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Presidente dos EUA, Trump, ameaça abolir a FEMA durante viagem à Carolina do Norte | Notícias de Donald Trump
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1 ano atrásem
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou a Agência Federal de Gestão de Emergências, conhecida como FEMA, ameaçando desmantelar totalmente a organização.
Numa visita à Carolina do Norte, devastada pelo furacão, na sexta-feira, Trump anunciou que assinaria uma ordem executiva “para iniciar o processo de reforma e revisão fundamental da FEMA – ou talvez de se livrar da FEMA”.
No lugar da agência, o republicano sugeriu transferir o fardo da gestão de desastres para os estados.
“Quando há um problema com o Estado, penso que esse problema deve ser resolvido pelo Estado”, disse Trump durante a conferência de imprensa de sexta-feira.
“É para isso que temos estados. Eles cuidam dos problemas. E um governador consegue resolver algo muito rapidamente, sabe?”
Trump estava confuso quanto ao cronograma para as mudanças propostas à FEMA, apesar das repetidas perguntas dos repórteres.
Mas as observações de sexta-feira dão continuidade a um histórico de ataques à agência, bem como ao seu antecessor, o ex-presidente democrata Joe Biden, na sequência do furacão Helene.
Em 26 de setembro, a poderosa tempestade de categoria 4 atingiu a região de Big Bend, na Flórida. Mas mesmo depois de atingir a costa, continuou a avançar para norte, causando destruição em partes da Geórgia, Carolina do Norte e Tennessee.
Um total de mais de 200 pessoas morreram, pois o furacão trouxe chuvas recordes, inundações e tornados, deixando lugares como Asheville, na Carolina do Norte, arrasados.
A Carolina do Norte foi um dos sete estados decisivos nas eleições de 2024 que Trump acabou vencendo.
Durante a campanha nos dias e semanas após o desastre, Trump espalhou informações erradas sobre a resposta ao desastre liderada por Biden, incluindo que os trabalhadores humanitários federais se recusaram a servir os residentes republicanos – uma afirmação falsa.
A FEMA informou mais tarde que ameaças foram feitas a sua equipe, dificultando uma operação de verificação de bem-estar de porta em porta no oeste da Carolina do Norte. E o então presidente Biden denunciado a desinformação como “antiamericana”.
“O ex-presidente Trump liderou este ataque de mentiras”, disse ele em outubro.
Mas Trump continuou a insistir nas suas afirmações de que a resposta ao desastre na Carolina do Norte foi, na melhor das hipóteses, inadequada, inclusive com uma referência no seu discurso inaugural na segunda-feira.
Na sexta-feira, ele mais uma vez lançou críticas à FEMA e a Biden, culpando ambos pela lentidão da recuperação.
“A FEMA tem sido uma grande decepção. E custam uma quantia enorme de dinheiro. É muito burocrático. E é muito lento”, disse Trump a certa altura.
Em outro, ele atacou seu antecessor democrata: “Biden fez um péssimo trabalho. Alguns moradores não têm água quente, água potável ou qualquer outra coisa. Muitos deles não têm quartos. Eles não têm nada.”
Ele também anunciou sua viagem no final do dia ao sul da Califórnia, onde os incêndios florestais continuam a destruir áreas dentro e ao redor de Los Angeles, em meio a condições excepcionalmente secas.
Ele enfatizou que colocaria condições para a ajuda em desastres ao estado liderado pelos democratas, incluindo que a Califórnia implementasse uma lei de identificação de eleitores.
Embora Trump tenha afirmado que tais medidas são necessárias para prevenir a fraude eleitoral – um ponto de discussão favorito – os críticos argumentam que podem criar barreiras para os cidadãos dos EUA que podem ser elegíveis para votar, mas não podem pagar ou ter acesso a cartões de identificação.
À beira da estrada, enquanto a carreata de Trump passava pelo oeste da Carolina do Norte, um pequeno grupo de manifestantes reuniu-se para protestar contra a revogação das políticas relativas às alterações climáticas pelo presidente. Salientaram que se atribui à crise climática o agravamento de fenómenos meteorológicos extremos, como furacões e incêndios.
