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Quais estrelas de Hollywood perderam suas casas nos incêndios florestais na Califórnia? | Notícias de Cinema

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Desde terça-feira, incêndios florestais devastaram diferentes bairros da Califórnia, especialmente na área de Los Angeles.

Os incêndios florestais na Califórnia mataram pelo menos 10 pessoas e destruiu cerca de 10.000 casas e estruturas, disseram autoridades locais.

Como os incêndios florestais afetaram Hollywood?

Los Angeles é o lar de Hollywood, o centro de entretenimento da América, e de muitas celebridades de Hollywood. Muitos de essas celebridades perderam suas casas nos incêndios.

O Sunset Fire, que eclodiu na quarta-feira por volta das 18h (02h GMT), afetou particularmente Hollywood Hills. A sua causa está sob investigação, mas devastou 17 hectares (42 acres) de terra.

Ao meio-dia de quinta-feira, a prefeita Karen Bass informou que o Sunset Fire foi contido.

Quais celebridades perderam suas casas?

Billy Cristal: O comediante americano de 76 anos e estrela do icônico filme dos anos 1980, When Harry Met Sally, perdeu a casa que possuía desde 1979 em Pacific Palisades. Crystal e sua esposa, Janice, expressaram tristeza pela perda da casa onde criaram seus filhos e netos. Ele disse em comunicado à CNN na quarta-feira: “Estamos com o coração partido, é claro, mas com o amor de nossos filhos e amigos superaremos isso”.

Mel Gibson: A estrela de Mad Max disse ao NewsNation que sua casa foi destruída enquanto ele filmava em Austin, Texas. Ele disse: “É meio devastador. É emocional. Você sabe, você mora lá há muito tempo e tinha todas as suas coisas. Fiquei aliviado do fardo das minhas coisas, porque está tudo em cinzas.”

Jeff Pontes: Um porta-voz do ator veterano foi citado pelo The Hollywood Reporter dizendo que sua casa em Malibu foi incendiada no incêndio de Palisades.

Paris Hilton: A mansão da personalidade da televisão e socialite na praia de Malibu pegou fogo, também no Palisades Fire. Em postagens no Instagram e no X, Hilton escreveu que assistiu ao desastre ao vivo na televisão. “O desgosto é verdadeiramente indescritível”, escreveu ela em um post X.

Cary Elwes: O ator Princesa Noiva também anunciou que a casa de sua família havia sido destruída. Ele contado seus seguidores no Instagram: “Infelizmente, perdemos nossa casa, mas estamos gratos por ter sobrevivido a este incêndio verdadeiramente devastador”.

Mandy Moore: A estrela de This Is Us disse Seguidores do Instagram que sua família havia evacuado sua casa em Altadena antes que ela fosse gravemente danificada pelo incêndio em Eaton. “Eu te amo, Altadena. Grato por minha família e meus animais de estimação terem saído ontem à noite antes que fosse tarde demais… Honestamente, estou em choque e me sentindo entorpecido por tudo que tantos perderam, incluindo minha família. A escola dos meus filhos acabou. Nossos restaurantes favoritos, nivelados.”

Milo Ventimiglia: Outra estrela de This Is Us disse à CBS News que ele e sua esposa grávida, Jarah Mariano, haviam perdido sua casa em Malibu. Ele disse: “Acho que há uma espécie de momento de choque em que você pensa, ‘Oh, isso é real e está acontecendo’, e então, em certo ponto, simplesmente desligamos. É tipo, de que adianta continuar assistindo, sabe. Nós meio que aceitamos a perda.”

Os meios de comunicação também noticiaram que as casas dos Leighton Meesterconhecida pelo programa de televisão Gossip Girl e seu marido, Adam Brody do OC; Antonio Hopkins; John Goodman; Caixa de milhas de Top Gun Maverick; e Anna Faris do Scary Movie também foram danificados ou destruídos pelos incêndios. No entanto, eles ainda não comentaram publicamente. A estrela da série de comédia Schitt’s Creek Eugênio Levyque também é prefeito honorário de Palisades, foi relatado pela mídia local como tendo perdido sua propriedade de US$ 3,9 milhões. Seu filho, Dan Levy, postou: “Com o coração partido pela minha família, meus amigos e pelas pessoas de Los Angeles afetadas pelos incêndios catastróficos”. No entanto, o próprio Eugene Levy não confirmou a perda de sua casa.

Outras celebridades anunciaram que evacuaram suas casas. Isso inclui a modelo Chrissy Teigen e seu marido, John Legend; James Woods; o comediante Marc Maron; e o ator Mark Hamill de Star Wars.

Com os recursos de combate a incêndios escassos, os moradores do subúrbio muito unido de Altadena estão preocupados com a possibilidade de os recursos serem alocados aos bairros onde residem os A-lists, informou a Reuters.

“Haverá algumas pessoas que não receberão tanto quanto merecem, e algumas pessoas que poderão receber mais do que realmente precisam”, disse Inez Moore, professora da Universidade Estadual da Califórnia, à Reuters. A casa da família de Moore em Altadena foi destruída no incêndio em Eaton.

O letreiro de Hollywood pegou fogo?

Os usuários das redes sociais têm compartilhado imagens do que parece ser o icônico letreiro de Hollywood envolto em chamas.

A placa está localizada no Griffith Park, que foi fechado por medida de segurança.

Porém, pelo que sabemos até agora, a placa está segura e não pegou fogo. Jeff Zarrinnam, presidente do Hollywood Sign Trust, disse à agência de notícias Reuters por e-mail na quinta-feira que a placa não foi afetada.

A Reuters informou que as imagens provavelmente foram geradas por software de IA.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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