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Quais equipes podem se classificar para as semifinais da Copa do Mundo Feminina T20 e como? | Notícias de críquete

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O que a Índia, o Paquistão, o Bangladesh e as outras seleções precisam fazer para garantir uma vaga? A Al Jazeera analisa tudo.

A corrida pelas semifinais da Copa do Mundo Feminina T20 da ICC está esquentando, já que todas as 10 nações participantes entram na segunda metade de suas partidas da fase de grupos e buscam subir na tabela de pontos.

Depois de seu enorme ganhar sobre o Sri Lanka na quarta-feira, a Índia saltou do quarto para o segundo lugar no Grupo A e tirou os campeões asiáticos do acerto de contas.

Sri Lanka já está fora da disputa da semifinal; o último jogo do grupo contra a Nova Zelândia, no sábado, é irrelevante.

No Grupo B, a estreante Escócia também foi eliminada precocemente, depois de perder os três jogos. No domingo, eles tentarão terminar o torneio em alta, derrotando seus rivais britânicos, muito mais bem classificados, a Inglaterra.

Quais equipes, então, ainda podem se classificar para as semifinais e o que precisam fazer para chegar lá?

Aqui está o detalhamento das permutações da Al Jazeera:

Quais equipes podem se classificar para as semifinais da Copa do Mundo Feminina T20?

Grupo A:

  • Austrália
  • Índia
  • Nova Zelândia
  • Paquistão

Grupo B:

  • Inglaterra
  • África do Sul
  • Índias Ocidentais
  • Bangladesh

Como a Austrália pode se classificar para as semifinais?

  • Venceu o Paquistão e a Índia nos dois jogos restantes da fase de grupos para terminar no topo da tabela com oito pontos.
  • No caso de uma derrota contra o Paquistão, a Austrália precisaria vencer a Índia e esperar que a Nova Zelândia vencesse o Paquistão e o Sri Lanka vencesse a Nova Zelândia. Isso resultaria em seis pontos para a Austrália e a Índia, e quatro para a Nova Zelândia e o Paquistão.
  • Se a Austrália vencesse o Paquistão, mas perdesse para a Índia, eles iriam querer que a Nova Zelândia perdesse tanto para o Paquistão como para o Sri Lanka, resultando em seis pontos para a Austrália e para a Índia e quatro para o Paquistão e para a Nova Zelândia.
  • Caso perca os dois jogos, a Austrália se encontrará em uma situação complicada – mas sua alta taxa líquida de corridas ainda poderá salvá-los. Eles esperam duas derrotas da Nova Zelândia contra Sri Lanka e Paquistão. A Austrália ainda precisará que sua taxa líquida de corridas seja superior à do Paquistão para garantir a segunda vaga de qualificação no Grupo A.

Como a Índia pode se classificar para as semifinais?

  • Uma vitória sobre a Austrália no último jogo do grupo e uma derrota para Nova Zelândia e Paquistão garantirão a classificação da Índia por pontos.
  • Se a Índia perder para a Austrália, exigirá que a Austrália registe uma grande vitória sobre o Paquistão – para eliminar a equipa de Fatima Sana na taxa líquida de corridas – e que a Nova Zelândia perca pelo menos um dos seus jogos. O Grupo A teria então a Austrália na liderança e a Índia em segundo lugar em taxa líquida de execução.
  • Caso a Índia perca para a Austrália, mas a Nova Zelândia vença as duas partidas, as seleções australianas se classificarão para as semifinais com pelo menos seis pontos cada – e a equipe de Harmanpreet Kaur será eliminada.
  • Se a Índia perder para a Austrália, mas a Nova Zelândia perder para o Paquistão, a Austrália se classificará como líder da tabela e deixará as outras três equipes lutarem pela taxa líquida de corridas.

Como a Nova Zelândia pode se classificar para as semifinais?

  • Dois vence nas duas últimas partidas contra Sri Lanka e Paquistão selarão o acordo para os White Ferns com seis pontos.
  • Não vencer os dois jogos levará à eliminação da Nova Zelândia por dois pontos.
  • Se a Nova Zelândia vencer um de seus dois jogos, eles esperam que seu vizinho geográfico, a Austrália, cause grandes derrotas à Índia e ao Paquistão e os ajude a terminar em segundo lugar com uma taxa líquida de corridas mais alta.

Como o Paquistão pode se classificar para as semifinais?

  • Em circunstâncias ideais, o Paquistão precisa de obter vitórias milagrosas sobre a Nova Zelândia e a Austrália e contar com a Índia para derrotar a Austrália. Este cenário improvável colocaria Índia e Paquistão nas semifinais com seis pontos cada.
  • Numa situação um pouco mais realista, se o Paquistão vencesse a Nova Zelândia mas perdesse para a Austrália, precisaria que a Austrália vencesse a Índia com uma margem enorme e o Sri Lanka vencesse a Nova Zelândia de forma semelhante. Isso resultaria em quatro pontos para o Paquistão e a Índia e a equipe com a maior taxa líquida de corridas se classificaria.
  • Se o Paquistão perder os dois jogos, encerrará mais uma campanha na Copa do Mundo na fase de grupos.
    O Paquistão nunca se classificou para as semifinais de uma Copa do Mundo (Arquivo: Giuseppe Cacace/AFP)

Como a Inglaterra pode se classificar para as semifinais?

  • A Inglaterra precisa de duas vitórias em seus dois jogos para terminar com oito pontos e se classificar como líder da tabela.
  • Uma vitória e uma derrota farão com que eles terminem com seis pontos e entrem em uma batalha de taxa de corrida líquida contra a África do Sul, Índias Ocidentais e Bangladesh.
  • Caso a Inglaterra perca para a Escócia e as Índias Ocidentais, ela ainda poderá se classificar se sua taxa líquida de corridas for maior do que as outras três seleções.

Como a África do Sul pode se classificar para as semifinais?

  • A África do Sul precisa de vencer o Bangladesh de forma abrangente para manter a sua posição de topo tanto com pontos como com taxa líquida de corridas.
  • Caso a África do Sul perca, precisará que as Índias Ocidentais percam ambos os jogos. Nesse cenário, sua saudável taxa líquida de corridas após os três primeiros jogos ainda poderia levar as mulheres do Proteas a entrar nas semifinais em segundo lugar, à frente das Índias Ocidentais e de Bangladesh.

Como as Índias Ocidentais podem se classificar para as semifinais?

  • As Índias Ocidentais precisam de duas vitórias nas últimas duas partidas e esperam que a África do Sul perca para Bangladesh ou que a Inglaterra perca os dois jogos.
  • Se as Índias Ocidentais vencerem um jogo e a Inglaterra vencer os dois, os campeões de 2016 esperarão que a África do Sul perca para o Bangladesh por uma grande margem. A equipe de Hayley Matthews se classificará à frente da África do Sul em termos de taxa líquida de corridas.
  • Duas derrotas resultarão na eliminação das Índias Ocidentais na fase de grupos.

Como Bangladesh pode se classificar para as semifinais?

  • Os anfitriões, que venceram sua primeira partida da Copa do Mundo T20 na abertura do torneio em 3 de outubro, farão um quase milagre se vencerem os campeões das Índias Ocidentais de 2016 e a vice-campeã da África do Sul em 2023 e terminarem com seis pontos. Será o suficiente para levá-los às eliminatórias.
  • No outro caso, o Bangladesh espera poder vencer pelo menos uma das Índias Ocidentais ou da África do Sul com uma grande margem e entrar na batalha pela taxa líquida de corrida.
  • Perder os dois jogos fará com que o time de Nigar Sultana seja eliminado do torneio.





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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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