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Quem é Tommy Robinson e por que Elon Musk está apoiando-o? | As notícias da extrema direita

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Não contente em meramente fazer campanha para o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, e exortar os alemães a votarem no partido político de extrema-direita, Alternativa para a Alemanha (AfD) nas próximas eleições do país, o bilionário americano Elon Musk está a agitar as penas políticas também no Reino Unido com uma campanha online para libertar Tommy Robinson, um ativista de extrema direitada prisão.

Aqui está mais sobre Robinson, que atualmente cumpre pena por violação de uma liminar, mas também já foi preso por agressão e desacato ao tribunal:

O que Musk disse sobre Tommy Robinson?

Musk, que foi recentemente nomeado conselheiro especial por Trump, publicou várias vezes na sua conta X na quarta e quinta-feira, afirmando que Robinson, um notório activista de extrema-direita que faz campanha contra a imigração e o Islão, “deveria ser libertado” da prisão.

Em outra postagem, ele escreveu: “Por que Tommy Robinson está em uma prisão solitária por dizer a verdade?”

Quem é Tommy Robinson e por que ele está na prisão?

Stephen Yaxley-Lennon, que atende pelo nome de Tommy Robinson, 42, está atualmente cumprindo uma sentença de 18 meses de prisão depois de admitir desrespeito ao tribunal durante um caso de difamação envolvendo um estudante sírio refugiado, Jamal Hijazi.

Um vídeo mostrando Hijazi, de 15 anos, sendo atacado por outro adolescente em uma escola em Almondbury, Yorkshire, no norte da Inglaterra, se tornou viral no Reino Unido em outubro de 2018.

Robinson publicou vídeos na sua conta do Facebook em resposta, alegando que Hijazi tinha atacado “jovens raparigas inglesas” e ameaçado esfaquear um rapaz na escola, alegações que Hijazi negou.

Esses vídeos, vistos por quase um milhão de pessoas, fizeram com que Hijazi e sua família recebessem ameaças de morte.

O Tribunal Superior decidiu em 2021 que Robinson difamou Hijazi e ordenou-lhe que pagasse 100.000 libras (124.000 dólares) por danos. O juiz também concedeu-lhe liminar que o impediu de repetir as alegações.

No entanto, em fevereiro de 2023, Robinson começou a repetir as afirmações e fez um documentário que publicou na sua conta X alegando ter sido “silenciado pelo Estado”. Em julho de 2024, ele exibiu este documentário aos telespectadores na Trafalgar Square, em Londres.

Ele foi condenado a 18 meses de prisão pelo Woolwich Crown Court em outubro de 2024, depois de admitir ter violado a liminar de 2021.

Seu documentário, intitulado “Silenced”, ainda está no X e teve 146,2 milhões de visualizações até sexta-feira. Foi retuitado por cerca de 101.000 pessoas, incluindo Musk.

Robinson foi banido do X, então conhecido como Twitter, em 2018. No entanto, ele foi autorizado a retornar à plataforma em 2018, quando Musk a comprou. Robinson agora tem mais de um milhão de seguidores no X.

No passado, Robinson foi preso por agressão (2005), fraude hipotecária (2014) e desrespeito ao tribunal (2024).

Em 2019, ele foi condenado a nove meses na prisão por desacato ao tribunal depois de enviar um vídeo no Facebook apresentando réus em um julgamento criminal. O julgamento foi de uma gangue de supostos criminosos sexuais acusados ​​de abusar de meninas.

Ele fundou a organização islamofóbica de extrema direita, Liga de Defesa Inglesaem junho de 2009. Organizou manifestações violentas contra o Islã e esteve ativo até cerca de 2013.

Por que Musk deu seu apoio a Robinson?

As postagens de Musk em apoio a Robinson surgem na sequência de um escândalo de longa data de gangues de aliciamento no Reino Unido, que Musk afirma que Robinson tentou denunciar.

Em Junho de 2022, uma análise independente concluiu que a polícia e o conselho não conseguiram impedir a exploração sexual de raparigas por gangues em Oldham, no norte de Inglaterra. A revisão identificou múltiplas oportunidades para acabar com o abuso a partir de 2005.

Em Julho de 2024, os líderes políticos do Conselho de Oldham apelaram ao governo para investigar o abuso sexual de crianças na cidade às mãos de “gangues de aliciamento”.

Mas em outubro de 2024, a ministra do Interior, Jess Phillips, rejeitou o pedido do conselho, dizendo que ele próprio deveria conduzir uma investigação.

Na quarta-feira, o canal britânico de direita GB News noticiou isto e culpou o Partido Trabalhista, que chegou ao poder em Julho numa eleição esmagadora que destituiu o Partido Conservador após 14 anos de governo, pela sua inacção contra os gangues de aliciamento. O relatório foi ampliado por Musk, bem como por líderes conservadores no Reino Unido.

Musk postou em sua conta no X dizendo que o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, não processou estupradores de crianças quando era diretor de processos públicos entre 2008 e 2013. Ele também postou no X na sexta-feira: “Jess Philips é uma apologista do genocídio do estupro”.

As postagens de Musk apoiando Robinson vêm junto com uma onda de postagens online apoiando figuras europeias de direita. No final de dezembro, ele escreveu um artigo de opinião em apoio ao partido de direita alemão AfD. Ele também apoiou o partido de extrema direita Reform UK, de Nigel Farage, e a primeira-ministra de direita da Itália, Giorgia Meloni.

O secretário de Saúde, Wes Streeting, disse que as opiniões de Musk são “mal avaliadas e mal informadas”.

“O apoio de Musk não apenas a Tommy Robinson, mas também à AfD na Alemanha, mostra o quão grande ele é um problema para a democracia, bem como a reputação daqueles que o tratam como Nigel Farage e Liz Truss”, disse a parlamentar trabalhista Stella Creasy. disse ao Político.

Em dezembro, Farage conheceu Musk no resort de Trump em Mar-a-Lago, na Flórida. Na quinta-feira, Musk postou no X “Só a reforma pode salvar a Grã-Bretanha”.

Em 2018, Farage renunciou ao Partido da Independência do Reino Unido (UKIP) depois que seu líder Gerard Batten nomeou Robinson como conselheiro oficial.

O presidente da Reforma, Zia Yusuf, também é muçulmano. Farage ainda não reagiu publicamente às postagens recentes de Musk sobre Robinson.

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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