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Republicano bloqueia promoção de general envolvido na retirada do Afeganistão | Militares dos EUA
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2 anos atrásem
Martin Pengelly in Washington
O general dos EUA que foi fotografado como o último soldado americano a deixar o Afeganistão está vendo uma promoção bloqueada por um único senador republicano, vários meios de comunicação relatado.
A mudança ocorre em meio a separações relatórios que a nova administração Trump está a considerar cortes marciais, para crimes incluindo traição, para os oficiais envolvidos na evacuação.
O tenente-general Christopher Donahue, 55, é o nomeado de Joe Biden para liderar o exército dos EUA na Europa. Na quinta-feira, seu nome não constava de uma lista de quase 1.000 promoções aprovadas pelo comitê de forças armadas do Senado.
O senador supostamente impedindo a promoção de Donahue, Markwayne Mullin, de Oklahoma, não fez comentários. Citando um assessor do Senado, Military.com disse A equipe de transição de Donald Trump solicitou a mudança.
Um porta-voz do Pentágono disse: “O Tenente-General Donahue formou-se na Academia Militar dos EUA em West Point e serviu o seu país durante mais de 30 anos.
“A sua nomeação ocorre num momento extremamente crítico na região europeia. Instamos o Senado a confirmar todos os nossos indicados altamente qualificados. A retenção dos nossos nomeados prejudica a nossa prontidão militar.”
Os EUA retiraram-se do Afeganistão em agosto de 2021, pouco menos de 20 anos após a invasão em resposta aos ataques terroristas de 11 de setembro. A retirada revelou-se dispendiosa: um ataque de drones dos EUA matou 10 civis afegãossete deles crianças, enquanto um homem-bomba no aeroporto de Cabul morto 13 americanos e mais de 170 afegãos.
No final da operação, Donahue foi visto em uma foto tirada através de um dispositivo de visão noturnaembarcando no último avião. Na época, comandando a 82ª Divisão Aerotransportada, ele era um general de duas estrelas muito condecorado. A promoção agora mantida em Washington lhe daria uma quarta estrela, o posto mais alto do exército em tempos de paz.
Mullin, 47, é um ex-encanador e lutador de gaiola que entrou no Congresso em 2013 e ganhou um assento no Senado em 2022. Famosamente belicoso, em setembro de 2021 ele gerou polêmica ao tentar entrar no Afeganistão em uma missão privada para resgatar cidadãos dos EUA e afegãos que trabalharam com os EUA, à medida que as forças talibãs avançavam.
“Eu não sou Rambo”, Mullin foi movido a dizer. “Nunca fingi ser Rambo… Sou o homem inferior no totem. E eu entendi isso.”
Ele acrescentou: “Temos ajudado a tirar os americanos do Afeganistão? Sim… Estou extremamente decepcionado com a forma como nós (os EUA) deixamos os americanos para trás? … Isso seria um eufemismo.”
Trump iniciou a evacuação dos EUA. Em Fevereiro de 2020, a sua administração e os talibãs concordaram que as forças dos EUA partiriam até 1 de Maio do ano seguinte. Depois de perder as eleições de 2020 para Biden, Trump encomendado a rápida retirada de todas as tropas, mas foi bloqueada por altos funcionários. Em vez disso, os EUA começaram a reduzir rapidamente a sua presença.
Em abril de 2021, Biden anunciou que todas as tropas dos EUA deixariam o Afeganistão até 11 de setembro daquele ano, o 20º aniversário do 11 de setembro. Citando o acordo de Trump com os talibãs, ele disse: “Não faremos uma corrida precipitada para a saída. Faremos isso de forma responsável, deliberada e segura.”
Trump inicialmente buscou crédito por iniciar “a saída do Afeganistão”, mas mudou de tom depois que a evacuação se revelou caótica. Em casa, em meio à polêmica sobre o atentado ao aeroporto de Cabul e as interações de Biden com famílias enlutadasa retirada virou um futebol político.
Embora seja um Comando Central dos EUA análise descobriu que o atentado era inevitável, Trump este ano aproveitou o terceiro aniversário do ataque para alegar ele teria supervisionado uma retirada “com dignidade e força”. Ele também acusou Biden e Kamala Harris, a vice-presidente que se tornou rival de Trump na Casa Branca, de supervisionar “o dia mais embaraçoso da história do nosso país” e de causar “o colapso da credibilidade e do respeito americano em todo o mundo”. .
Pete Hegseth, o veterano militar e apresentador da Fox News que Trump nomeou para secretário de Defesa, chamado a retirada do Afeganistão constituiu uma “retirada humilhante” e acusou os generais que a supervisionaram de mentir, de má gestão, de violar os seus juramentos e de “desonrar as nossas tropas e a nossa nação”.
A notícia do bloqueio de Mullin na promoção do tenente-general Donahue causou comoção em Washington, especialmente devido a uma recente notícia da NBC relatório que disse que a equipe de transição de Trump estava tomando medidas “muito sérias” no sentido de “criar uma comissão para investigar” a retirada.
Tais medidas, disse a NBC, incluíam “a recolha de informações sobre quem estava directamente envolvido na tomada de decisões dos militares, como esta foi realizada e se os líderes militares poderiam ser elegíveis para acusações tão graves como traição”.
Isso ecoou comentários feitos antes da eleição por Mark Milley, o general aposentado do Exército que foi o último presidente do Estado-Maior Conjunto de Trump. Como relatado do autor Bob Woodward, Milley teme que, com Trump de volta ao poder, militares seniores aposentados possam ser chamados de volta ao uniforme, a fim de serem levados à corte marcial.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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