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Projeto Cidadão promove justiça e cidadania para população indígena em Manoel Urbano
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Comunidade indígena de Manoel Urbano e adjacências teve acesso gratuito a serviços como emissão de documentos de RG, CPF, certidão de nascimento e atendimentos jurídicos, bem como informações sobre Cadastro Único (CadÚnico), Auxílio Brasil e CREAS
“Resgate de cidadania”, expressão usada pela decana do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargadora Eva Evangelista para descrever a essência do Projeto Cidadão. Assim, podemos definir a mais importante ação social do Poder Judiciário do Acre, que realizou mais uma edição, desta vez especialmente dedicada aos povos indígenas do município de Manoel Urbano, nesta segunda-feira e terça-feira, 22 e 23, no Centro de Eventos da Igreja Assembleia de Deus.
A presidente do TJAC, desembargadora Regina Ferrari esteve em Manoel Urbano, acompanhou os atendimentos e agradeceu e parabenizou cada uma das instituições parceiras, pois são absolutamente fundamentais. “Estamos muito felizes em ofertar justiça e cidadania para o povo do município de Manoel Urbano. O Projeto Cidadão há quase três décadas tem levado cidadania, promovendo a inclusão de cidadãos a direitos básicos. É uma alegria grande estarmos em Manoel Urbano, atendendo uma população que em sua maioria é indígena, permitindo que todas e todos acessem esses serviços. Agradecemos as servidoras e servidores do tribunal, e todos os parceiros que estão conosco em mais essa edição”, disse a desembargadora-presidente.
Das 8h às 15h, a comunidade indígena de Manoel Urbano e adjacências tiveram acesso gratuito a serviços como emissão de documentos de RG, CPF, orientações sobre carteira de trabalho, solicitação de segunda via de certidão de nascimento, óbito e declaração de nascido vivo, atendimentos jurídicos e orientações sobre ações judiciais, consultas e encaminhamentos e retificação de documentos, bem como informações sobre Cadastro Unico (Cad-Único), Auxílio Brasil e CREAS.
O juiz de Direito Substituto Elielton Armondes, da Comarca de Manoel Urbano também acompanhou os atendimentos, e realizou audiências juntamente com o defensor Público Moacir Assis e o promotor de Justiça Adenilson de Souza. “As audiências foram bem trabalhosas porque a gente tinha que colher algumas informações e verificamos que alguns indígenas acabam constando no registro que eles já tinha informações de outros, por exemplo, padrasto, a gente tinha que apurar isso. Contamos com a ajuda dos caciques para traduzir as conversas com todo o grupo familiar e assim, poder apurar exatamente as informações e fazer as retificações”.
O magistrado falou ainda sobre a importância dessa ação para o público indígena. “Essa ação reflete de várias maneiras, além da cidadania para os indígenas, a questão dos benefícios, em alguns casos a gente até determinou para que fosse oficiado o INSS para que procedesse a atualização necessária e não impactasse nos benefícios deles”, finalizou.



Francisco Bardales Kaxinawá, morador da Aldeia Txanamuru, distante cinco dias subindo o Alto Rio Purus. Ele trouxe um dos sete filhos, Adriano Kaxinawá, de 15 anos de idade e com deficiência, mas também estava acompanhado do primo Eládio Kaxinawá e a cunhada Raimunda Kaxinawá.
Eles já estavam na cidade comprando mantimentos, quando souberam do Projeto Cidadão e foram buscar informações por qual motivo, há dois anos, o adolescente de 15 anos não recebe mais o benefício. Prontamente, a assistência social do município iniciou a conversa e as devidas orientações.
Uma das maiores dificuldades nesse tipo de ação com indígenas é a comunicação. Por isso, Nelio Calixto Kaxinawá, que mora em Rio Branco, mas estava em Manoel Urbano resolvendo compromissos, foi voluntariamente ajudar na tradução e comunicação entre as instituições parceiras e os “parentes” (modo como indígenas chamam outros indígenas). Além do huni kui, sua língua materna, Nelio fala jaminawá e madija (pronuncia-se madirrá).
