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Rafael Nadal ‘em paz’ ​​antes de cair a cortina sobre carreira lendária na Copa Davis | Rafael Nadal

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Tumaini Carayol in Málaga

Rafael Nadal diz que está em paz com seus esforços enquanto se prepara para encerrar sua carreira lendária na final da Copa Davis, em Málaga, esta semana.

“No final consegui o que era mais importante para mim, porque este dia chegou e estou em paz por ter dado tudo o que tinha”, disse Nadal. “Joguei e pratiquei desde os sete anos. Comecei aos três anos, mas nessa idade comecei a trabalhar cada vez mais com paixão, com amor e com a determinação de ser o melhor possível.

“Não sou o tipo de cara que diria: ‘Não, eu não mudaria as coisas’, porque para mim isso parece arrogante. Claro que mudaria as coisas, mas uma coisa tem sido muito importante para mim (é que) vou sair desta viagem profissional com a tranquilidade e a satisfação pessoal de dar o meu melhor em quase todos os momentos.”

Esta foi uma temporada final preocupante para o 22 vezes campeão do Grand Slam. Tendo retornado de uma cirurgia no quadril em janeiro, as esperanças de Nadal de uma recuperação bem-sucedida não se concretizaram, e no mês passado ele anunciou sua decisão de se aposentar. Nadal diz que não está mentalmente esgotado, mas que suas limitações físicas o forçaram a encerrar a carreira.

“Se eu tiver que explicar a luta que tive com meu corpo ao longo da minha carreira, não será uma explicação que durará cinco minutos”, disse Nadal, rindo. “Tive vários episódios na minha carreira que complicaram a minha atividade, mas consegui superá-los. A última lesão na Austrália me forçou a fazer uma cirurgia no quadril e tiveram que remover parte do meu iliopsoas (músculo). Isso não me permitiu competir como fiz durante a maior parte da minha carreira.

“Todos esses problemas que tive ao longo da minha carreira encontraram solução (ou) me deram janelas para poder jogar sem limitações. Aí eles voltaram para mim, e é por isso que tive tantas interrupções na minha carreira. Sinto simplesmente que não consigo exercer a minha atividade normalmente e sem limitações de forma contínua.

“Não tenho mais janelas que me permitam treinar ou competir a 100%. E essa é uma (lesão), mas fora isso tenho todas as outras que não desapareceram e que também estão me limitando. Ou seja, é um coquetel que faz com que eu, assim como muitos outros atletas, tenhamos que parar. Vejo isso como algo lógico para quem trabalha como eu desde os sete ou oito anos.”

A Câmara Municipal de Málaga não encarou levianamente a tarefa de eliminar o maior atleta de Espanha. Do outro lado da rua do Palácio de Esportes, sede do torneio, o estádio de atletismo da cidade é adornado com enormes 2.600 metros de altura.2 banner com os dizeres “GRACIAS, RAFA” ao lado da imagem do homem de 38 anos.

Tamanho é o alarde e a atenção em torno de sua aposentadoria que a sala de conferência de imprensa do Palacio de Deportes não conseguiu acomodar o grande público, levando a ITF a agendar o evento de imprensa pré-torneio da Espanha em uma sala de convenções no hotel do jogador, a 19 quilômetros de distância, em Fuengirola. O resto da equipa espanhola – Carlos Alcaraz, Marcel Granollers, Pedro Martínez e Roberto Bautista Agut – assistiu em silêncio enquanto a grande maioria das perguntas eram dirigidas a Nadal.

“Não estou aqui para me aposentar. Estou aqui para tentar ajudar a equipe”, disse Nadal. “Então é claro que será minha última semana no tour profissional, mas no final estamos aqui em uma competição por equipes. O mais importante aqui é tentar ajudar a equipe e manter o foco no que temos que fazer, que é jogar tênis e fazê-lo muito bem, não?”

A questão que permanece é qual será a forma da participação de Nadal na fase final. O capitão espanhol, David Ferrer, escolherá a equipa para o jogo dos quartos-de-final de terça-feira, frente à Holanda. Com base na forma, parece provável que Alcaraz e Bautista Agut joguem simples, enquanto Nadal, que não joga competitivamente desde as Olimpíadas, poderá se juntar a Granollers em duplas.

“Minha grande despedida seria a alegria de vencer com todos”, disse Nadal. “Não sei como responderei ou não. Não sei se vou jogar uma partida ou não. Joguei muito pouco recentemente. Quanto à presença do Roger, não sei se o Federer virá aqui. Ele vai tentar, mas tem uma agenda muito ocupada.”



Leia Mais: The Guardian

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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