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Repórter flagra “campo de concentração” em ala superlotada do Huerb

Acjornal, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Repórter do acjornal entrou no Huerb, nesta terça-feira, atendendo a uma denúncia anônima, e flagrou mais uma sucessão de absurdos. Idosos são mantidos em cadeiras duras, durante toda a madrugada. Acompanhantes dormem no chão, junto com pacientes graves, por falta de leitos. Pacientes não acompanhados recebem ajuda de estranhos. Alguns faziam rodízio de cadeiras, enquanto aguardavam solução da Sesacre por leitos.

Uma enfermeira ameaçou chamar a polícia para tomar o telefone usado para registrar as cenas. Outros profissionais entenderam que “a imprensa deveria mostrar a realidade”. Médicos que estavam de plantão se ausentaram do hospital durante a noite a a madrugada, e chegaram com algumas horas de atraso, após serem chamados pela recepção.

Havia medicação, mas as acomodações permanecem desumanas. Veja o vídeo abaixo, que será enviado pela reportagem ao CRM (Conselho Regional de Medicina) e para a Promotoria Especializada em Saúde, do Ministério Público.

O áudio da gravação com os comentários dos profissionais de saúde foi removido, para evitar retaliações. A imagem do jornalista também foi excluída. 

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ACRE

PAPO DE ACADEMIA

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Mesmo considerando as academias como serviço essencial, “não é o momento de reabri-las” diz empresários de Feijó e Tarauacá. (mais…)

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ACRE

Mantida condenação de consumidor por litigância de má-fé

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização.

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou provimento ao recurso de apelação, interposto por um consumidor, em desfavor da empresa de telefonia do qual ele tinha contrato de serviço e teve o nome no cadastro de inadimplentes por falta de pagamento.

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização e mantiveram a condenação por litigância de má-fé.

O autor do processo interpôs recurso de apelação contra sentença de primeiro grau por ter negado indenização por danos morais a ele em um ação declaratória de inexistência de débito.

Nos autos, o consumidor alegou não ter sido informado da mudança da conta pré-paga para a modalidade pós-pago. Mesmo com algumas faturas pagas, o consumidor esclareceu que jamais pagou fatura da conta e que desconhece quem tenha efetuado o pagamento. Ele relatou ainda que a inscrição do seu nome, por outras contas sem pagamento, em cadastro de inadimplentes, se mostra ilegal e indevida.

Por outro lado, a empresa apresentou que o contrato foi efetivamente celebrado em de março de 2016 e resultou da migração do usuário de um plano para outro, que houve pagamento de algumas faturas e que as contratações ocorrem por meio virtual, tendo o recorrente fornecido todos os seus dados.

Ao decidir pela manutenção da sentença de primeiro grau, a relatora do processo, desembargadora Regina Ferrari, entendeu que os conteúdos de telas de sistema interno da operadora servem como indicativo de que o contrato foi efetivamente celebrado entre as partes e que o relatório pormenorizado de chamadas originadas da linha telefônica é elemento de prova.

“A ausência de impugnação específica na réplica – sobre os fatos impeditivos apresentados e provados pela parte ré autoriza a conclusão de que o negócio realmente foi celebrado entre as partes, cuja falta de pagamento de algumas contas mensais justifica a existência da dívida e a inserção do nome do devedor no cadastro de inadimplentes”, diz trecho do voto.

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