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Presidente do Barcelona diz que clube foi perseguido ‘por terra, ar e mar’ pela saga de Olmo | Barcelona

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Sid Lowe

Joan Laporta denunciou um ataque ao Barcelona “por terra, ar e mar” e insistiu que não havia razão para renunciar, ao falar publicamente pela primeira vez desde que o clube foi autorizado a renunciar. cadastre Dani Olmo e Pau Víctor desafiando a decisão da La Liga e da federação de futebol do país.

O Barcelona O presidente afirmou que o clube apresentou corretamente “toda” a documentação necessária para registrar Olmo e Víctor até o prazo de 31 de dezembro, mas admitiu que não conseguiu fornecer o comprovante de renda para cumprir os controles financeiros até 3 de janeiro. Ele alegou que não foi culpa sua e que a liga fez exigências inesperadas e desnecessárias ao Barcelona, ​​insinuando que a federação (RFEF) havia dito que o registro deveria ter sido concluído.

Num discurso que focou mais no emocional do que no analítico, Laporta afirmou que ele e o clube foram vítimas de um “linchamento” e citou inimigos externos, “bile” e “ódio”. Os dois investidores cuja compra de camarotes VIP no novo Camp Nou, por 100 milhões de euros (£ 84,3 milhões), permitiu ao Barcelona cumprir o limite salarial após quatro anos, não foram nomeados e Laporta disse que não queria se aprofundar “enquanto uma investigação está em andamento”. levada a cabo pelo conselho desportivo espanhol, que os reintegrou enquanto se aguarda esse inquérito.

“Dois fatos importantes aconteceram nas últimas duas semanas que transformam em mentira a narrativa falsa e apocalíptica que vem da falta de conhecimento ou da má-fé”, disse Laporta. “A primeira é que chegamos a 1:1 (conformidade) com o fair play financeiro da La Liga, o que nos permite contratar normalmente, (incluindo) jogadores como Dani Olmo e Pau Víctor. A segunda é que para chegarmos ao 1:1 assinamos contratos como o da Nike, que é o melhor contrato de roupa desportiva do futebol. O facto de empresas como o Spotify e outros investidores estarem associados a nós faz com que sejam mentira aqueles que dizem que temos uma má imagem e somos mal geridos.

“Os torcedores entenderam que se tratava de salvar o Barcelona de uma situação complicada e defendê-lo de ataques de fora e em alguns casos de dentro. Nada nas últimas semanas nos surpreendeu. Se você olhar para a nossa história, poderá prever essa reação. Não é por acaso que quando voltamos a emergir, essas pessoas, com o seu apoio mediático, começam a criar uma narrativa que nada tem a ver com a nossa realidade. Eu comemoro que eles não tenham escapado impunes. Eles terão que trabalhar muito mais para desestabilizar um clube com 125 anos de história.”

Ele disse que os grupos de oposição que pediram sua renúncia perderam “uma oportunidade de ouro para apoiar o clube” e “de repente cresceram como cogumelos”. Ele disse: “Você acha que eu deveria renunciar por causa de uma decisão tomada pela RFEF e pela liga?!”

Laporta alegou que a venda dos camarotes VIP foi concluída a tempo de permitir que Víctor e Olmo concluíssem as inscrições sem a necessidade de medidas temporárias.

“Apresentamos à liga no dia 27 de dezembro: enviamos dentro do prazo, antes do final do ano”, disse. “Acontece que nos dias 28, 29, 30 e 31 a liga nos pediu para preencher a documentação. Pensámos que tínhamos cumprido as regras no dia 31 de Dezembro. A liga solicitou alguns requisitos adicionais que, em nossa opinião, não estão no regulamento. As regras não dizem que você precisa provar que o dinheiro foi recebido. A liga exigiu o depósito de 40% dos recursos. Há clubes dos quais eles não exigiram isso. Eles têm o direito de solicitar mais documentação, mas acho que agiram contra suas próprias ações (anteriormente). Em outras situações eles não pediram.

“Imagine tentar obter um relatório dos auditores em 31 de dezembro. No dia 31 de dezembro foi tudo entregue. Só faltou apresentar parte do depósito mínimo que a liga pedia para cumprir o fair play. Há um investidor do Catar que investiu 30 milhões de euros, outro dos Emirados. E não recebemos esses 40% (depósito) até 30 de dezembro, por isso não pôde ser documentado até 3 de janeiro. A liga pediu e nós cumprimos: uma parte antes do final do ano e outra parte no dia 3 de janeiro. Não foi entendido (assim) mas entregamos tudo no prazo e da maneira correta.

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“Pedimos à RFEF (para emitir uma licença). A RFEF disse que não tínhamos o 1:1 mas que não havia problema em completar essa prorrogação, que havia um artigo obsoleto relacionado com a estabilidade da competição mas que não infringimos isso. Não foi o nosso caso porque os (jogadores) (já) tinham contratos.”

Laporta também negou ter insultado membros da federação perante o Semifinal da Supertaça na semana passada e explicou imagens dele gritando e realizando um salsicha (levante o seu) gesto ao entrar no estádio como “euforia contida” que não era dirigida a ninguém em particular. “Tive uma reação, mas não insultei ninguém, não agarrei ninguém pelo pescoço, não chutei os móveis. Foi euforia e em parte indignação. Todo o sofrimento veio à minha mente. Disse diretamente ao presidente da federação o que pensava. Alguns dias depois, esclarecemos tudo. Eu sou do jeito que sou.”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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