NOSSAS REDES

ACRE

Resoluções de relacionamento para 2025 – 15/01/2025 – Equilíbrio

PUBLICADO

em

Catherine Pearson

As resoluções tradicionais de saúde para o Ano Novo podem parecer punitivas: Comer melhor, beber menos, ir à academia. Objetivos válidos… mas também, um pouco chatos.

A boa notícia? Relacionamentos também têm um grande efeito na saúde e felicidade. Então, em 2025, por que não focar em um objetivo de bem-estar diferente: Dê um pouco de carinho à sua vida romântica.

Consultamos conselheiros de casais, terapeutas sexuais e pesquisadores de relacionamentos e fizemos uma pergunta simples: Qual é uma resolução que você recomenda para casais que buscam experimentar maior conexão e intimidade em 2025?

1. Cultive a curiosidade

Abordar seu parceiro com um senso de curiosidade pode ajudá-lo a aprender coisas novas sobre quem ele é —e começar conversas que você nunca teve antes— mesmo que estejam juntos há anos, diz Justin Garcia, diretor executivo do Instituto Kinsey, o centro de pesquisa sobre sexualidade e relacionamentos da Universidade de Indiana.

“A curiosidade é um tônico poderoso, poderoso —no qual todos devemos investir mais”, afirma Garcia. Ela envia uma mensagem irresistível: Estou interessado em você.

Uma maneira simples de fomentar uma mentalidade mais curiosa dentro do seu relacionamento é perguntar algo novo ao seu parceiro a cada semana ou mais, ele sugere.

A pergunta pode ser profunda e reveladora sobre o passado dele ou uma fantasia íntima. Ou pode ser algo totalmente mundano: a esposa de Garcia recentemente perguntou por que ele não gosta de cogumelos, o que levou a uma conversa sobre sua infância. Depois, eles tentaram cozinhar novas receitas juntos, e ele descobriu que na verdade gosta de morelas.

Seu parceiro pode não retribuir sua curiosidade de imediato, mas tente não ficar contabilizando (o que é outra boa resolução de relacionamento), diz Garcia.

2. Faça tentativas de conexão

Uma tentativa de conexão —um termo cunhado pelos pesquisadores de casamento Jon e Julie Gottman— é basicamente qualquer coisa que uma pessoa faz para tentar se engajar com seu parceiro, explica Elizabeth Earnshaw, terapeuta licenciada de casamento e família que foi treinada no método Gottman.

As tentativas tendem a cair em algumas categorias diferentes, ela diz: as óbvias tentativas do tipo “brinque comigo, passe tempo comigo” (como quando um parceiro pede para se aconchegar). Há também as “tentativas de compartilhamento de informações” (talvez seu parceiro mencione um artigo interessante ou avise que há trânsito antes de você ir trabalhar). E então há pedidos de ajuda ou conforto.

“Chorar é até uma tentativa se você fizer isso na frente de alguém”, diz Earnshaw.

Nos relacionamentos mais saudáveis, os parceiros fazem e reconhecem as tentativas um do outro com frequência, explica Earnshaw.

Seu objetivo para o Ano Novo? Procurar seu parceiro com mais frequência do que fez em 2024 ou responder de forma mais positiva às iniciativas de conexão de seu parceiro em comparação ao ano passado, recomenda ela.

E se suas tentativas forem constantemente ignoradas ou rejeitadas? “Você pega essa informação do seu parceiro e decide o que fazer com ela”, diz Earnshaw.

3. Seja egoísta no quarto.

Sim, é sério.

“O que há nisso para você?” Lori Brotto costuma perguntar aos clientes com problemas de sexo e intimidade em sua prática de aconselhamento. Brotto, psicóloga e professora da Universidade da Colúmbia Britânica, gosta de investigar: “O que você ganha ao ser íntimo, ou o que gostaria de ganhar? Você quer que o sexo seja divertido? Relaxante? Que emoções ou sensações físicas você pode gostar?”, ela pergunta.

Na experiência de Brotto, as pessoas podem ficar muito presas ao que acham que deveriam (ou não deveriam) querer na cama, com base em mensagens sociais ou porque estão excessivamente focadas no parceiro. Isso torna desafiador se apresentar de uma maneira “autêntica” durante a intimidade.

Você não pode comunicar seus desejos e necessidades se não passou tempo entendendo o que eles são, diz Brotto. Então vá em frente: “Seja um pouco mais egoísta.”

4. Deixe de lado a ideia de que há uma maneira ‘certa’ ou ‘errada’ de fazer sexo

“Não existe sexo ‘normal’”, diz Lexx Brown-James, presidente da Associação Americana de Educadores, Conselheiros e Terapeutas de Sexualidade. Brown-James gosta de comparar sexo a pizza: Você decide as coberturas. Você decide quantas fatias quer. Por exemplo, “preliminares podem ser sexo”, ela acrescenta.

Candice Nicole Hargons, professora associada em ciências comportamentais, sociais e de educação em saúde na Universidade Emory, recomenda uma resolução ainda mais específica: Em 2025, “priorize o sexo que não seja penetrativo”, ela diz.