Essa “ponte” é muito importante para o bom andamento dos trabalhos e Nelio reconhece isso. “Fui informado que os parentes estavam precisando desse tipo de ajuda, fiquei e está dando certo traduzir para eles, os parentes que mais têm dificuldade são os mais veteranos (com mais idade), que moram na aldeia. Tem uns que não entendem, não dominam bem o português, importante é ajudar os parentes né?”, finaliza.
Sico Kulina é representante da Aldeia Santa Julia, articulou a vinda de aproximadamente 120 indígenas, envolvendo nove aldeias: Apuí, Santa Júlia, Boaçu Novo, Boaçu Velho, Ipiranga Novo, Ipiranga Velho, Bela Vista, Santo Amaro e Maloca. Sico é mais um com dificuldade de falar em português, mas a vontade de buscar a cidadania através dos documentos é maior. “(sic) Parente falta muito documento, CPF, RG. Pra mim importante”.
Parcerias
A execução do Projeto Cidadão é absolutamente impossível sem as parcerias para a prestação dos serviços. Assim, é muito importante mencionar a cooperação do Ministério Público do Estado do Acre, Defensoria Pública do Estado do Acre, Ministério do Trabalho e Previdência Social, , Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Governo do Estado do Acre, pela Secretaria de Educação e Detran-AC, Polícia Civil, Instituto de Identificação, Polícia Militar do| Acre, Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASD), a Prefeitura de Manoel Urbano, da Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Assistência Social e Secretaria Municipal de Educação; além do Cartório de Manoel Urbano, na pessoa da delegatária Dirce Yukari.
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Sambaex obtém reconhecimento regulatório no Brasil, acelera expansão no mercado e lança iniciativas sociais
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2 semanas atrásem
3 de abril de 2026Com o crescimento contínuo do setor de ativos digitais em escala global, o Brasil vem se consolidando como um dos mercados mais promissores da América Latina para inovação financeira e tecnologia blockchain. Nesse contexto, a plataforma de ativos digitais Sambaex anunciou oficialmente a ampliação de suas operações no país, reforçando sua estratégia de expansão internacional e seu compromisso com o desenvolvimento sustentável do mercado brasileiro.
De acordo com informações divulgadas pela empresa, a Sambaex está vinculada ao tradicional fundo europeu MELLOWGROW (registro Numer KRS: 0001018724), que atua em parceria com outros consórcios internacionais para impulsionar a entrada da plataforma no mercado latino-americano. A companhia afirma operar alinhada às diretrizes regulatórias locais e sob acompanhamento das estruturas financeiras brasileiras, consolidando sua presença dentro de um ambiente regulado e em conformidade com as normas vigentes.
Especialistas destacam que o Brasil tem avançado significativamente na construção de um ecossistema regulatório mais sólido para ativos digitais e inovação financeira. Instituições como o Banco Central do Brasil e a Comissão de Valores Mobiliários desempenham papel fundamental na supervisão do sistema financeiro e na promoção de maior transparência e segurança para investidores e empresas do setor. Segundo a Sambaex, a conformidade regulatória é um dos pilares estratégicos da empresa, garantindo maior proteção aos usuários e sustentabilidade operacional a longo prazo.
Desde sua entrada oficial no Brasil, a plataforma apresentou um crescimento expressivo. Em apenas quatro meses de operação, a Sambaex ultrapassou a marca de 1 milhão de usuários registrados, resultado atribuído à combinação entre tecnologia digital, educação financeira e forte presença comunitária por meio de eventos presenciais realizados em diversas regiões do país. Analistas do setor apontam que iniciativas de proximidade com o público local têm contribuído para fortalecer a confiança dos usuários em novos serviços financeiros digitais.
