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Prefeitura de Rio Branco apresenta ações de infraestrutura para 2018

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A prefeita de Rio Banco, Socorro Neri, apresentou na noite desta quinta-feira (14) o cronograma de ações de infraestrutura e metodologia do trabalho previstos para o segundo semestre de 2018 a lideranças comunitárias e vereadores. O encontro foi realizado no auditório da secretaria de Estado de Educação com a presença do secretariado municipal.  
As ações incluem a manutenção  viária. Com a escassez de recursos  do governo Federal e orçamento de R$ 804 milhões, sendo apenas R$ 492 milhões de recursos próprios, e cerca de 2%  disso para investir em infraestrutura, a prefeita ressaltou que terão  prioridade as ações que beneficiem um maior número possível de pessoas, como a manutenção dos principais corredores de ônibus, vias estruturantes, vias de acesso aos bairros, ramais com maior produção e que tenham unidades de ensino e de saúde.
As ações serão integradas entre as secretarias e desenvolvidas de junho a novembro deste ano, incluindo a operação tapa buracos, limpeza urbana, sinalização e paisagismo.
Para realizar os serviços, a EMURB, que voltou a usinar o asfalto utilizado no recapeamento de ruas, contará com 76 máquinas e outros equipamentos e 143 trabalhadores. A limpeza urbana terá 15 máquinas e 70 servidores. A assistência à área rural ficará com 2 patrulhas mecanizadas e 36 homens. Os serviços de recuperação  asfáltica serão realizados sempre no sentido centro bairros. “Temos 1000 Km de ramais e estradas vicinais, a cidade conta com 800 Km de malha viária, sendo 600 pavimentados, o que requer um grande esforço por parte da prefeitura nessa manutenção”, ressalta a prefeita.     
De acordo com Socorro Neri, o planejamento garante que a prefeitura possa manter a excelência na gestão, responsabilidade fiscal e qualidade social dos gastos. “ È importante destacar que a Prefeitura tem multiplicidade de funções, que vão além da manutenção de ruas e  apesar das dificuldades, as escolas, creches  e unidades de saúde funcionam dentro da normalidade. Vamos atuar agora de acordo com o planejamento até novembro. Espero ter com as lideranças comunitárias essa relação de entendimento para que possamos seguir com as intervenções de forma realista”, explicou Neri.
Ozeas Silva, presidente da União das Associações de Moradores de  Bairros (UMARB) avalia como positiva e construtiva a atitude  da prefeita de mostrar números, previsões, e  pedir apoio às lideranças comunitárias, na busca de melhorar a qualidade dos serviços prestados à população. “ O encontro foi além das expectativas e tivemos acesso aos orçamentos, valores de repasses e a previsão para as ações, que vão beneficiar a maioria dos  nossos bairros com serviços de infraestrutura”.
Em nome dos demais vereadores, Rodrigo Forneck destacou a necessidade da repactuação da gestão municipal com as lideranças comunitárias e afirmou que “apesar de todas as dificuldades, todos os serviços da prefeitura estão em dia, o que será mantido, graças ao planejamento apresentado agora para todos”, concluiu. Além de Forneck, estavam presentes também os vereadores Juruna, Elzinha Mendonça e Mamed Dankar            
O que já foi executado este ano
Este ano, a prefeitura já atuou fortemente na melhoria da infraestrutura da capital. A aplicação de 15 mil toneladas de mantas asfálticas beneficiou 176 bairros, 694 ruas e 425 vias. Com relação à limpeza e retirada de lixo e entulho, já foram atendidos 116 bairros e 8 vilas, 129 praças, 4 parques e 1.033 desobstruções de igarapés e córregos e dispositivos de drenagem. Na zona rural, o serviço de melhoramento de ramais, alcançou 170 quilômetros de 19 comunidades rurais. Por Assessoria. Fotos: Fagner Delgado/Asscom

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard - interna.jpg

Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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