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Por que prêmio da Mega da Virada deve bater recorde – 30/12/2024 – Cotidiano
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A espera do resultado da Mega da Virada, principal sorteio das Loterias Caixa, virou uma das tradições dos brasileiros na última noite do ano.
E, na sua 16ª edição, ela chega a um prêmio estimado de R$ 600 milhões, o maior valor nominal já projetado em todas as edições do prêmio.
O recorde anterior foi registrado em 2023, quando o valor chegou a aproximadamente R$ 588 milhões, divididos entre cinco pessoas. Em valores atuais, porém, o prêmio do ano passado valeria cerca de R$ 617,5 milhões.
O sorteio desta edição ocorre na terça-feira (31/12) às 20h, com transmissão ao vivo pela televisão e pelas redes sociais da Caixa.
Mas por que a projeção do prêmio é tão alta neste ano?
Em nota, a Caixa explicou que, antes de anunciar a estimativa do prêmio de um concurso, como a Mega da Virada, são feitas análises preditivas.
Essas análises levam em conta o histórico de vendas de anos anteriores e o impacto de outras modalidades de loteria, além do prazo disponível para as apostas.
Para calcular o valor estimado do prêmio, a Caixa aplica os percentuais específicos previstos para cada faixa de premiação, seguindo regras definidas pelo Ministério da Fazenda.
Esses percentuais são aplicados sobre a arrecadação que a loteria espera alcançar.
Do valor total arrecadado, 43,35% são destinados ao pagamento de prêmios. Essa porcentagem é dividida entre as diversas faixas de premiação (acertadores de 6, 5 e 4 números).
De 2020 a 2023, houve aumento no valor nominal e real do prêmio principal:
- 2023: R$ 588.891.021(cerca de R$ 617,5 milhões em valores atuais, considerando o índice IPCA)
- 2022: R$ 541.969.966 (cerca de R$ 595 milhões atualmente )
- 2021: R$ 378.124.727 (cerca de R$ 439,6 milhões atualmente)
- 2020: R$ 325.250.216 (cerca de R$ 418,7 milhões)
A Caixa não divulgou a quantidade de apostas realizadas até o momento.
Mas, neste ano, o montante milionário de R$ 600 milhões pode ser explicado como um reflexo da expectativa de crescimento na arrecadação, do impacto da inflação e da popularidade cada vez maior das apostas.
Em 2023, a Mega da Virada arrecadou mais de R$ 2,42 bilhões e teve 485,25 milhões de apostas.
A inflação também tem influência no valor da aposta: houve reajuste no preço da aposta simples, que subiu de R$ 4,50 para R$ 5,00 em 2023.
Em abril do ano passado, a Caixa anunciou um reajuste de R$ 0,50 nos valores de apostas em seis modalidades, a Lotofácil, Mega-Sena, Quina, Lotomania, Timemania e Dia de Sorte.
Na época, a Caixa informou que a mudança dos preços foi necessário “para recuperar o valor monetário das apostas, tendo por base a atualização de seus valores originais utilizando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)”.
Como o valor do prêmio depende do valor arrecado, a popularidade das apostas é outra explicação para o recorde.
Histórico de milionários
Desde sua criação, em 2009, a Mega da Virada já premiou 121 apostas que acertaram as seis dezenas.
Na edição de 2023, cinco apostas dividiram o prêmio recorde de R$ 588,9 milhões, levando cerca de R$ 117,7 milhões cada. Os números sorteados no concurso foram 21, 24, 33, 41, 48 e 56.
O prêmio não acumula: se ninguém acertar as seis dezenas, o valor é dividido entre os acertadores da segunda faixa (cinco números) e assim por diante.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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