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Quando uma mesa não é uma mesa? Quando é um símbolo de status | Gareth Rubin

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Quando uma mesa não é uma mesa? Quando é um símbolo de status | Gareth Rubin

Gareth Rubin

NIccolò Maquiavel teve um conselho importante sobre a política de escritório: “Se uma lesão tiver que ser feita a um homem”, ele escreve em O príncipe“Deveria ser tão grave que sua vingança não precisa ser temida”. A maioria de nós pode se relacionar com isso.

É provável que quem tenha insultado acidentalmente Nicholas Walkero gerente de take-não-prisioneiros da filial de Rickmansworth da Robsons Estate Agents, dando-lhe uma mesa de segunda categoria, não havia lido o trato 1532 de Maquiavel. Porque Walker, sem dúvida, pensando na invocação subsequente de Maquiavel-“é mais seguro ser temido do que amado porque … o medo o preserva por um pavor de punição que nunca falha”-imediatamente arrastou seu empregador de rosto achado para um tribunal de emprego, onde ele os processou com sucesso por desmiacia de criação. Eles provavelmente realmente se arrependem de dar a ele essa mesa.

Na verdade, para ser justo com Walker, havia mais neste caso – a colocação da mesa não era onde os gerentes costumavam se sentar, o que era, o juiz concordou, equivale a ser informado de que ele seria um gerente assistente da filial; um rebaixamento, tendo sido anteriormente gerente de filial. Ele também não estava informado de que estaria compartilhando um papel gerencial.

Política de escritório – que na época do zoom persegue você em seu próprio banho – tornou -se uma versão ao vivo onipresente de 1984Os dois minutos do ódio: um evento social brutal que emociona os espectadores e não pode ser evitado pelo assunto. E é tudo sobre uma coisa: status.

O que aparentemente pegou a cabra de Walker não foi um rebaixamento explícito. Foi em grande parte a queda em sua classificação percebida entre seus colegas. Ele foi entendido como tendo sido chutado pela hierarquia.

E, no entanto: “Desde a chegada da agricultura e propriedade privada de 10.000 aC, o status tem sido uma coisa, seja esse o tamanho da sua pirâmide ou exibindo o café de um Gail em vez de um Starbucks entrando no trabalho. Pode ser o mesmo para o qual você é alocado no escritório ”, o psicólogo Oliver James, autor de Política de escritóriome diz, refletindo sobre o caso.

Por que? Bem, porque o escritório é um cadinho da sociedade, permitindo -nos subir para cima, para baixo ou através da escada social de uma maneira que apenas os príncipes medievais já conheciam antes. E isso atende a uma necessidade em muitos de nós: estar melhor do que ele ou dela ou, acima de tudo, eles.

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Como resultado, o local de trabalho moderno tende a promover aqueles que exibem traços de “tríade escura”: psicopatia, narcisismo, maquiavelismo. James descreve assim: “O comportamento triádico floresce onde o egoísmo cruel e desonesto é vantajoso e onde um indivíduo está muito preocupado em ganhar poder, recursos ou status”.

E para Walker, o caso era mais do que uma mesa e certamente não estamos atribuindo a ele as artes das trevas de Maquiavel ou essas qualidades a que James se refere. Mas o status é importante – é sobre quem está acordado e quem está deprimido. Pois, como Stephen Potter diz em seu tratado de 1952 Única de atualização: “Se você não está One-upvocê é um para baixo. ”

É, em certo sentido, uma coisa boa que a maioria de nós obceca em nosso lugar no trabalho: fazemos isso porque no mundo em geral poucas pessoas se preocupam com quem são sua família ou com que escola você frequentou. Os antigos definidores de classificação, que não são o resultado de habilidade ou enxerto, foram varridos. Pelo menos o status do seu local de trabalho tem alguma relação com o que você contribui e alcance. Nicholas Walker entendeu isso bem. É apenas uma tragédia para a administração da divisão Rickmansworth de agentes imobiliários de Robsons que eles não fizeram.



Leia Mais: The Guardian

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).

A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.

Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.

Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável. 

Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas.  No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.

 



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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.

A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.

O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.

Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.

Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.

 



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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