ACRE
Por que o governo de Keir Starmer está buscando cortar benefícios Bill | Benefícios
PUBLICADO
2 anos atrásem
Richard Partington Economics correspondent
O governo de Keir Starmer pretende cortar bilhões de libras dos gastos com bem -estar antes da declaração da primavera.
Quanto o governo gasta em bem -estar?
Os gastos com o bem -estar aumentaram nos últimos anos para apoiar o envelhecimento e a população cada vez mais indispensável da Grã -Bretanha.
Os gastos totais de bem-estar foram de cerca de £ 296 bilhões em 2023-24 e estão previstos pelo Escritório de Responsabilidade Orçamentária (OBR) para atingir quase £ 378 bilhões até o final da década. A maior parte do dinheiro é gasta em aposentados-a £ 142 bilhões em 2023-24.
No entanto, os gastos com benefícios relacionados à saúde para adultos em idade ativa aumentaram acentuadamente nos últimos anos e desde a pandemia covid em particular. A conta de benefícios de incapacidade de 16 a 64 anos-às vezes conhecidos como benefícios de doença-que são testados por meios e para benefícios de incapacidade, que não são, foi de cerca de £ 48 bilhões em 2023-24, e deve atingir quase £ 76 bilhões em 2030.
O que está por trás da conta de bem -estar em ascensão?
Existem dois drivers principais que contribuem para 90% do aumento dos gastos com bem -estar entre agora e 2030.
Primeiro, uma população envelhecida e a trava tripla do governo – que garante um aumento no valor da pensão básica e nova do estado todos os anos pelo maior crescimento, inflação ou 2,5%dos ganhos.
Segundo, o aumento de casos para benefícios de saúde e incapacidade.
Vários fatores estão por trás do aumento das reivindicações de benefícios relacionadas à saúde, mas os especialistas concordam que a Grã-Bretanha geralmente se tornou uma nação cada vez mais indispensável nas últimas décadas-com um forte aumento nos problemas de saúde mental em particular.
Cerca de 8,2 milhões de pessoas em idade ativa têm condições de saúde que limitam o trabalho-não apenas entre os requerentes de benefícios-e a cada ano mais de 300.000 pessoas deixam seus empregos e acabam deixando a força de trabalho completamente, de acordo com a The Health Foundation.
Os níveis de obesidade e diabetes aumentaram acentuadamente, enquanto a proporção de famílias em idade ativa com pelo menos um adulto com deficiência aumentou na última década, de acordo com a Fundação Resolução. Durante um período de tempo semelhante, problemas de saúde mental relatados também saltaram de 8% para 10% das pessoas em idade ativa para 13% e 15%, de acordo com o Instituto de Estudos Fiscais.
O rápido crescimento de reivindicações de benefícios relacionados à saúde tem não foi comparado em outras economias ricas. Isso poderia significar que o Reino Unido teve um grande choque em saúde – talvez ligado para registrar as listas de espera do NHS e os serviços públicos em ruínas.
O Reino Unido também possui níveis comparativamente baixos de suporte básico de desemprego e requisitos mais exigentes de busca de emprego. Em meio ao custo da crise de vida, que poderia incentivar os requerentes a buscar direitos relacionados à saúde.
Embora os gastos com benefícios relacionados à saúde para não-operários tenham aumentado de 1,2% do PIB em 2005-06 para 2,2% em 2025-26, isso foi amplamente compensado ao cair em gastos com outros benefícios para essa faixa etária-de 3,5% a 2,8% no mesmo período.
No geral, o nível de gastos com benefícios para esse grupo permaneceu aproximadamente estável em cerca de 5%.
Por que o trabalho quer reformar o bem -estar?
O objetivo do trabalho é levar mais pessoas no trabalho e economizar dinheiro com a conta de benefícios.
Existem três forças motrizes: as finanças públicas, a economia e a política.
