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Por que Trump está desmontando o Departamento de Educação – e o que vem a seguir? | Notícias dos tribunais

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Por que Trump está desmontando o Departamento de Educação - e o que vem a seguir? | Notícias dos tribunais

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva na quinta -feira para desmontar o Departamento de Educação do país Em uma tentativa de cumprir uma promessa controversa de campanha.

O departamento tem sido curado por conservadores que argumentam que a educação deve permanecer sob controle do estado e que o departamento é poluído por idéias liberais.

Os desafios constitucionais impedem um lançamento suave da ordem de Trump. Aqui está tudo o que sabemos:

O que o Departamento de Educação faz?

O departamento é uma agência no nível do gabinete que analisa a política educacional nacional dos EUA. Foi formado em 1979 pelo Congresso, motivado pelo ex -presidente democrata Jimmy Carter.

O departamento distribui empréstimos federais e ajuda para a educação, incluindo o Pell Grant, que beneficia estudantes de baixa renda; coleta dados sobre o sistema educacional dos EUA; identifica questões no sistema; e aplica as leis da educação federal relativas à não discriminação e direitos civis.

Mesmo antes de Trump assinar a ordem executiva na quinta -feira, seu governo estava dirigindo atrito para a agência.

Antes de Trump ser inaugurado, o departamento tinha 4.133 trabalhadores. Desde sua inauguração, a equipe quase passou pela metade com 600 funcionários aceitando renúncia voluntária, enquanto o restante foi colocado em licença administrativa. Em 11 de março, havia aproximadamente 2.183 trabalhadores no departamento.

Os cortes de empregos estão acontecendo ao lado de uma força de trabalho mais ampla corta em todo o governo federal liderado por Elon Musk e seu Departamento de Eficiência do Governo (DOGE).

O que a ordem executiva diz?

A ordem é chamada “Melhorando os resultados da educação, capacitando pais, estados e comunidades”. Ele pede que o aliado de longo prazo, secretário de Educação, Linda McMahon, para facilitar o fechamento do departamento.

A ordem diz que o fechamento do departamento daria às crianças e aos pais a chance de escapar de “um sistema que está falhando com elas”.

“A burocracia da educação federal não está funcionando”, diz a Ordem, citando 2024 dados da Avaliação Nacional do Progresso Educacional (NAEP). Os dados mostraram que 70 % dos alunos da 8ª série estavam abaixo da proficiência na leitura e 72 % estavam abaixo do proficiente em matemática.

Como os alunos nos EUA estão se apresentando?

O relatório de 2024 da NAEP mostra que não houve uma mudança significativa na maneira como os alunos estão marcando sobre leitura e matemática desde 2022.

Mas, de maneira mais ampla, os dados NAEP mostram que, desde o início dos anos 70, as pontuações médias para a leitura para os alunos da oitava série não aumentaram ou diminuíram significativamente. Desde 1973, os escores médios de matemática aumentaram constantemente até 2012, após o que viram uma leve queda e diminuíram constantemente antes de pegar um pouco em 2024.

De acordo com o Better Life Index, criado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e publicado em 2020, os EUA ficaram em 8º dos 41 países em termos de escolaridade. No entanto, em termos de habilidade do aluno, os EUA ficaram em 19º. Além disso, o aluno médio nos EUA se saiu acima da média da OCDE em leitura, alfabetização, matemática e ciências.

Em matemática, os EUA ficaram em 28º dos 37 países da OCDE em 2022, de acordo com o Pew Research Center. Na ciência, os EUA ficaram em 12º no mesmo ano.

O que os americanos querem?

De acordo com uma pesquisa de opinião de 2024 realizada pela All4ed, sem fins lucrativos nacionais, 58 % dos entrevistados entre as linhas do partido não desejavam que o Departamento de Educação fosse abolido.

“Este é um teatro político, não políticas públicas graves”, disse Ted Mitchell, presidente da Organização de Ensino Superior sem fins lucrativos, o Conselho Americano de Educação, em resposta à ordem de Trump.

“O governo e o Congresso devem se concentrar em melhorar o importante trabalho que o departamento realiza que beneficia os americanos comuns, não cortes unilaterais e impensados ​​na força de trabalho do departamento e na capacidade de servir os americanos”, disse Mitchell em comunicado divulgado na quinta -feira.

O que acontecerá com os empréstimos estudantis?

De acordo com a ordem executiva de Trump, empréstimos e subsídios continuarão sendo entregues.

O departamento é a maior fonte de empréstimos para estudantes universitários dos EUA. O saldo pendente de empréstimos nos EUA é de US $ 1,69 trilhão para quase 43 milhões de mutuários estudantis.

A ordem diz que “a entrega eficaz e ininterrupta de serviços, programas e benefícios nos quais os americanos confiam” será garantida.

Trump disse na quinta -feira que esses serviços “serão preservados na íntegra e redistribuídos a várias outras agências e departamentos que cuidarão muito bem deles”.

Embora não esteja claro como essa redistribuição será dada, Trump disse que os estados assumiriam a maioria das funções do departamento.

O que vem a seguir?

A ordem de Trump não pode ser lançada sem a aprovação do Congresso, uma vez que apenas o legislador tem a discrição de fechar um departamento no nível do gabinete.

Alguns membros do Congresso avançaram, dizendo que apoiariam a decisão de Trump.

“Concordo com o presidente Trump que o Departamento de Educação falhou em sua missão”, disse o senador republicano Bill Cassidy, da Louisiana, em comunicado à imprensa.

“Como o departamento só pode ser fechado com a aprovação do Congresso, apoiarei os objetivos do presidente enviando uma legislação para realizar isso o mais rápido possível.”

No entanto, pode não ser fácil para Trump obter a aprovação do Congresso.

Se a legislação for introduzida, 60 membros do Senado de 100 assentos precisarão votar para encerrar o departamento. Apenas 53 senadores são republicanos, ficando aquém da maioria necessária.

Em 2023, a Câmara dos Deputados votou no fechamento da agência. A medida foi oposta não apenas pelos democratas, mas também por 60 republicanos. Atualmente, a Câmara tem 218 republicanos e 213 democratas.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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