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Quatro restaurantes brasileiros entram para o famoso Guia Michelin 2025; veja quais
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10 meses atrásem
A gastronomia brasileira ganhou motivos para se orgulhar. Na segunda-feira (12), quatro restaurantes brasileiros passaram a fazer parte da cobiçada seleção do Guia Michelin 2025.
O reconhecimento internacional é resultado do trabalho de chefs que combinam técnica, criatividade, bons ingredientes e sabor. Os novos nomes, dois no Rio de Janeiro e outros dois em São Paulo, foram escolhidos por profissionais anônimos e especializados.
O evento ocorreu no luxuoso Hotel Rosewood, em São Paulo. Os selecionados foram a Casa 201 (RJ), Kanoe (SP), Oseille (RJ) e Ryo Gastronomia (SP).
Os 4 novos
A nova safra de restaurantes brasileiros no Michelin chegou. Conheça mais sobre eles abaixo:
Casa 201 (Rio de Janeiro): instalado perto do Jardim Botânico, a Casa 201 nasceu em um espaço que originalmente seria uma galeria de arte. O chef João Paulo Frankenfeld, responsável pelo local, tem um menu que muda conforme as estações. Os ingredientes são brasileiros e as técnicas francesas.
Kanoe (São Paulo): com apenas nove assentos no balcão, o Kanoe é uma rara joia escondida nos Jardins. A proposta é intimista e o chef Tadashi Shiraishi conduz a cozinha apostando em ingredientes frescos, cortes precisos e uma atmosfera similar aos clubes gastronômicos exclusivos do Japão.
Oseille (Rio de Janeiro): no coração de Ipanema está o Oseille. O balcão tem formato de “U” e coloca o cliente de frente para a cozinha. O chef Thomas Troisgros apresenta um menu degustação que valoriza produtos brasileiros, mas com toques da culinária francesa.
Ryo Gastronomia (São Paulo): o Ryo, no Itaim, é a mistura do minimalismo japonês com a sofisticação brasileira. A estética é serena e o chef Edson Yamashita é conhecido por ter uma precisão e elegância nos pratos.
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O que é o Guia Michelin
Criado em 1900 pela empresa francesa de pneus Michelin, o guia nasceu para incentivar os motoristas a viajarem mais.
Ele oferecia dicas práticas, como onde consertar o carro, abastecer e comer bem.
Com o tempo, a parte da gastronomia ganhou destaque e virou referência mundial.
Desde 1926, os restaurantes passaram a receber estrelas, indo de uma a três, conforme o serviço e a cozinha.
Hoje, figurar no Guia Michelin é sinônimo de reconhecimento máximo para os chefs.
Veja a lista de restaurantes com estrelas no Brasil:
Duas Estrelas
- D.O.M. (SP)
- Evvai (SP)
- Lasai (RJ)
- ORO (RJ)
- Tuju (SP)
Uma estrela
- Casa 201 (RJ)
- Cipriani (RJ)
- Fame Osteria (SP)
- Huto (SP)
- Jun Sakamoto (SP)
- Kan Suke (SP)
- Kanoe (SP)
- Kazuo (SP)
- Kinoshita (SP)
- Kuro (SP)
- Maní (SP)
- Mee (RJ)
- Murakami (SP)
- Oizumi Sushi (SP)
- Oseille (RJ)
- Oteque (RJ)
- Picchi (SP)
- Ryo Gastronomia (SP)
- San Omakase (RJ)
- Tangará Georges (SP)
O Oseille coloca o cliente de frente para a cozinha. – Foto: Divulgação/Guia Michelin
O Ryo mistura a o Japão e a sofisticação do Brasil. – Foto: Divulgação/Guia Michelin
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.
O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.
Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.
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