Reeves está pressionando para encontrar economias de £ 6 bilhões do bem -estar antes da declaração de 26 de março da primavera para garantir que suas regras fiscais sejam atendidas. No entanto, Liz Kendall, secretária de trabalho e pensões, está pressionando para reciclar algumas das economias no apoio ao trabalho.
A Grã-Bretanha é um dos poucos países do mundo desenvolvido com uma taxa de emprego menor do que antes da pandemia, após um forte aumento no número de adultos que deixam a força de trabalho por causa da doença a longo prazo.
Os números oficiais mostram inatividade econômica-quando os adultos em idade ativa não estão em um emprego ou procurando trabalho-aumentou cerca de 2,8m, próximo a um recorde. Conseguir mais pessoas em posição de trabalhar ajudaria os empregadores a recrutar, apoiando as ambições do trabalho de aumentar a economia.
No ano passado, o Instituto de Estudos de Emprego Estima-se que a economia fosse de £ 25 bilhões por ano e as finanças públicas de £ 16 bilhões por ano melhor se a Grã-Bretanha tivesse mantido seus níveis de emprego pré-Covid. Consertar a saúde da nação poderia Economize o NHS £ 18 bilhões por ano Em meados dos anos 2030, de acordo com o IPPR ThinkTank.
Fazer mais pessoas no trabalho também ajudaria a economizar dinheiro com a conta de benefícios, em um círculo virtuoso para a economia e as finanças públicas. O grande debate é como o governo impulsiona essa mudança.
Para Starmer, também há uma dimensão política. O primeiro-ministro argumenta que um “profundo valor britânico” é que, se alguém pudesse trabalhar, deveria-se afastar para o terreno político tipicamente direto e se inclinar Pesquisas de opinião Mostrar que os eleitores pensam que os benefícios a elegibilidade não são rigorosos o suficiente.
Que mudanças poderiam ser feitas?
A mão -de -obra já prometeu cortar £ 3 bilhões nos próximos três anos e deve anunciar bilhões a mais em economia do pagamento da independência pessoal (PIP), o principal benefício da incapacidade.
Uma opção pode ser congelar o prêmio PIP da inflação – uma abordagem até George Osborne evitou enquanto congelava muitos outros benefícios por quatro anos. A troca de políticas do Centre-Right ThinkTank, em um relatório apoiado pelo ex-secretário de Trabalho e Pensões David Blunkett, também sugeriu tornar Pip condicional para as crianças de 16 a 30 anos.
Reformas para a elegibilidade universal de crédito também podem ser buscadas, de acordo com detalhes relatados pela ITV. Isso pode incluir aumentar a taxa básica para quem procura trabalho, enquanto corta a taxa para os julgados impróprios pelo trabalho.
O trabalho está, no entanto, enfrentando uma reação de instituições de caridade, ativistas e parlamentares em seus bancos traseiros, pois os cortes de benefícios atingiriam os mais pobres e mais vulneráveis da sociedade mais difíceis.
A Joseph Rowntree Foundation diz que 900.000 crianças vivem em uma família onde alguém recebe benefícios de doença por meio de crédito universal (UC).
Sua pesquisa mostrou que quase metade dos adultos em uma família em que alguém afirma que a UC relacionada à saúde também está em uma família sem acesso confiável a alimentos suficientes, nutritivos e saudáveis, em comparação com 11% de todos os adultos em idade de trabalho.
Alguns especialistas também alertam que o corte de benefícios teria um efeito limitado na condução do emprego. No início desta semana, a Comissão de Vida Trabalho mais saudável concluiu que o emprego extra e o apoio à saúde salvar mais do que custariacom economia de até £ 1,1 bilhão em cinco anos.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
3 minutos atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
Relacionado
ACRE
Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 dia atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
Relacionado
ACRE
Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
6 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE7 dias agoUfac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
ACRE6 dias agoAlunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
ACRE1 dia agoUfac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
ACRE3 minutos agoUfac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login