movimento Maga muito antes endossando formalmente Harris/Walz e elogiando sua posição sobre o aborto e os direitos LGBTQ+. Durante meses, ela tem sido o foco de cada vez mais perturbados teorias da conspiração do estado profundosugerindo que ela é uma fachada para algum tipo de conspiração diabolicamente complexa para fraudar as eleições que, como todas as teorias da conspiração, só é engraçada até que algum lunático acredite.
O escritório nem sempre tem sido um lugar confortável para Swift ultimamente. Em meados de julho, um homem americano que teria feito ameaças contra ela nas redes sociais foi preso na cidade alemã de Gelsenkirchen a caminho do show dela, para o qual ele tinha ingresso.
Menos de quinze dias depois, três meninas foram mortas a facadas num workshop de dança com tema de Taylor Swift na cidade inglesa de Southport, num ataque cujo motivo permanece desconhecido. (Swift conheceu alguns dos sobreviventes em particular em Londres neste verão.) Em agosto, a cantora cancelou três concertos em Vienadepois de a polícia austríaca ter interrompido um suposto plano terrorista islâmico para matar o que chamou de “um grande número de pessoas”. Foi um eco sombrio do atentado bombista de 2017 em um show de Ariana Grande em Manchester, onde 22 pessoas morreram.
Francamente, não culpo a mãe dela, que virou empresária, por ficar assustada em Londres e supostamente insistir no tipo de escolta policial de luz azul entre o hotel e o estádio normalmente reservada para chefes de estado. Tampouco creio que tenha sido simplesmente a atração de ingressos gratuitos para shows que levou a ministra do Interior, Yvette Cooper, e o prefeito de Londres, Sadiq Khan, a tomar uma atitude interesse na proteção de Swift e a viabilidade de um evento no valor de cerca de £ 300 milhões para a capital.
Ainda assim, a briga profundamente boba resultante permitiu que os editores publicassem fotos enormes de Swift com calcinhas brilhantes por dias a fio, só finalmente pulando no tubarão quando Boris Johnson (de todas as pessoas) usei para acusar Keir Starmer de parecer corrupto.
Se a primeira-ministra tivesse secretamente esperado que um pouco de sua poeira estelar fosse transmitida a ele, quando ele estava fotografado em um show do Swift? Provavelmente. Ele tentará esse tipo de coisa novamente agora? Quase certamente não. Se Taylor Swift conseguir um título de nobreza ou um contrato de PPE, eu avisarei você. Às vezes parecemos uma ilha muito, muito pequena. Enquanto isso, Swift está de volta ao escritório, aumentando temporariamente o PIB da Flórida e tentando eleger uma mulher negra como presidente.
Quando a revista Time escolheu o cantor e compositor de 34 anos como seu Pessoa do Ano em 2023, seu perfil sugeria que seu poder residia em dar às mulheres e meninas “condicionadas a aceitar demissão, críticas e maus-tratos de uma sociedade que trata suas emoções como inconsequentes” permissão para acreditar que esses sentimentos realmente importam, por meio de suas canções. Um ano depois, ela pede que eles façam com que seus sentimentos sejam importantes por meio de seus votos. Um gentil lembrete de que se a música quiser mudar o mundo, ela nunca o fará por si só.
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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