Além da expansão comercial, a empresa anunciou o lançamento de um programa social voltado ao apoio educacional em comunidades vulneráveis brasileiras. A iniciativa inclui a criação de um fundo de assistência destinado a estudantes de baixa renda, com a distribuição de materiais escolares, mochilas e recursos educacionais básicos para auxiliar no desenvolvimento acadêmico de crianças e jovens.
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Representantes da Sambaex afirmam que o crescimento da empresa está diretamente ligado ao apoio recebido da sociedade brasileira. “Nosso objetivo vai além da inovação tecnológica. Queremos contribuir de forma concreta para o desenvolvimento social, especialmente por meio da educação, que é a base para o futuro das novas gerações”, declarou um porta-voz da companhia.
Como parte de sua estratégia de responsabilidade social de longo prazo, a empresa também revelou planos para expandir suas ações ao setor ambiental. Projetos voltados à sustentabilidade, educação ambiental e apoio a iniciativas ecológicas comunitárias estão previstos para os próximos anos, reforçando o compromisso da companhia com práticas responsáveis e alinhadas às metas globais de desenvolvimento sustentável.
Observadores do mercado avaliam que empresas de ativos digitais que combinam crescimento econômico com impacto social positivo tendem a conquistar maior legitimidade em mercados emergentes. A integração entre inovação tecnológica, conformidade regulatória e ações sociais vem se tornando um diferencial competitivo relevante no cenário financeiro atual.
Para os próximos anos, a Sambaex pretende ampliar sua presença regional, fortalecer programas de educação financeira e promover novas parcerias institucionais no Brasil. A empresa acredita que o desenvolvimento sustentável do setor de ativos digitais depende da construção de confiança, transparência e benefícios concretos para a sociedade.
Com a rápida expansão no país e a implementação de projetos sociais e ambientais, a trajetória da Sambaex no Brasil passa a representar um novo exemplo da colaboração entre capital internacional e o crescente ecossistema digital latino-americano, atraindo atenção crescente do mercado financeiro e tecnológico.
Company:Sambaex
Contact Person:lucas
Email:business@sambaex.com
Website:http://www.sambaex.com
Telephone:+55 32999504890
City:Rio de Janeiro
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Life for Relief and Development é classificada como a terceira melhor organização humanitária do mundo
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8 meses atrásem
1 de setembro de 2025De acordo com as avaliações da Charity Navigator:
Life for Relief and Development é classificada como a terceira melhor organização humanitária do mundo
- Tasneem Elridi –
Com a intensificação dos conflitos no Oriente Médio e nos países em desenvolvimento, e diante das crises humanitárias recorrentes e da crescente necessidade de ajuda em várias regiões, a organização Life for Relief and Development foi classificada como a terceira melhor entidade de ajuda humanitária do mundo, de acordo com as avaliações da Charity Navigator.
Além disso, a organização conquistou o quinto lugar entre as melhores organizações atuantes na Palestina e também o quinto lugar entre as instituições mais engajadas no combate à pobreza global. Este reconhecimento rendeu-lhe uma classificação de 100% de desempenho, além de ser recomendada pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e eleita pela Impactful Ninja como uma das principais organizações humanitárias dos Estados Unidos. A Life também foi agraciada com o Prêmio Humanitário de Melhor Parceria, graças ao projeto de campos de refugiados realizado na Faixa de Gaza.
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Programas sustentáveis e projetos sazonais abrangentes
Em conversa com Vicki Roob, diretora do departamento administrativo da organização, ela destacou que a Life foi fundada há mais de 33 anos nos Estados Unidos e possui status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC). A instituição se destaca por sua pronta resposta a emergências e desastres, além de seu alcance global, tendo prestado serviços em mais de 60 países ao longo dos anos, por meio de 14 escritórios internacionais.
