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Polícia Civil do Acre reforça compromisso com os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher
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Marcelo Torres
A Polícia Civil do Acre (PCAC) reafirma seu compromisso com o enfrentamento à violência contra as mulheres, participando ativamente da campanha internacional 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher. A mobilização, realizada em cerca de 150 países, ocorre de 20 de novembro a 10 de dezembro, abordando temas como a conscientização sobre a violência de gênero, a promoção da equidade e a proposição de medidas para prevenir e combater agressões contra meninas e mulheres.
A PCAC possui duas delegacias especializadas para atender às mulheres vítimas, uma na capital, Rio Branco, e outra em Cruzeiro do Sul, desempenhando um papel fundamental no enfrentamento à violência, o assédio contra a mulher, bem como ao feminicídio, com ações que vão desde o acolhimento das vítimas até a investigação rigorosa dos casos. Durante os 21 Dias de Ativismo, a Polícia Civil intensificará atividades como palestras, rodas de conversa e atendimentos nas delegacias especializadas, além de reforçar as campanhas educativas em parceria com outras instituições públicas e organizações da sociedade civil.

A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, Criança e Adolescente (DEMPCA) é um dos principais pontos de apoio, oferecendo um espaço acolhedor para as mulheres vítimas de violência. A delegada Juliana de Angelis, coordenadora do Projeto Bem-Me-Quer, destaca a importância dessas ações. “Os 21 Dias de Ativismo são uma oportunidade para fortalecer o diálogo com a sociedade e reafirmar que a violência contra a mulher é um crime grave que precisa ser combatido em todas as frentes. Nossa prioridade é garantir um acolhimento humanizado e fortalecer os mecanismos de proteção às vítimas”, enfatizou.
Além da repressão ao crime, a Polícia Civil acredita na educação como ferramenta para reduzir a violência de gênero. O delegado-geral da PCAC, José Henrique Maciel, ressalta o papel da instituição nessa campanha.
“A Polícia Civil do Acre está comprometida com a luta pelo fim da violência contra a mulher. Participar dessa mobilização global é uma forma de reafirmarmos nosso compromisso em oferecer respostas rápidas e eficientes, seja na repressão aos agressores, seja no acolhimento e proteção das vítimas. Queremos transmitir às mulheres que elas não estão sozinhas e que estamos ao lado delas nessa batalha”, disse Maciel.
Fora as ações específicas para a campanha, a PCAC mantém esforços diários no combate à violência de gênero. A integração com a Rede de Proteção à Mulher tem possibilitado avanços na investigação de crimes e no suporte às vítimas. A articulação com outros serviços é essencial para fortalecer o atendimento às mulheres em situação de violência.
A PCAC reforça que as vítimas ou pessoas que testemunharem casos de violência podem procurar as delegacias ou fazer denúncias pelos canais disponíveis, como o Disque 180 ou o Disque 100, garantindo sigilo e proteção.
Os 21 Dias de Ativismo são mais que uma campanha: são um chamado à ação. E a Polícia Civil do Acre, com seu histórico de dedicação e compromisso, está pronta para fazer a diferença, trabalhando incansavelmente para que a violência contra as mulheres seja, um dia, apenas parte de um passado que não se repita.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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