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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
30 de janeiro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de certificação dos estudantes concluintes do ensino médio do Colégio de Aplicação (CAp), referente ao ano letivo de 2025. Pela primeira vez, a solenidade ocorreu no campus-sede, na noite dessa quinta-feira, 29, no Teatro Universitário, e marcou o encerramento de uma etapa da formação educacional de jovens que agora seguem rumo a novos desafios acadêmicos e profissionais.
A entrada da turma Nexus, formada pelos concluintes do 3º ano, foi acompanhada pela reitora Guida Aquino; pelo diretor do CAp, Cleilton França dos Santos; pela vice-diretora e patronesse da turma, Alessandra Lima Peres de Oliveira; pelo paraninfo, Gilberto Francisco Alves de Melo; pelos homenageados: professores Floripes Silva Rebouças e Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti; além da inspetora homenageada Suzana dos Santos Cabral.

Guida destacou a importância do momento para os estudantes, suas famílias e toda a comunidade escolar. Ela parabenizou os formandos pela conquista e reconheceu o papel essencial dos professores, da equipe pedagógica e dos familiares ao longo da caminhada. “Tenho certeza de que esses jovens seguem preparados para os próximos desafios, levando consigo os valores da educação pública, do conhecimento e da cidadania. Que este seja apenas o início de uma trajetória repleta de conquistas. A Ufac continua de portas abertas e aguarda vocês.”

Durante o ato simbólico da colocação do capelo, os concluintes reafirmaram os valores que orientaram sua trajetória escolar. Em nome da turma, a estudante Isabelly Bevilaqua Rodrigues fez o discurso de oradora.
A cerimônia seguiu com a entrega dos diplomas e as homenagens aos professores e profissionais da escola indicados pelos concluintes, encerrando a noite com o registro da foto oficial da turma.
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Especialização em Enfermagem Obstétrica tem aula inaugural — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
27 de janeiro de 2026O curso de especialização em Enfermagem Obstétrica teve sua aula inaugural nesta terça-feira, 27, na sala Pedro Martinello do Centro de Convenções, campus-sede da Ufac. O curso é promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais, com financiamento do Ministério da Saúde, no âmbito da Rede Alyne; a Ufac é um dos 39 polos que sedia essa formação em nível nacional.
A especialização é presencial, com duração de 16 meses e carga horária de 720 horas; tem como objetivo a formação e qualificação de 21 enfermeiros que já atuam no cuidado à saúde da mulher, preparando-os para a atuação como enfermeiros obstetras. A maior parte dos profissionais participantes é oriunda do interior do Estado do Acre, com predominância da regional do Juruá.
“Isso representa um avanço estratégico para o fortalecimento da atenção obstétrica qualificada nas regiões mais afastadas da capital”, disse a coordenadora local do curso, professora Sheley Lima, que também ressaltou a relevância institucional e social da ação, que está alinhada às políticas nacionais de fortalecimento da atenção à saúde da mulher e de redução da morbimortalidade materna.
A aula inaugural foi ministrada pela professora Ruth Silva Lima da Costa, com o tema “Gravidez na Adolescência e Near Miss Neonatal na Região Norte: Dados da Pesquisa Nascer no Brasil 2”. Ela é doutora em Ciências da Saúde pela Fiocruz, enfermeira da Ufac e docente da Uninorte.
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Calendário 2026 do Acre: Veja o calendário do Governo e Judiciário que vai ditar o ritmo do ano
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2 semanas atrásem
20 de janeiro de 2026Clique aqui para baixar o calendário estadual completo: Decreto 11.809, Calendário 2026 Acre, ed. 14.173-B, de 22.12.2025
Há quem organize a vida por metas, há quem organize por boletos… e existe um grupo que planeja o ano inteiro por uma régua silenciosa, porém poderosa: o calendário oficial. Desde início de janeiro, essa régua ganhou forma no Acre com dois instrumentos que, na prática, definem como o Estado vai pulsar em 2026 — entre atendimentos, plantões, prazos, audiências e aquele respiro estratégico entre uma data e outra.
De um lado, o Governo do Estado publicou o Decreto nº 11.809, de 22 de dezembro de 2025, fixando feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos do Poder Executivo, do dia 1º de janeiro ao último dia do ano, com a ressalva de que serviços essenciais não podem parar.
