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Rapaz narra gol do título do Botafogo para irmão cego e emociona a web; vídeo
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2 anos atrásem
Jair e Jeferson Conrado, de Brasília no DF, são inseparáveis. Os dois foram juntos até Buenos Aires, na Argentina, assistir a vitória do time do coração na Libertadores da América. Mas a emoção ficou por conta de Jair que narra para o irmão, que é cego, o “Jeffão” cada gol do Botafogo sobre o Atlético – foram três. O Fogão venceu por 3 x 1.
“Desde que você perdeu a visão eu me esforço para te ajudar o máximo possível, como você uma vez disse para eu ‘ser seus olhos’”, disse o advogado Jair nas redes sociais.
O afeto, a emoção e a parceria que une esses irmãos não tem descrição. “Porém, estar naquele último lance de escadas do Estádio Monumental de Nunez com você, poder viver essas emoções que só o futebol proporciona, narrar os lances para que, além de sentir a atmosfera, você possa perceber tudo que está acontecendo nos mínimos detalhes, isso não tem preço”, disse Jair.
O vídeo da emoção
No estádio argentino, Jair gravou o vídeo que mostra a narração dele feita exclusivamente para o irmão. Ele relata cada momento, dá os nomes dos jogadores, detalha os passes e ainda faz a entonação.
Segundo Jair, Jeffão perdeu a visão aos 10 anos. Apaixonados por futebol, os irmãos viajaram mais de 6 mil quilômetros de Brasília para Buenos Aires para assistir ao jogo, que levou o Botafogo ao título.
“Essa narração, esse momento, atravessará nossas gerações, nossos filhos e netos irão ver, o que ficou eternizado no dia 30/11/2024”, disse Jair.
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Mais vitórias
Além de campeão da Copa Libertadores da América, o time comemora uma vaga no novo Mundial de Clubes da Fifa, que será realizado em 2025.
A competição conta com 32 equipes e ocorre entre 15 de junho e 13 de julho do próximo ano, nos Estados Unidos.
No domingo, o Botafogo enfrenta o São Paulo no Brasileirão, no Estádio Newton Santos, no Rio de Janeiro. Determinados a obter mais um título, os botafoguenses estão confiantes na vitória. Certamente Jair vai, novamente, narrar o jogo para o Jeffão.
Jeferson (E) é cego, mas consegue assistir ao jogo do Botafogo, graças ao irmão Jair (D), que narra o gol do título com a maior emoção. Foto: @jaircononradooficial
O advogado Jair, fascinado pelo Botafogo, conta a história dele e do irmão Jeferson, que é cego, que assiste ao jogo porque ele narra cada gol e detalhe. A história está nas redes sociais. Foto: @jaircononradooficial
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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