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Premier League corre o risco de perder contrato com a Fox Sports Mexico TV no valor de £ 100 milhões | Primeira Liga
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2 anos atrásem
Exclusive by Matt Hughes
O Primeira Liga corre o risco de perder um contrato de TV de £ 100 milhões depois que um de seus detentores de direitos mexicanos, a Fox Sports Mexico, não conseguiu efetuar os pagamentos devidos nesta temporada.
O Guardian soube que a Premier League está considerando suas opções, que incluem ações legais, cancelamento do contrato e retirada dos jogos ao vivo da Fox Sports no México até que seja pago.
A Fox Sports tem um contrato de quatro anos para transmitir ao vivo os jogos da Premier League no México, que vai até o final da temporada 2027-28, mas está lutando para honrar seus compromissos devido a problemas de fluxo de caixa. A emissora não pagou várias outras organizações esportivas cujos direitos televisivos possui, incluindo a Concacaf e a NFL.
O acordo da Premier League com a Fox Sports começou nesta temporada após o cancelamento do contrato com a Paramount+. Sob os termos de um acordo conjunto com a HBO Max no valor de cerca de £ 50 milhões por ano, a Fox Sports detém o direito de exibir cerca de 100 jogos da Premier League a cada temporada, sendo 90 transmitidos pela HBO.
A NFL interrompeu a transmissão de seus jogos na Fox Sports Mexico antes de um confronto programado da NFC West entre o LA Rams e o San Francisco 49ers na última quinta-feira. Fox Sports transmitiu Empate de 1 a 1 do Bournemouth com o West Ham na segunda-feira, apesar da disputa, mas a Premier League não descartou seguir o exemplo da NFL no futuro.
A Concacaf, confederação de futebol da América do Norte, Central e Caribe, entrou com uma ação judicial contra a Fox Sports por £ 20 milhões por taxas de direitos não pagas para a Copa dos Campeões, o equivalente norte-americano e centro-americano da Liga dos Campeões da UEFA. Fontes com conhecimento do caso disseram ao Guardian que a ação legal foi um último recurso da Concacaf, o que deu à Fox Sports múltiplas oportunidades para reestruturar os termos do acordo e refinanciar a empresa sem receber as taxas não pagas.
A natureza prolongada dessa disputa não é um bom presságio para a Premier League, que pode ser forçada a colocar metade dos seus direitos mexicanos de volta no mercado.
Os acordos globais de direitos televisivos da liga são os mais lucrativos do mundo e a maior fonte de renda para seus clubes. Os contratos de transmissão no exterior deverão render aos clubes £ 6,5 bilhões entre 2025 e 2028, um aumento de 23% em relação ao ciclo anterior, e significativamente mais a cada ano do que o valor de £ 6,4 bilhões de direitos nacionais entre 2025 e 2029.
Apesar deste sucesso, o possível colapso de um acordo de 100 milhões de libras no México é um problema que a liga poderia prescindir, especialmente numa altura em que alguns dos seus gastos estão a ser examinados. Vários clubes expressaram preocupação com o aumento significativo nos custos legais da liga nos últimos anos, que atingiram £ 45 milhões na última temporada., com a conta dividida igualmente entre os 20 clubes.
Os problemas financeiros da Fox Sports parecem resultar de um atraso em uma proposta de aquisição pela controladora da Fox, a Fox US, que anteriormente a possuía. A ramificação mexicana é propriedade do Grupo Lauman, um conglomerado global de mídia controlado pelo empresário mexicano Manuel Arroyo.
A separação da Fox Sports Mexico da empresa norte-americana ocorreu há cinco anos como parte do programa da Disney Compra de £ 56 bilhões da 21st Century Foxcom Lauman licenciando a marca da Disney e comprando direitos esportivos internacionais, incluindo Premier League, NFL e Fórmula 1. Este ano, Lauman concordou em vender a Fox Sports Mexico para a Fox US e recebeu aprovação regulatória, mas o negócio não avançou.
A Premier League não quis comentar. A Fox Sports México não respondeu aos pedidos de comentários.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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