Do outro, o Tribunal de Justiça do Acre respondeu com a sua própria cartografia do tempo: a Portaria nº 6569/2025, que institui o calendário do Poder Judiciário acreano para 2026, preservando o funcionamento em regime de plantão sempre que não houver expediente. O texto aparece no DJe (edição nº 7.925) e também em versão integral, como documento administrativo autônomo.
Clique aqui para baixar o calendário forense completo: DJE – Portaria 6.5692025, edição 7.925, 22.12.2025
O “mapa do descanso” tem regras — e tem exceções
No calendário do Executivo, as datas nacionais aparecem como pilares já conhecidos (como Confraternização Universal, Tiradentes, Dia do Trabalho, Independência, Natal), mas o decreto também reforça a identidade local com feriados estaduais e pontos facultativos típicos do Acre.
Chamam atenção duas engrenagens que costumam passar despercebidas fora da rotina pública:
- ponto facultativo não é sinônimo de folga garantida — a chefia pode convocar para expediente normal por necessidade do serviço;
- quando o servidor é convocado nesses dias, o decreto prevê dispensa de compensação para quem cumprir horário no ponto facultativo.
No Judiciário, a lógica é parecida no objetivo (manter o Estado funcionando), mas diferente na mecânica. A Portaria do TJAC prevê expressamente que, havendo necessidade, pode haver convocação em regime de plantão, respeitando-se o direito à compensação de horas, conforme regramento administrativo interno.
Quando o município faz aniversário, a Justiça muda o passo
O “calendário do fórum” também conversa com o mapa das cidades. A Portaria prevê que, em feriado municipal por aniversário do município, não haverá expediente normal nas comarcas correspondentes — apenas plantão. E, quando o município declara ponto facultativo local, a regra traz até prazo de comunicação no interior: pelo menos 72 horas de antecedência para informar se haverá adesão.
É o tipo de detalhe que não vira manchete — mas vira realidade para quem depende de balcão, distribuição, atendimento e rotina de cartório.
Um ano que já começa “com cara de planejamento”
Logo na largada, o Executivo lista 1º de janeiro como feriado nacional e já prevê, para 2 de janeiro, ponto facultativo (por decreto específico citado no anexo). Também aparecem o Carnaval e a Quarta-feira de Cinzas como pontos facultativos, desenhando, desde cedo, o recorte de semanas que tendem a ser mais curtas e mais estratégicas.
No Judiciário, a Portaria organiza o mesmo período com olhar forense — e, além de datas comuns ao calendário civil, agrega as rotinas próprias do Poder Judiciário, preservando a prestação jurisdicional via plantões e regras de compensação.
Rio Branco também entra no compasso de 2026
Para além do calendário estadual e do Judiciário, a capital também oficializou seu próprio “mapa do tempo”: o Prefeito de Rio Branco editou o Decreto Municipal nº 3.452, de 30/12/2025, estabelecendo os feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos e entidades do Poder Executivo Municipal, com referência expressa ao calendário do Estado.
Na prática, a cidade reforça o mesmo recado institucional: serviços essenciais não param, funcionando por escala ou plantão, e os gestores ficam autorizados a convocar servidores em dias de ponto facultativo, sem exigência de compensação para quem cumprir expediente. No anexo, aparecem datas que impactam diretamente a rotina da população, como o Carnaval (16 a 18/02, ponto facultativo), o Dia do Servidor Público (28/10, ponto facultativo) e o Aniversário de Rio Branco (28/12, feriado municipal) — fechando o ano com a véspera de Ano Novo (31/12, ponto facultativo).
Clique aqui para baixar o calendário municipal completo: DOE, edição 3.452, de 30.12.2025 – Calendário Prefeitura de Rio Branco-AC
Por que isso importa
O calendário oficial é mais do que uma lista de “dias marcados”: ele é o roteiro do funcionamento do Estado. Para o cidadão, significa previsibilidade; para advogados e jurisdicionados, significa atenção ao modo como cada órgão funcionará em datas críticas; para gestores, significa logística e escala; e para o próprio Acre, significa um desenho institucional que equilibra tradição, trabalho e continuidade.
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