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Procurados quase 190 membros de grupos de extrema direita – DW – 01/02/2025

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O Ministério do Interior da Alemanha tinha mandados de prisão pendentes contra 189 suspeitos considerados membros de grupos de extrema direita que não reconhecem o Estado alemão moderno, informou o grupo de mídia RND na quinta-feira.

As autoridades disseram que os suspeitos faziam parte de “Cidadão do Reich” (“cidadãos do Reich”) ou “Selbstverwalter” (“autoadministradores”), que afirmam viver no extinto Império Alemão ou em solo que declararam unilateralmente ser independentes dentro da Alemanha.

O número foi publicado em 30 de setembro de 2024 em resposta a um pedido parlamentar de informação do Partido da Esquerda socialista.

Por que esses suspeitos são procurados?

No total, 254 mandados de prisão foram abertos contra esses suspeitos, disse o ministério, com alguns enfrentando mais de um mandado.

Havia 43 indivíduos procurados por pelo menos um crime violento e três acusados ​​de vários crimes violentos.

Henrique XIII Príncipe Reus caminha, carregando uma pasta e flanqueado pela polícia, através do tribunal durante um julgamento em Frankfurt
Um grupo do Reichsbürger é acusado de conspirar para instalar Heinrich XIII Príncipe Reuss (centro) como chefe de estadoImagem: Boris Roessler/dpa Pool/aliança de imagens

O ministério disse que 20 dos mandados eram por crimes políticos violentos e outros 77 por crimes não violentos com motivação política, como falsificação, coerção ou incitação à violência racial.

Classificou os mandados restantes como sendo para “a área de criminalidade geral sem motivação política”.

As autoridades alemãs acreditam que mais de 20 das pessoas procuradas residem no estrangeiro; alguns deles estão foragidos há anos.

Entre o final de março e setembro do ano passado, Foram emitidos 93 novos mandados deste tipo contra o “Reichsbürger” ou o “Autoadministrador”, mostraram os dados.

O que é o movimento ‘Reichsbürger’ da Alemanha?

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O que são cidadãos e autoadministradores do Reich?

Os “Reichsbürger” normalmente negam a legitimidade e a existência do Estado alemão moderno e a dissolução do extinto Império Alemão em 1918.

As suas ideias sobre o que e onde está o Estado alemão estão “diretamente em oposição à integridade territorial dos nossos estados vizinhos e, com isso, contra os esforços de entendimento entre as nações”, segundo o Ministério do Interior.

O anti-semitismo também tem feito frequentemente parte da ideologia de alguns membros do grupo, disse o ministério, em alguns casos incluindo posturas como a negação do Holocausto.

Os membros do outro grupo, “Selbstverwalter”, afirmam ver a sua posição jurídica na Alemanha de forma semelhante, mas em vez disso baseiam o seu argumento no facto de terem declarado unilateralmente a sua propriedade soberana e independente.

“Com o seu comportamento, Selbstverwalter quer acima de tudo resistir ao pagamento de impostos e outras exigências como execuções hipotecárias”, disse o ministério.

Vários julgamentos ligados a um suposto grupo de Reichsbürger acusados ​​de conspirar para derrubar violentamente o governo estão em andamento em todo o país.

O réu mais proeminente é Henrique XIII Príncipe Reusum descendente da nobreza alemã nascido como cidadão privado em 1951. O grupo é acusado de conspirar para instalá-lo como chefe de um futuro estado.

msh/dj (epd, código aberto)



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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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