Durante esse período, foram distribuídos mais de US$ 624 milhões em ajuda humanitária, abrangendo projetos de alimentação, água, moradia temporária, assistência médica, educação, desenvolvimento comunitário, apoio familiar, programas para refugiados e ações emergenciais em guerras e desastres naturais.
Com mais de 13.100 órfãos sob seus cuidados, a Life oferece suporte essencial por meio de seu programa de apadrinhamento de órfãos, garantindo alimentação, abrigo e educação, além de organizar anualmente o Festival Mundial do Órfão, com atividades recreativas e distribuição de presentes.
Ajuda emergencial e apoio a órfãos como principais conquistas
Somente no último ano, a organização destinou cerca de US$ 1,1 milhão em ajuda emergencial para famílias deslocadas por guerras e desastres naturais, incluindo terremotos no Afeganistão, Marrocos, Nepal, Síria e Turquia, além dos refugiados em Gaza, Sudão, Líbano e Bangladesh, enchentes na Líbia e Afeganistão, e ciclones em Mianmar.
Além disso, foram investidos US$ 6,4 milhões em programas de saúde e suprimentos médicos, US$ 4,5 milhões em projetos educacionais, e enviados materiais avaliados em US$ 2,1 milhões a países em necessidade.
A Life também prioriza projetos de apoio à infância, com mais de US$ 3,8 milhões destinados ao cuidado de órfãos, reintegração escolar e assistência médica.
Projetos sazonais, como os realizados durante o mês do Ramadã, distribuíram aproximadamente 11 milhões de refeições em 36 países, enquanto 272.620 pessoas em 38 países se beneficiaram com as ações de distribuição de carne do Eid Al-Adha. Mais de US$ 1,4 milhão foram gastos em ajuda alimentar de emergência e 122 poços foram perfurados em regiões com escassez de água.
Campos de refugiados salvaram milhares da morte sob bombardeios
De acordo com Dr. Abdulwahab Alawneh, diretor regional da organização na Jordânia e na Palestina, a Life criou o projeto de “Campos de Refugiados Organizados”, consistindo em 9 acampamentos no norte, centro e sul da Faixa de Gaza. Cada tenda foi construída de forma resistente, removível, e resistente ao fogo, oferecendo abrigo a mais de 29.000 pessoas. Cada unidade foi equipada com cobertores, colchonetes, kits de higiene e farmácia própria, além de 23 banheiros e painéis solares que atendem mais de 7.000 indivíduos.
Foram também fornecidos cobertores, roupas de inverno para mais de 4.000 pessoas, fornos de barro para cozinhar e isolamento térmico para proteger 3.000 famílias do frio e calor extremos.
O projeto incluiu a criação da Academia Educacional Life, que atendeu 2.633 estudantes, além de programas de apoio psicológico que beneficiaram 900 crianças.
Gaza: 22 meses de resposta humanitária contínua
Segundo Omar Mamdouh, diretor de projetos da Life, a organização foi uma das poucas que atuaram nas primeiras 24 horas após o início da crise recente em Gaza, graças à sua atuação contínua na Palestina desde 2004. Com experiência em campo e logística eficiente, conseguiu transportar ajuda por múltiplas fronteiras e continua desenvolvendo projetos semanais no território.
A Life colaborou com outras organizações para fornecer medicamentos, equipamentos médicos, leitos hospitalares, cadeiras de rodas, muletas e instrumentos cirúrgicos, tendo enviado 15 comboios para atender a demanda de três hospitais principais na Faixa de Gaza.
Para informações adicionais:
Acesse os relatórios nos links abaixo:
https://impactful.ninja/best-charities-for-humanitarian-aid/
https://www.charitynavigator.org/ein/954402149
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AMAZÔNIA
LIVRO E CULTURA: Vidas em fluxo à beira do rio Araguaia
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1 ano atrásem
11 de dezembro de 2024Livro de Francisco Neto Pereira Pinto apresenta as mudanças do meio ambiente e os aspectos intrínsecos da humanidade a partir da história de uma família ribeirinha.
