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Presidente Conservador Daniel Noboa Reeleito – DW – 14/04/2025

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Presidente Conservador Daniel Noboa Reeleito - DW - 14/04/2025

Daniel Noboa, em exercício, foi declarado o vencedor em EquadorA corrida presidencial do domingo, com 90% dos votos válidos contados.

Naboa lidera o rival de esquerda Luisa Gonzalez, a quem venceu em uma corrida de 2023 para se tornar líder do Equador, por 12 pontos.

Representando o Partido Nacional de Ação Democrata, Naboa terminou 16.746 votos antes de seu rival na primeira rodada em fevereiro.

Noboa essencialmente permanece em um cargo desde 2023, quando seu antecessor deixou o cargo em meio a processos de impeachment.

Mais de 13 milhões de pessoas elegíveis para votar

Com preocupações de fraude eleitoral alta, ambos os candidatos, e o mentor de Gonzalez, ex -presidente Rafael Correainstou os observadores a serem vigilantes.

As pesquisas abriram às 07:00 horário local (14:00 CEST, 12:00 GMT) e fecharam às 17:00 horário local (00:00 de segunda -feira, 22:00 GMT).

Mais de 13 milhões de pessoas são elegíveis para votar, o que é obrigatório para adultos até os 65 anos de idade. A falha em votar nos resultados em uma multa de US $ 46 (€ 40,5). É opcional para pessoas de 16 e 17 anos e para aquelas com mais de 65 anos.

Quem são os candidatos?

Em 2023, Noboa e Gonzalez eram amplamente desconhecidos para a maioria dos eleitores, pois buscavam a presidência pela primeira vez.

Eles eram legisladores de primeiro mandato em maio de 2023, quando então presidente Guillermo Lasso dissolveu a Assembléia NacionalAssim, desencadeando eleição instantânea.

Noboa, 37 anos, é herdeiro de uma fortuna de banana multibilionário, enquanto Gonzalez, 47, do Partido da Revolução dos Cidadãos, é advogado e ex-legislador.

Como Noboa e Gonzalez disseram que vão governar?

Noboa previu um crescimento econômico de 4% em 2025, se suas políticas, que incluem um aumento no imposto e algumas medidas de austeridade, continuarem.

Ele se prometeu impedir novos cortes de energia e aumentar o setor de petróleo com investimento privado, além de ter tomado medidas recentes, como distribuir pagamentos a pessoas afetadas por um derramamento de petróleo e pequenas empresas atingidas pelas inundações.

O Equador vai para as pesquisas para o escoamento presidencial

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“Os equatorianos querem mudanças reais”, disse Noboa em seu evento final de campanha em Guayaquil na quinta -feira.

“Neste domingo, ensinaremos uma lição a essa revolução fracassada, aos oficiais ruins que nos atacam, a todas as máfias que levaram nossa paz e a toda a corrupção que nos impediu de avançar”, acrescentou.

Por outro lado, Gonzalez prometeu reviver os programas sociais promulgados por Correa durante sua década no poder.

“Sua vida ficou melhor nesses 15 meses? Ou pior? Você tem a resposta: em sua carteira, em sua casa, em seu coração”, disse ela em um vídeo de mídia social de quinta -feira.

“Neste domingo, escolhemos entre continuar a cair e nos levantar para defender a esperança”.

Gonzalez seria a primeira mulher eleita presidente do Equador se vencer.

Como Noboa reprimiu gangues?

Em janeiro de 2024, Noboa disse que o Equador estava em um estado de “conflito armado interno”. O que lhe permitiu implantar milhares de soldados nas ruas para combater as gangues.

Cartéis no Equador – Democracia sob pressão

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As pessoas foram acusadas de contagem de terrorismo por quaisquer supostos vínculos com grupos criminais organizados.

Algumas das táticas de combate ao crime pesadas de Noboa estão sob escrutínio para testar os limites das leis e normas do governo.

A taxa de homicídios no Equador caiu de 46,18 por 100.000 pessoas em 2023, para 38,76 por 100.000 pessoas em 2024. No entanto, a taxa permaneceu muito superior aos 6,85 homicídios por 100.000 pessoas vistas em 2019.

Quais são as principais preocupações para os eleitores?

Os eleitores estão preocupados principalmente com a violência e um aumento no crime ligado ao tráfico de cocaína produzido na vizinha Colômbia e Peru.

Ambos os candidatos prometeram políticas difíceis de crimes, melhores equipamentos para aplicação da lei e ajuda internacional para combater cartéis de drogas e grupos criminosos locais.

Assassinatos, contrabando de armas, roubo de combustível, extorsão e outros crimes realizados por grupos criminais locais aliados a cartéis mexicanos e a máfia albanesa aumentaram, enquanto a economia lutou para se recuperar pós-panorâmica.

O desemprego também aumentou.

Editado por: Roshni Majumdar, Wesley Dockery



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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