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PSG, Brest e Lille vencem antes de jogos decisivos na Liga dos Campeões
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Antes de uma semana de Liga dos Campeões (CLC), não é raro ver equipas envolvidas na mais prestigiada competição europeia encontrarem dificuldades nos respetivos campeonatos. Este sábado, 18 de janeiro, não foi exceção na França. As equipas da Ligue 1 que competem a nível europeu não deram o seu melhor, mas venceram. E isso é certamente o mais importante.
Os parisienses, vitoriosos, mas lentos
Quatro dias antes de um jogo crucial contra o Manchester City, o Paris Saint-Germain venceu por pouco o Racing Club de Lens (2-1). M’Bala Nzola lançou as hostilidades pelo Sang et Or, mas Fabian Ruiz e Bradley Barcola, ambos artilheiros, permitiram que o PSG deixasse Pas-de-Calais com um sucesso precioso nas malas.
Mesmo que a vitória esteja aí, o conteúdo da partida pode ser preocupante. Falta de combinações ofensivas, inúmeras oportunidades sofridas, baixo nível técnico… Os parisienses já não são tão dominantes como eram há alguns meses na Ligue 1.
Já três dias antes, frente aos modestos amadores do Espaly (Haute-Loire) na Coupe de France, os jogadores de Luis Enrique não tinham enviado sinais positivos e só venceram nos últimos momentos da partida (4-2).
Enfrentando os Cityzens de Pep Guardiola eErling Haalandquarta-feira, 22 de janeiro, uma derrota para o PSG reduziria drasticamente as chances de passar à próxima fase. Falhar na fase de grupos da Liga dos Campeões seria a primeira vez desde que o Catar chegou a Paris.
Brest continua no clássico
Salvo uma derrota surpreendente no início de janeiro frente ao Angers (0-2), o ano de 2025 começa – muito – bem para o Stade Brestois. Ainda com o mesmo placar – dois gols a um – os bretões derrotam os adversários um a um.
No sábado, foram os vizinhos de Rennes que pagaram o preço. Graças aos gols de Hugo Magnetti e Ludovic Ajorque, os Brestois estavam cheios de confiança antes de enfrentar os ucranianos do Shakhtar Donetsk pela Liga dos Campeões.
Um encontro importante mas não decisivo para a turma de Eric Roy, já qualificado para a próxima digressão europeia. Sétimo com 13 pontos, o Brestois tentará somar o máximo de pontos possível para se manter no Top 8 e assim chegar diretamente ao 8é final sem passar por um obstáculo complicado.
Mônaco não está mais lá
Quanto aos monegascos, a euforia do início de temporada na Ligue 1 diminuiu. Os jogadores do Principado perderam na sexta-feira frente ao último classificado do campeonato, o Montpellier (2-1), e estão agora em quarto lugar, muito longe – 15 pontos – do líder parisiense.
O declínio do AS Monaco nos últimos tempos está parcialmente ligado às atuações menos impressionantes de seus dois talentos, Maghnes Akliouche e Eliesse Ben Seghir.
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Os Rouge et Blanc, ainda sem certeza de chegar à próxima fase da Liga dos Campeões – são actualmente 16é com 10 pontos –, terá absolutamente que reagir diante do Aston Villa, daqui a três dias. Isso permitiria evitar suores frios contra o Inter de Milão, sua última viagem na fase de grupos.
O povo de Lille, como sempre, tem coragem
O pessoal do Lille está numa posição muito mais confortável. Com 13 pontos, eles têm passagem garantida, pelo menos, em 16é Final da Liga dos Campeões. Em caso de resultados favoráveis contra o Liverpool na terça-feira, e depois contra o Feyenoord, os Mastiffs podem até ir diretamente para o 8º.é de final.
De qualquer forma, para se preparar para este confronto frente ao Liverpool Reds, o Lille tem se colocado em boa forma. Sexta-feira, os jogadores de Bruno Génésio deram a volta a um jogo muito mal iniciado frente ao OGC Nice (vitória por 2-1). Liderados após a abertura do marcador de Sofiane Diop, os Dogues valeram-se dos seus recursos para empatar e depois vencer, graças aos feitos de Hákon Haraldsson e Bafodé Diakité.
O LOSC já havia contado com essa força de caráter durante a semana, para se classificar nos pênaltis na Coupe de France contra o Marselha, após sofrer o empate nos últimos momentos da partida. Se todos estes elementos ainda estiverem unidos contra o Liverpool, sonhar com a vitória é possível para os nortistas. Pergunte ao Real Madrid, derrotado no início de outubro de 2024.
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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre
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6 de março de 2026A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).
A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.
Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.
Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável.
Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas. No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.
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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre
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4 de março de 2026A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.
A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.
O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.
Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.
Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.
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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre
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25 de fevereiro de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.
Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.
Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.
Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.
Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.
Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).
A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.
Laboratório de Paleontologia
Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.
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