NOSSAS REDES

Capixaba

Quase 40 m³ de madeira são apreendidos durante derrubada ilegal no interior do AC

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Flagra ocorreu em uma região da cidade de Capixaba, interior do estado, nesta quarta (11). Batalhão Ambiental informou que local é um projeto de assentamento.

Na foto de capa: madeira retirada ilegalmente foi apreendida pelo Batalhão Ambiental (Foto: Divulgação/Batalhão de Policiamento Ambiental)

Uma denúncia levou equipes do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) a conduzir duas pessoas para a delegacia por derrubada ilegal de madeira.

A dupla foi flagrada com motosserras desmatando uma área de um projeto assentamento. De acordo com a polícia, 37,48 m³ de madeira estavam sendo derrubados. O caso ocorreu na quarta-feira (11) no município de Capixaba, interior do Acre.

Os suspeitos foram conduzidos para a delegacia do município e liberados após assinatura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

Ao G1 nesta quinta (12), o cabo Antônio de Castro, que estava na equipe, contou que as pessoas encontradas são moradores da região, que tentam invadir o local. Os homens falaram que iriam construir uma associação.

“Lá é um projeto de assentamento do Incra, só que tem pessoas que estão invadido a parte da reserva para fazer casas. A denúncia falava da derrubada e quando chegamos lá pegamos em flagrante com motosserras e já tinham derrubado 10 árvores de grande porte como cumaru”, detalhou.

 Duas pessoas foram conduzidas para a delegacia de Capixaba e liberadas após assinarem um TCO (Foto: Divulgação/Batalhão de Policiamento Ambiental)

Duas pessoas foram conduzidas para a delegacia de Capixaba e liberadas após assinarem um TCO (Foto: Divulgação/Batalhão de Policiamento Ambiental). G1Ac.

Capixaba

EM CAPIXABA, MEMBROS DE FACÇÃO CRIMINOSA SÃO PRESOS PELA POLÍCIA CIVIL COM APOIO DA POLÍCIA MILITAR

Luanna, Colaboradora do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Por volta das 7h da manhã desta quarta-feira, denúncias anônimas chegaram ao Inspetor da Polícia Civil Franciberto Lima e indicavam que dois indivíduos da cidade de Rio Branco estavam comercializando drogas em uma casa no bairro Paraíso.

Ao chegar no local indicado, um dos indivíduos, I.C.M., vulgo Babu, menor de idade, tentou empreender fuga, mas foi contido pela Polícia. Outro indivíduo, Cleilton Amorim da Silva, vulgo Meteoro, se escondeu na cobertura da casa, mas também foi localizado pelos agentes.

Ao serem questionados, sobre onde estavam bolsas e roupas dos mesmos, já que não residiam aqui, um dos indivíduos indicou a casa onde estavam seus pertences. A Polícia se deslocou ao local e encontrou na casa de Agildo Mendes da Silva, uma bolsa com considerável quantia de entorpecentes e encaminhou o mesmo à Delegacia, já que a droga estava em sua propriedade. Ele porém, alega não saber de nada.

Além disso, na ocasião, a Polícia prendeu Juscelino Souza de Macedo, que chegou no local da diligência dirigindo embriagado e em posse de entorpecentes.

“Vamos continuar empreendendo nossos esforços para coibir a comercialização de drogas em Capixaba. Esse é o nosso compromisso com os cidadãos de bem do nosso município. Aproveito e agradeço a parceria do Comandante Dário, da Polícia Militar, que também tem se desdobrado para garantirmos a ordem em Capixaba”, finalizou o inspetor Franciberto Lima

EQUIPEI9CAPIXABA

Continue lendo

Capixaba

Ex-prefeito Joais da Silva dos Santos que contratou servidores sem concurso público tem direitos políticos suspensos

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Sentença determina ainda a proibição do ex-gestor receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de quatro anos.

O Juízo da Vara Única da Comarca de Capixaba condenou ex-prefeito denunciado em Ação Civil Pública, Sr. Joais da Silva dos Santos, pelo cometimento de ato de improbidade administrativa, previsto art.11, inciso I, II e V da Lei n° 8.429-92, quando contratou servidores sem realizar concurso público.

Por conta disso, a juíza de Direito Louise Kristina, titular da unidade judiciária, decretou a seguintes sanções para o ex-gestor municipal: “suspensão dos direitos políticos por quatro anos” e “proibição de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de quatro anos”.

Além disso, como está expresso na sentença, publicada na edição n° 6.388 do Diário da Justiça Eletrônico, da terça-feira, 9, são nulas as “contratações sem concurso efetivadas na gestão (…), a partir da realização do concurso de 2007”. A magistrada ainda confirmou a decisão liminar emitida anteriormente, que determinou a exoneração dos servidores contratados irregularmente e essa ordem já foi cumprida.

Caso e sentença

Segundo os autos, quando o requerido ocupava o cargo de prefeito, ele realizou contratação de servidores sem observar princípios constitucionais. Conforme, é relatado nos autos, ainda existia certame em vigor, realizado em 2007, entretanto, foram contratadas pessoas que tinham passado no certame, mas outras que estavam em melhor posição na classificação não foram chamadas.

Depois analisar que houve ilicitude no ato contratar sem concurso público, a juíza de Direito afirmou que “restou comprovado que o requerido (…), após a finalização do concurso em dezembro de 2007, manteve várias contratações sem concurso feitas anteriormente e ainda contratou outras pessoas em detrimento dos candidatos regularmente aprovados e que estavam aguardando a nomeação, e isso também caracteriza ato de improbidade administrativa”.

Continue lendo

Super Promoções

WhatsApp chat