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À beira do Araguaia, a vida transcorre no mesmo ritmo da corrente. Ali, as águas são companheiras de uma família ribeirinha que atravessou casamentos, nascimentos e mortes ao lado de um dos maiores rios do país. Unidos por laços sanguíneos e um lar, pai, mãe, filho, filha e até os gatos se tornam os protagonistas da obra publicada por Francisco Neto Pereira Pinto, que convida os leitores a olharem para seus mundos internos a partir de experiências típicas da floresta amazônica.
Os 14 contos desta coletânea podem ser lidos de forma independente, mas juntos formam um mosaico da cultura daqueles que fazem da pesca artesanal, da pequena produção rural e do empreendedorismo familiar seus principais meios de sustento. Com uma linguagem poética, regionalista e experimental, os textos evocam uma memória ancestral sobre as tradições do Norte brasileiro.
A casa de Ana e Pedro no alto da ribanceira parecia ter sido feita para uma conquista como somente aquela cheia poderia impor. Uma noite espessa, pesada, úmida, escura e esvoaçante e a casa lá, com um candeeiro de chama nervosa e intensa, alimentada por azeite de mamona e pavio de algodão. (À beira do Araguaia, p. 43)
Sob o olhar ribeirinho, o autor atravessa questões essenciais do contexto social, ambiental e político do país. Entre as páginas, retrata a partida dolorosa de um pai que decide trabalhar com o garimpo em busca de melhores condições econômicas; as consequências da pesca predatória; os efeitos da destruição da natureza no cotidiano; e a história da Guerra do Araguaia. Temas como diferenças de gênero, racismo, saúde mental e luto também são abordados com um rigor estético que perpassa desde a escrita até as pinturas em acrílico de John Oliveira.
Com apresentação de Neide Luzia de Rezende, professora da Universidade de São Paulo, o livro reúne contos que se desdobram de forma similar a um romance. Sem uma linha cronológica definida, as histórias retratam as vidas de Ana e Pedro, que aparecem como protagonistas ou secundários em diferentes momentos; dos filhos Eve e Téo, com conflitos específicos entrelaçados a gênero e educação na contemporaneidade; além dos gatos Calíope e Dom, presentes para representar a força das relações entre humanos e animais.
Sobre o lançamento, que aconteceu no dia 3 e dezembro de 2024, no auditório da Reitoria, na Universidade Federal do Norte do Tocantins, em Araguaína, Francisco Neto Pereira Pinto comenta: “o projeto foi uma maneira de revisitar minhas memórias de menino, porque vivi até os 15 anos em uma vila à beira do Araguaia. Cresci ali, mas hoje vejo o rio secando, o meio ambiente sendo degradado e como isso afeta os ribeirinhos. Meu livro chama atenção para essa realidade. Tenho um desejo muito forte de preservar uma cultura que parece estar desaparecendo”.
FICHA TÉCNICA
Título: À beira do Araguaia
Autor: Francisco Neto Pereira Pinto
Editora: Mercado de Letras
ISBN: 978-6586089769
Páginas: 88
Preço: R$ 41
Onde comprar: Amazon
Booktrailer no Youtube
Sobre o autor: Francisco Neto Pereira Pinto é professor, escritor e psicanalista. Doutor em Ensino de Língua e Literatura e graduado em Letras – Português / Inglês, leciona no programa de pós-graduação em Linguística e Literatura da Universidade Federal do Norte do Tocantins e nos cursos de Medicina e Direito do Centro Universitário Presidente Antônio Carlos. Membro da Academia de Letras de Araguaína – Acalanto, publicou os livros: “Sobre a vida e outras coisas”, “O gato Dom”, “Você vai ganhar um irmãozinho”, “Saudades do meu gato Dom” e À beira do Araguaia.
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Site do autor: https://francisconetopereirapinto.online/























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