Por quê? Por um lado, a maioria das mulheres requer alguma forma de estimulação clitoriana para atingir o orgasmo, diz Hargons. (Ela observou que o sexo não penetrativo é a norma em muitos relacionamentos queer). Além disso, variar traz uma sensação de novidade, ela diz.

“Você não diz: ‘Vamos não ter esse tipo de sexo’”, ela explica. “É: ‘Vamos adicionar isso.’”

Claro, falar sobre sexo pode ser difícil. Hargons recomendou um bom ponto de partida para a conversa: “Eu adoraria ter mais variedade em nossa vida sexual.”

Em relacionamentos de longo prazo, é fácil perder de vista a importância de encontrar momentos para conexão e diversão, diz Howard Markman, codiretor do Centro de Estudos Maritais e Familiares da Universidade de Denver.

Sem saber por onde começar? Uma vez por mês ou algo assim, sente-se com seu parceiro e anote três coisas que cada um gostaria de fazer juntos, ele recomenda. Assistir a um evento esportivo? Instituir uma noite de cinema? Encarar um projeto criativo? Então troquem as listas. Escolha um item da lista do seu parceiro (e vice-versa) e comprometa-se a ajudar a realizá-lo.

“Você está assumindo responsabilidade coigual por planejar essa atividade que vai melhorar a diversão, a amizade, a sensualidade — todas as conexões positivas”, diz Markman.

6. Não deixe ressentimentos se acumularem

Um dos paradoxos dos “relacionamentos vibrantes” é que você tem que estar disposto a balançar o barco, diz Terrence Real, terapeuta familiar.

Portanto, trazer à tona ressentimentos ou queixas, mesmo que inicie uma briga, pode ser saudável. Outra maneira de colocar isso, ele diz: “Ouse enfrentar um ao outro.”

Quando os parceiros param de lutar por suas necessidades mais profundas, “a paixão é a primeira vítima”, alerta Real. “O ressentimento cresce. A sexualidade e a generosidade diminuem.”

Ele reconheceu que essa resolução requer habilidades de comunicação fortes. Geralmente é mais eficaz solicitar uma mudança, em vez de reclamar sobre o que você não gosta, diz Real.

Se suas tentativas de comunicação falharem, ele acrescentou, não desista: “Leve seu parceiro para a terapia e encontre um terapeuta ativo que não tenha medo de apoiá-lo.”



Leia Mais: Folha

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Atletas que participarão dos Jubs em GO recebem bandeira da Ufac — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Entega bandeira Jubs (3).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, entregou a bandeira institucional aos atletas que participarão dos Jogos Universitários Brasileiros (Jubs), que ocorrem de domingo, 23, a 5 de setembro, em Goiânia e Trindade (GO), com organização da Confederação Brasileira do Desporto Universitário. A entrega ocorreu nessa quinta-feira, 20, no hall da Reitoria, campus-sede.

“As oportunidades nascem a partir do momento em que dialogamos e temos compromisso. Quero transmitir a toda a equipe o nosso empenho de trabalhar o fortalecimento do esporte”, disse Josimar. “Eu estou neste momento como reitor por vocês, estudantes, e é com vocês que eu quero honrar esse compromisso todos os dias da minha vida, com o sentimento de união e diálogo.”

Entrega bandeira Jubs (2).jpg

Também participaram do ato o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; e o diretor de Arte, Cultura e Integração Comunitária, Givanildo Pereira Ortega.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Participe da Autoavaliação do Curso de ciências contábeis — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

QRCODE - Autoavaliação

 

Olá, estudante!

Este instrumento foi elaborado com o objetivo de ouvir você e conhecer a sua percepção sobre o Curso de Ciências Contábeis. Sua participação é muito importante para que possamos identificar os pontos positivos, as dificuldades e as principais demandas dos estudantes, contribuindo para o processo de avaliação e melhoria contínua do curso.

O questionário aborda diferentes aspectos da sua experiência acadêmica, como disciplinas e organização curricular, metodologias de ensino, atuação dos professores, infraestrutura, biblioteca, laboratórios, acessibilidade, apoio aos estudantes, estágio, pesquisa, extensão, monitoria, iniciação científica, eventos e comunicação com a Coordenação.

As respostas serão utilizadas de forma responsável e, preferencialmente, de maneira agregada, com a finalidade de subsidiar ações e decisões voltadas ao aprimoramento da qualidade do curso e da formação acadêmica e profissional dos estudantes.

🗣️ Este é um espaço para você ser ouvido! Por isso, responda com sinceridade, apresentando sua percepção, críticas, sugestões e demandas. Não existem respostas certas ou erradas: o mais importante é que sua opinião represente verdadeiramente a sua experiência como estudante.

Agradecemos sua participação e contribuição para a construção de um Curso de Ciências Contábeis cada vez melhor, mais inclusivo, acolhedor e alinhado às necessidades dos estudantes e às demandas da sociedade e do mercado profissional.

Sua opinião é fundamental para construirmos juntos o futuro do nosso curso!

Acesse o formulário de Autoavaliação 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Reunião Cepex (2).jpg

A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.

As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”

Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.

Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.

Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS